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Primeira-Dama associa-se à preparação da equipa que vai disputar o Afrobasket 2025, na Costa do Marfim

A Primeira-Dama da República de Moçambique, Dra. Gueta Chapo, aceitou esta segunda-feira, 26 de Maio, o convite da Federação Moçambicana de Basquetebol (FMB) para apadrinhar a Selecção Nacional Sénior Feminina, tornando-se oficialmente Madrinha da equipa que representará o país no Afrobasket 2025.

O gesto foi formalizado durante uma audiência realizada no Gabinete de Trabalho da Primeira-Dama, em Maputo, onde recebeu uma delegação da FMB, composta pelo presidente da agremiação, Paulo Mazivila, o seleccionador nacional, Nasir Salé, e a internacional moçambicana Leia Dongue, jogadora do clube francês Flammes Carolo Basket Charleville.

A Selecção Nacional Sénior Feminina prepara-se para disputar a 29.ª edição do Campeonato Africano de Basquetebol, o Afrobasket, que terá lugar de 26 de Julho a 3 de Agosto, em Abidjan, na Costa do Marfim. O torneio constitui o principal palco continental da modalidade e Moçambique é presença regular, tendo alcançado a medalha de bronze na edição de 2013, em Maputo.

Segundo apurou o Txopela, a Federação Moçambicana de Basquetebol vê nesta nomeação um impulso moral e institucional importante para a equipa nacional, que enfrenta uma etapa exigente da sua preparação, num contexto de limitações orçamentais e apelo à mobilização de apoios.

“Para nós, é uma honra e um sinal de reconhecimento pelo trabalho que estas atletas vêm fazendo pelo país. A presença da Primeira-Dama, enquanto madrinha, representa um reforço de confiança e inspiração para o grupo”, afirmou o presidente da FMB, Paulo Mazivila, no final da audiência.

Leia Dongue, por sua vez, destacou a importância do gesto como um símbolo de valorização das mulheres no desporto. “É muito encorajador sabermos que há figuras de topo do Estado que acompanham e acreditam no nosso esforço. Isso dá-nos motivação extra para lutar dentro de campo”, declarou a atleta.

O seleccionador nacional, Nasir Salé, considerou a audiência como um momento marcante no processo de preparação da equipa. “Estamos a trabalhar para chegar em boas condições competitivas ao Afrobasket. Esta madrinha, com a dimensão e o respeito da Dra. Gueta Chapo, só fortalece a nossa caminhada”, referiu.

A Federação compromete-se a continuar a envolver diferentes sectores da sociedade no apoio ao basquetebol feminino, uma das modalidades que mais notoriedade tem trazido a Moçambique a nível africano.

A Primeira-Dama, conhecida pelo seu envolvimento em causas sociais e pelo apoio às camadas vulneráveis, reforça agora o seu papel de promoção da juventude e do desporto nacional.

O Txopela  apurou que, nos próximos dias, serão realizadas actividades públicas de apresentação da madrinha junto à equipa, incluindo visitas aos centros de estágio e campanhas de mobilização institucional.

CMB inicia campanha de sensibilização para nova gestão de resíduos sólidos

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O Conselho Municipal da Bahia (CMB) deu início, nesta segunda-feira, 27 de maio, à campanha de conscientização para a mudança do sistema de gestão de resíduos sólidos no bairro Macúti, como parte do projeto MUDAR.

A nova abordagem prevê a remoção de todos os contentores de lixo, substituindo-os por um modelo de recolha ponto a ponto, que inclui a separação dos resíduos na origem. De acordo com a edilidade, os resíduos orgânicos serão depositados directamente no camião do CMB, enquanto os recicláveis serão encaminhados aos ecopontos já instalados nas redondezas do bairro.

A introdução desse sistema visa melhorar a eficiência da coleta de lixo, reduzir o impacto ambiental e promover a reciclagem. A prefeitura diz que esse modelo já está em funcionamento nos bairros Esturro e Matacuane, onde tem registrado resultados considerados positivos.

