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UIR invade sede da Renamo em Maputo e detém ex-guerrilheiros

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A Unidade de Intervenção Rápida (UIR) invadiu hoje a sede nacional da Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO) em Maputo, numa operação marcada pela força e ausência de diálogo.

Dezenas de ex-guerrilheiros foram detidos no local, onde se encontravam acampados há dias exigindo a saída de Ossufo Momade da liderança do maior partido da oposição. O edifício sede do partido está agora sob controlo das autoridades.

Lançamento do livro “Geração 8 de Março: Memórias Marginais” decorre este sábado em Maputo

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Está agendado para o próximo sábado, 31 de Maio, às 10 horas, no Seminário Pio X (ex-Centro 8 de Março), o lançamento público da obra Geração 8 de Março: Memórias Marginais. O livro, que promete resgatar histórias esquecidas ou silenciadas do histórico espaço de formação e resistência, surge como um importante contributo para a preservação da memória colectiva moçambicana.

A cerimónia decorrerá na Av. Kim Il Sung, em frente à Cadeia Civil, local onde o antigo Centro 8 de Março albergou durante décadas jovens em formação cívica, política e social, sobretudo no contexto pós-independência. Com este lançamento, os organizadores visam reabrir o debate sobre o papel da juventude e das instituições educativas na construção da nação.

Aberto ao público, o evento conta com a presença de antigos estudantes, académicos e figuras da sociedade civil, e pretende ser mais do que uma homenagem: um apelo à valorização de memórias à margem da história oficial.

NOSSA SOLIDARIEDADE AO PRESIDENTE DO MUNICÍPIO DE QUELIMANE!

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Temos estado a acompanhar o evoluir da tensão entre os funcionários do Município!
Lamentamos a situação a que se chegou nos  Municípios do país em geral e no da nossa Capital provincial da Zambézia em particular, quanto aos salários em atraso dos seus Funcionários e Agentes do Estado (FAE) devido aos problemas de desembolsos pelo Ministério das Finanças. Solidarizamo-nos consigo Senhor Presidente do Município de Quelimane, nestes momentos de tensão!
Repudiamos a atitude das Finanças aos níveis provincial e nacional. Distanciamo-nos do elevar das tensões entre funcionários e da tomada de posições extremas contra a Edilidade, não sendo esta a génese do imbróglio.
Solidarizamo-nos com o Edil e a sua gestão, porque nós outros temos ciência de que este assunto tem sido deixado arrastrar-se pela entidade a quem tal compete resolver,  fazendo-se (como se pretende) pairar ao público que seja algo de tratamento e solução local, e aos olhos da maioria pouco entendida em finanças públicas, imputando culpas à Edilidade, principalmente quando esta não seja frelicratica!
Estamos juntos nos momentos de glória, de reflexão, de ponderação e de busca de saídas para a normalidade, Senhor Presidente!
Com as mais respeitosas saudações,
Roseiro Mário Moreira
27 de Maio de 2025.
E reiteradamente nos dias e  ocasiões seguintes!

EUA travam vistos de estudante e ampliam vigilância digital

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O governo dos Estados Unidos ordenou a suspensão imediata dos agendamentos para vistos de estudante, ao mesmo tempo em que prepara a expansão de mecanismos de vigilância digital sobre os candidatos. A decisão, promovida pela administração de Donald Trump, chega num momento de tensão crescente entre a Casa Branca e instituições universitárias norte-americanas consideradas “ideologicamente enviesadas” pelo presidente.

Num memorando oficial divulgado esta semana e obtido pela CBS News, o secretário de Estado Marco Rubio instrui que todas as embaixadas dos EUA suspendam novos agendamentos até segunda ordem. Embora quem já tenha entrevistas marcadas possa manter os compromissos, o Departamento de Estado indicou que haverá um aumento substancial na triagem das redes sociais dos requerentes, escreve o BBC Brasil.

INAGE reforça cultura de segurança cibernética entre administradores distritais

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A Delegação Provincial do Instituto Nacional  do  Governo  Electrónico, Instituto Público (INAGE, IP), na Zambézia, promoveu recentemente uma palestra de sensibilização sobre segurança cibernética, dirigida aos administradores distritais da província.

A ação, que contou com a presença do Secretário  de  Estado na província, Avelino Pinto Muchine, visou consciencializar os gestores locais sobre a importância da proteção de dados e infra-estruturas digitais, num contexto de ameaças cibernéticas cada vez mais sofisticadas.

Durante o encontro, foram abordadas  práticas  essenciais para a segurança digital, incluindo o uso de palavras-passe robustas, actualização regular de softwares, atenção a tentativas de phishing e implementação da autenticação multifactor. Os participantes foram igualmente alertados para a necessidade de backups frequentes e formações contínuas dos funcionários públicos.

“O crescimento acelerado das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) e a interdependência digital exigem que todos os gestores públicos estejam vigilantes e adoptem medidas eficazes para proteger os sistemas governamentais e os dados dos cidadãos”, afirmou Muchine.