Com essa iniciativa, o município da Beira busca fortalecer a consciência ambiental da população, ao mesmo tempo em que implementa práticas mais sustentáveis ​​e alinhadas aos objetivos do desenvolvimento urbano responsável.

Ernestino Maute lança obra provocadora sobre fé e existência no Business Lounge by Nedbank

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Na próxima quarta-feira, 28 de Maio, pelas 17h00, o autor Ernestino Maute apresenta ao público a sua mais recente obra literária intitulada “O Epitáfio do Josemar Araújo e outros ateus do criador”, numa sessão a ter lugar no Business Lounge by Nedbank, em Maputo.

A obra será apresentada pelo poeta e comunicador Aurélio Cuna, numa cerimónia que se espera ser de intensa partilha de ideias e confrontos filosóficos, típicos de um autor que não teme abordar temas considerados sensíveis ou controversos.

Editado pela Alcance Editores, o livro traz à tona reflexões existenciais profundas, interpelando os leitores sobre o papel da fé, a dúvida, a morte e o sentido da criação numa sociedade cada vez mais polarizada entre o dogma e o ceticismo. Através da figura simbólica de Josemar Araújo, Maute convoca personagens e discursos que habitam as margens da crença, desafiando os leitores a pensar sobre as suas próprias convicções.

“O Epitáfio do Josemar Araújo e outros ateus do criador” não é apenas um título provocador – é uma chamada à honestidade intelectual e à coragem de enfrentar os grandes vazios e contradições da condição humana.

O evento conta com o apoio da Nedbank, reforçando a importância da banca na promoção de iniciativas culturais e literárias de valor.

A entrada é livre e aberta a todos os amantes da literatura e do pensamento crítico.

–– Jornal Txopela.

Parlamento ratifica nomeações ao Tribunal Administrativo e Supremo, e elege novo Juiz Conselheiro do Conselho Constitucional

A Assembleia da República ratificou, esta terça-feira, 27 de Maio, em sessão plenária, as nomeações das cidadãs Ana Maria Gemo Bié e Matilde Augusto Monjane Maltez de Almeida para os cargos de Presidente do Tribunal Administrativo e Vice-Presidente do Tribunal Supremo, respectivamente. As nomeações foram aprovadas através de Projectos de Resolução submetidos ao Parlamento.

Na mesma sessão, foi igualmente eleito, via Projecto de Resolução, o cidadão Alberto Hawa Januário Nkutumula para o cargo de Juiz Conselheiro do Conselho Constitucional.

Segundo o parecer da Comissão dos Assuntos Constitucionais, Direitos Humanos e de Legalidade, os processos das nomeações e eleição obedeceram aos requisitos constitucionais e legais, não apresentando qualquer vício de inconstitucionalidade ou de ilegalidade.

As nomeações ocorrem num contexto em que se procura reforçar a estabilidade, a confiança nas instituições e a celeridade nos processos judiciais e constitucionais, elementos essenciais para o aprofundamento do Estado de Direito Democrático em Moçambique.

AR elege novos membros para o Conselho de Estado, Conselho de Defesa e Magistratura Judicial Administrativa

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A Assembleia da República elegeu, esta terça-feira, dia 27, diversos cidadãos para compor três órgãos de soberania e consulta do Estado: o Conselho de Estado, o Conselho Nacional de Defesa e Segurança (CNDS) e o Conselho Superior da Magistratura Judicial Administrativa.

Para o Conselho de Estado, foram eleitos Alcinda António de Abreu Mondlane, Maria Luísa Neto Fonseca Lázaro Massamba, Jamisse Uilson Taimo, Aminuddin Mohamed, Albino Forquilha, Ossufo Momade e Lutero Chimbirombiro Simango. Segundo a Comissão dos Assuntos Constitucionais, Direitos Humanos e de Legalidade, os eleitos são “personalidades de reconhecido mérito”, cuja inclusão deverá fortalecer os mecanismos de consulta e diálogo político do Presidente da República.

Para o CNDS, órgão consultivo em matérias de soberania nacional e segurança do Estado, foram eleitos Jacinto Soares Veloso, Marina Pachinuapa, António Hama Thay, Melba Margarida Passarinho Fumo e Olímpio Cardoso Caísse Cambona. O parecer da Comissão confirma que todos os eleitos cumprem os requisitos legais exigidos e que os processos decorrem em conformidade com a Constituição da República.