A delegação do INAGE, IP reiterou o seu empenho em continuar a capacitar quadros do sector público, contribuindo para uma governação electrónica mais segura e resiliente na Zambézia.

Juventude moçambicana chamada a unir-se pela independência económica

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O Presidente da República, Daniel Chapo, apelou recentemente, no distrito de Chókwè, província de Gaza, à juventude moçambicana para que se mantenha unida e coesa na construção da tão almejada independência económica do país. O estadista falava num encontro com jovens de vários sectores sociais e económicos, onde reiterou a aposta do Governo em políticas de empoderamento juvenil

Na ocasião, Chapo destacou que “a independência económica começa com o esforço individual de cada moçambicano”, sublinhando que o futuro do país depende da capacidade dos seus cidadãos em lançar as bases para a sua própria autonomia financeira.

 “Nós estamos a lutar como moçambicanos para lançarmos os alicerces para alcançar a independência económica, e isto só vai ser possível se cada um dos moçambicanos lançar os alicerces para a sua independência económica e começar a trabalhar”, frisou.

Numa mensagem que ecoa a responsabilidade colectiva, o Executivo disse que o conceito de trabalho não deve ser limitado ao emprego formal, salientando que trabalhar não é apenas ter emprego “É também criar soluções, gerar rendimento e oportunidades, tanto para si como para os outros”.

Para o governante trabalhar não deve ser entendido apenas como ter emprego formal, mas também como criar soluções e oportunidades para si e para os outros. Aliás, os jovens devem abraçar o empreendedorismo como uma via sustentável para o progresso pessoal e colectivo

Chapo, disse mais a juventude que o combate à pobreza exige disciplina financeira e espírito de iniciativa. “Para sairmos da pobreza é preciso compreendermos que temos que nos concentrarmos em multiplicar o dinheiro, com a mesma atitude, com a mesma humildade”, afirmou, acrescentando que o Governo continuará a investir em políticas e programas que permitam aos jovens gerar renda e empregar outros.

Manica: 150 famílias vulneráveis recebem kits de emergência da Solidar Suiça

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Cento e cinquenta famílias em situação de vulnerabilidade, residentes em vários distritos da província de Manica, vão beneficiar de kits de emergência compostos por lonas para abrigo, baldes, lanternas, cordas, material de carpintaria e outros utensílios essenciais para situações de crise.

A entrega formal do donativo teve lugar esta segunda-feira (26), na cidade de Chimoio, e foi feita pela organização não governamental Solidar Suiça à Governadora da Província, Francisca Tomás, que assegurou que os meios serão destinados às populações mais carenciadas.

A Solidar Suiça, segundo as autoridades locais, tem vindo a desenvolver intervenções de resposta humanitária em vários pontos do país, com especial enfoque em áreas afectadas por desastres naturais e pobreza extrema.

A Governadora louvou o apoio da organização, destacando a sua “contribuição efectiva no alívio das dificuldades que enfrentam centenas de famílias desprotegidas”.

Os critérios de elegibilidade para os beneficiários incluem, entre outros, pessoas com deficiência, famílias em casas de construção precária e agregados familiares com elevados índices de vulnerabilidade social.

Mais de 500 produtores de Bàruè ganham centro moderno para conservar e exportar frutas e vegetais

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O Distrito de Bàruè, na província de Manica, assinalou esta terça-feira, 27 de Maio, um passo no processo de modernização da agricultura familiar, com a inauguração do Centro de Agregação de Frutas e Vegetais, uma infraestrutura concebida para apoiar a conservação, processamento e posterior exportação da produção local.

Com capacidade de beneficiar mais de quinhentos agricultores afiliados à Cooperativa Frutos de Bàruè, a unidade dispõe de sistemas de frio e equipamentos de processamento que permitirão manter os padrões de qualidade exigidos pelos mercados internacionais.

A iniciativa resulta de um esforço de cooperação internacional, financiado pela Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (ONUDI), com apoio da Cooperação Italiana, no quadro das estratégias de fomento à agricultura sustentável e competitiva em zonas de elevada produção agroecológica.

Na ocasião, a Governadora da província de Manica, Francisca Tomás, destacou o impacto directo do centro na capacidade de resposta dos produtores ao desafio da inserção nos circuitos formais de exportação.

Francisca Tomás exortou os produtores a reforçarem os níveis de organização, produção e compromisso com a qualidade, para garantir o aproveitamento integral do investimento feito.

Já o Embaixador da Itália em Moçambique, Gabrielle Philip, garantiu que o apoio do seu país ao sector agrícola moçambicano irá intensificar-se nos próximos anos.

O centro insere-se num conjunto de intervenções que visam a criação de cadeias de valor mais resilientes nas zonas rurais, ligando os pequenos produtores a mercados mais estruturados, contribuindo assim para a segurança alimentar, criação de renda e desenvolvimento local sustentável.