Por fim, foram ainda eleitos José Manuel Roque Gonçalves, Vicente Aniceto Manjate e Sérgio Afonso Quehá como Membros do Conselho Superior da Magistratura Judicial Administrativa. A Comissão reiterou que os processos de candidatura não enfermam de quaisquer vícios legais ou constitucionais que obstem à eleição.

As eleições representam um passo importante para o regular funcionamento das instituições, assegurando a rotatividade e o pluralismo nos órgãos que exercem funções estratégicas no funcionamento do Estado moçambicano.

Musumbuluku Nhuvu lança “Matavi” esta quarta-feira na Universidade Politécnica

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O escritor Musumbuluku Nhuvu, pseudónimo literário de Narciso Matos, prepara-se para apresentar ao público a sua mais recente obra, intitulada Matavi, num evento agendado para o dia 29 de Maio, às 17h00, no auditório do ISGCT, na Universidade Politécnica, em Maputo.

A cerimónia de lançamento contará com a apresentação do Bispo Emérito dos Libombos, D. Diniz Sengulane, figura incontornável da reconciliação nacional, o que antecipa uma sessão marcada por reflexões profundas sobre os temas abordados na obra.

Matavi, envolto numa capa simbólica de céus carregados sobre paisagens solitárias, sugere uma narrativa de densidade emocional e interpelações existenciais. A obra promete ser uma incursão literária por memórias, conflitos e paisagens interiores, características que vêm consolidando a voz de Musumbuluku Nhuvu na literatura moçambicana contemporânea.

A participação é livre, e espera-se a presença de académicos, estudantes, amantes da literatura e membros da sociedade civil.

Poemas Cantados homenageiam José Craveirinha hoje no Camões

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O poeta maior da literatura moçambicana, José Craveirinha, será celebrado hoje, às 17 horas, no Camões – Centro Cultural Português, num espectáculo intitulado Poemas Cantados. O evento é uma homenagem viva à palavra escrita de Craveirinha, transposta para o universo musical por uma talentosa equipa de artistas moçambicanos.

A iniciativa junta em palco os intérpretes Helena Rosa e Kayena Xihiwa, acompanhados por Nicolau Cauaneque nos teclados e Nando na percussão. A direcção musical e a composição estão a cargo de D’Manyissa, que também se apresenta como rosto e força criativa por detrás do projecto.

Este tributo, promovido pelo Camões em parceria com a Fundação José Craveirinha e a AMOLP (Associação Moçambicana de Letras e Palavras), propõe um reencontro emocional com os versos do autor de Karingana ua Karingana, reforçando a importância da sua obra na formação da identidade cultural moçambicana.

Com entrada livre, o espectáculo é uma oportunidade única para os amantes da poesia e da música testemunharem a fusão entre literatura e sonoridade, num gesto de memória e resistência cultural.

Investigação do CIP revela que as autoridades moçambicanas sabiam do ataque e não enviaram apoio à embarcação científica russa

Um ataque violento a uma embarcação russa em missão científica ao largo da costa de Cabo Delgado trouxe à tona uma realidade desconcertante: a fragilidade da resposta militar moçambicana em pleno território sob ameaça terrorista. Segundo investigação do Centro de Integridade Pública (CIP), a Marinha de Guerra de Moçambique foi alertada a tempo do ataque e prometeu o envio de dois helicópteros de resgate que, simplesmente, nunca chegaram.

O caso ocorreu a 10 de Maio, quando um navio russo que realizava estudos sobre recursos pesqueiros foi surpreendido por homens armados junto ao arquipélago das Quirimbas. A tripulação, composta por mais de 40 pessoas, viveu momentos de terror que duraram pelo menos 20 minutos.

Na imagem, observa-se uma pequena embarcação de madeira, equipada com um motor fora de bordo, alegadamente utilizada pelos insurgentes durante o ataque ao navio russo ao largo da costa de Cabo Delgado. A estrutura rústica e o desgaste visível indicam improvisação, característica comum nas operações marítimas levadas a cabo por grupos armados na região.

“Prometeram socorro. Ficámos à deriva.”

A embarcação, que partira de Maputo rumo ao Norte com paragens científicas ao longo da costa, estava estacionada para análise de parâmetros ambientais quando uma lancha se aproximou. À primeira vista, parecia mais uma patrulha. Mas a ilusão durou pouco. “Vestiam-se de forma casual, usavam máscaras e comunicavam-se em árabe”, contou João (nome fictício), membro da equipa científica, ao CIP.

A bordo da lancha estavam crianças, jovens e adultos – todos armados com armas de fogo e catanas. Ao perceberem a ameaça, os tripulantes tentaram alertar os colegas e iniciaram manobras para fugir. Disparos atingiram o casco e parte da cabine. Por sorte, ninguém ficou ferido, mas imagens em vídeo mostram projécteis a milímetros de atingir a cabeça de um dos cientistas.

Em pânico, a equipa tentou contactar a Marinha de Guerra. A resposta foi promissora: dois helicópteros seriam enviados a partir da base em Cabo Delgado. “Ligámos directamente para o capitão. Ele prometeu que os helicópteros já estavam a caminho. Esperámos. E continuámos a ser perseguidos. Nunca chegaram”, relata João.

Defesa calada. INAMAR ausente.

O CIP apurou que o Instituto Nacional do Mar (INAMAR) e o Ministério da Defesa haviam sido informados antecipadamente do percurso da embarcação, mas não emitiram qualquer alerta sobre riscos de ataque naquela região – mesmo sabendo que Cabo Delgado é uma zona crítica sob ameaça de insurgentes armados.

A fotografia mostra a embarcação de bandeira russa parcialmente danificada, atracada ao largo, após ter sido alvo de um ataque armado. Marcas visíveis de projéteis e vestígios de combustão na parte traseira do casco reforçam os relatos de confrontos intensos. Fontes no terreno relatam que, após o ataque, a tripulação ficou entregue à sua sorte, sem intervenção imediata das forças de segurança moçambicanas.

Pior: apesar do ataque, o Governo levou dez dias para reagir oficialmente. E quando o fez, declarou não ter ainda informações claras sobre o sucedido. O porta-voz do Conselho de Ministros, Inocêncio Impissa, remeteu-se à habitual resposta vaga: “O assunto está sob investigação.”

Entretanto, a equipa de pesquisa foi ouvida pela Marinha apenas no dia 17 de Maio, após ter regressado a Maputo. Fontes diplomáticas confirmaram o ataque. A Embaixada da Rússia assegurou que a missão científica foi concluída com êxito – o que a equipa técnica nega, afirmando que dois pontos ainda não haviam sido investigados.

Silêncio ensurdecedor …

A reportagem do CIP também levanta suspeitas sobre a origem dos atacantes, que poderão ter partido das ilhas Tambuzi ou Vamizi. Segundo os investigadores, a embarcação científica poderá ter parecido avariada, devido ao seu movimento lento e frequentes paragens – o que pode ter levado os agressores a acreditar que se tratava de alvo fácil.

A bordo, o desespero levou os tripulantes a desligar o radar, temendo que a embarcação fosse rastreada. Passaram a noite em claro. Só ao amanhecer, já longe da costa de Pemba, puderam respirar de alívio.

“O mais grave de tudo”, diz um membro da equipa, “foi o abandono. Fomos nós que contactámos a Marinha. Eles tinham o nosso contacto, sabiam a localização e simplesmente deixaram-nos sozinhos em alto mar. Chamam isso de Defesa Nacional?”

Até ao fecho desta reportagem, tanto o Ministério da Defesa como o INAMAR continuavam sem responder às cartas oficiais enviadas pelo CIP, que solicitavam esclarecimentos sobre:

  1. A existência ou não de negligência por parte das autoridades;
  2. As acções tomadas para o socorro da equipa;
  3. Os protocolos de resposta rápida para ataques em mar aberto;
  4. A existência de equipamento funcional de resgate aéreo;
  5. Os tempos estimados de reacção em casos semelhantes.