O LADRÃO MAIS ESPERTO DO MUNDO

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Imaginemos um cenário insólito, mas que se tornou normal e rotina em Moçambique: um ladrão que te agride e te rouba em plena luz do dia. Quando finalmente o apanhas e esperas que te peça desculpa e devolva o que levou, ele simplesmente te diz: “Vamos dialogar!” Não só diz para dialogar, também estabelece regras e sobre o que vai se dialogar. Por exemplo nesse diálogo inclui que tipos de janelas tens que colocar na sua casa, o tipo de alarme para o seu carro,…Parece piada, mas é exactamente assim que decorre o processo eleitoral moçambicano desde a introdução do multipartidarismo.

A Frelimo, partido no poder desde a independência, nunca venceu uma eleição de forma limpa e transparente. Sempre se valeu de esquemas eleitorais fraudulentos para se manter no poder. A cada ciclo eleitoral, surgem novas formas,de manipulação, outras mais sofisticadas que outras, outras mais violentas caracterizadas por: enchimento e roubo de urnas, exclusão de concorrentes legítimos, adulteração de actas e editais, desaparecimento de boletins de votos, duplicação de cartões de vote, baleamento de votantes, e agora, a institucionalização do “diálogo” como senha de impunidade.

Desde as primeiras eleições multipartidárias, a história tem sido repetitiva e cínica até parece um seriado da “La casa de Papel” a Frelimo rouba, os “derrotados” contestam, a comunidade internacional finge preocupação, e logo surge o famigerado “diálogo”, isto é, em cada cinco anos Moçambique tem o diálogo sobre o roubo: Um processo que, na prática, é apenas um anestésico político, para poderem governar. Ele se arrasta por dois, às vezes três anos, até que se atinja um “acordo” perto do fim do mandato.

Nesse tempo, a Frelimo governa com base no roubo, com a legitimidade fabricada à força da violência, do silêncio judicial e do conformismo institucional com o grande e incontestável padrinho o Conselho Constitucional. Foi assim que fizeram com o falecido Afonso Dhlakama, líder incontestável da oposição e Pai da Democracia Multi-partidária; Continuaram com o General Ossufo Momade, como resultado à RENAMO está a desfazer da sua luta democrática e agora a armadilha do seriado do roubo está sendo armada para Venâncio Mondlane, símbolo de uma nova resistência política e a esperança da verdadeira liberdade dos Moçambicanos. Todos são levados à mesa de diálogo, não para encontrar soluções reais, mas para legitimar uma farsa governação e prolongar o mandato dos usurpadores. O diálogo, que em contextos democráticos deveria ser um instrumento de construção nacional, em Moçambique tornou-se o cajado de sobrevivência da Frelimo.

Se o diálogo fosse verdadeiro, bastariam seis meses para o entendimento e outros seis para a sua implementação. Mas aqui, ele é usado para adormecer os roubados e empurrar o tempo até que já não haja espaço para reverter nada, porque se está no fim do mandato. Onde estão aquele que diziam “Chapo não vai governar”? Está ou não está a governar? Esta! Onde estão aqueles que diziam “Chapo não vai pisar Nampula, fique aí mesmo em Maputo”? Chapo foi ou não a Nampula? Foi! Onde estão aqueles que diziam “se Chapo ganhou por que não sai à rua saudar os 70%, fazer comício popular”? O Chapo está a fazer comícios ou não? Está! Está a fazer isso tudo apoiando-se no diálogo do roubo.
A cada ciclo, os mesmos erros, as mesmas promessas, o mesmo teatro, e os mesmos resultados.

A verdade nua e crua é esta: a Frelimo nunca ganhou eleições de forma Livre, Justa, Democrática e Transparente. Sempre governou porque soube roubar com esperteza, violência e manipular com habilidade. A sua maior arma não é o voto, é a fraude disfarçada de diálogo. E nós, como povo, junto aos partidos da oposição e a sociedade civil, continuamos a cair na mesma armadilha.

Desta vez esperava-se que tivesse chegado tempo de romper esse ciclo vicioso, mas mais uma vezes o ladrao triunfou. O povo moçambicano continua a ser cúmplice involuntário de uma democracia de fachada. É preciso recusar o “diálogo” enquanto continuar um instrumento de burla política. Ou o diálogo é sério, curto e eficaz, ou não é diálogo é engano. Caso para dizer temos em Moçambique um Ladrao mais esperto do Mundo.

🔴Última hora: Desmobilizados da RENAMO ocupam Gabinete do Presidente Ossufo Momade

 

É notícia de última hora. Um grupo de desmobilizados de guerra da RENAMO ocupou, nas primeiras horas desta quarta-feira (27), o Gabinete do Presidente do partido, Ossufo Momade, em Maputo.

Segundo apurou o Txopela, a acção ocorreu por volta das 08:00. A ocupação ocorre num contexto de crescente descontentamento entre os ex-combatentes da guerrilha da RENAMO, que acusam a liderança actual, encabeçada por Ossufo Momade, de ter “capturado” o partido em benefício de interesses particulares e de ter virado as costas à base que sustentou a luta armada.

A publicação relata, em tempo real, o momento em que desmobilizados da RENAMO tomam de assalto o Gabinete do Presidente do partido, em Maputo. No texto do tweet, Nádio Taimo escreve:

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