O episódio traz de volta a pergunta que há muito paira sobre a cabeça dos moçambicanos: quem está realmente a proteger o território nacional? Quando até um apelo de socorro em tempo real, feito por uma missão científica, não é suficiente para mobilizar uma reacção mínima das Forças de Defesa e Segurança, o que mais será preciso para despertar o Estado?

Este não é apenas mais um caso de falha operacional. É um retrato da negligência estrutural. Um espelho de um Estado que promete helicópteros e entrega silêncio. E que talvez, mais uma vez, escape impune.

Livro sobre a identidade artística moçambicana será lançado no Centro Cultural Sabura

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A vibrante cena artística moçambicana vai ganhar mais uma obra de reflexão crítica com o lançamento do livro “Ser Artista no País do Pandza”, da autoria de Tchakaze, marcado para sexta-feira, 30 de Maio, pelas 17h00, no Centro Cultural SABURA, 185R, José Sidumo, Maputo.

A cerimónia de lançamento será acompanhada por uma sessão de autógrafos, sarau cultural e reflexões sobre o livro, conduzidas por David Abílio e com a apresentação da MC Adelaide Isabel. O evento promete ser mais do que um lançamento literário, tornando-se um verdadeiro encontro entre cultura, arte e crítica social.

Com esta obra, Tchakaze mergulha na realidade dos fazedores de arte em Moçambique, com especial enfoque no universo do Pandza, género musical urbano que se tornou símbolo de identidade e expressão jovem nos bairros das cidades moçambicanas. O autor discute os desafios, os estigmas e os dilemas de ser artista num país onde a cultura ainda luta por reconhecimento estrutural e institucional.

O evento contará com a participação de artistas convidados como DJ Ardiles, Denny OG, Delta Acácio, Kayena, Juliana de Sousa e Elvira Viegas, num ambiente que se espera festivo, mas também de profunda valorização da cultura nacional.

“Ser Artista no País do Pandza” é editado pela Editora Lithangaza e surge como uma voz autêntica e necessária no debate sobre a sustentabilidade da arte em Moçambique. A entrada é livre e espera-se a presença de músicos, escritores, produtores culturais e o público em geral.

–– Jornal Txopela

Banco de Moçambique distingue jornalistas que destacaram o papel do Metical

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O Banco de Moçambique anunciou ontem, 26 de Maio, os vencedores do concurso “Prémio de Jornalismo 50 Anos do Banco de Moçambique”, criado no contexto das celebrações do 50.º aniversário da instituição e dos 45 anos da criação do Metical como moeda nacional.

O certame, lançado em Maio de 2024, visava reconhecer o mérito de jornalistas que contribuíram para aprofundar o conhecimento sobre a história do banco central e o papel do Metical na economia nacional.

Segundo nota da instituição, o júri,  composto por um economista, um historiador e profissionais da comunicação social, avaliou trabalhos nas categorias de rádio, imprensa escrita e televisão. Contudo, na última categoria, não foi atribuído nenhum prémio, devido à “fraca qualidade dos trabalhos concorrentes”.

Na categoria de rádio, o grande vencedor foi Horácio Romão, com o trabalho “Impacto da Reforma da Moeda Nacional, o Metical”. Em segundo lugar ficou Joaquim Tauzene, com “Agiotagem em Moçambique”, e em terceiro, Fernando Damas, com “Implicações Negativas da Prevalência do Mercado Cambial Informal no Distrito de Mandimba no Niassa”.

Na imprensa escrita, o primeiro lugar foi atribuído a Angelina Mahumane, pelo artigo “Economia Nacional Precisa de Amortecedores”. Pretelírio Matsinhe conquistou o segundo lugar com “História do Banco de Moçambique Contada em Museu”, e Carlitos Sabão ficou em terceiro com “O Metical é Hoje mais Seguro e Robusto”.

A iniciativa pretendeu não só valorizar o papel da comunicação social na promoção da literacia económica e financeira, mas também provocar uma reflexão crítica sobre o percurso e os desafios da política monetária em Moçambique.