O Banco de Moçambique anunciou ontem, 26 de Maio, os vencedores do concurso “Prémio de Jornalismo 50 Anos do Banco de Moçambique”, criado no contexto das celebrações do 50.º aniversário da instituição e dos 45 anos da criação do Metical como moeda nacional.
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O certame, lançado em Maio de 2024, visava reconhecer o mérito de jornalistas que contribuíram para aprofundar o conhecimento sobre a história do banco central e o papel do Metical na economia nacional.
Segundo nota da instituição, o júri, composto por um economista, um historiador e profissionais da comunicação social, avaliou trabalhos nas categorias de rádio, imprensa escrita e televisão. Contudo, na última categoria, não foi atribuído nenhum prémio, devido à “fraca qualidade dos trabalhos concorrentes”.
Na categoria de rádio, o grande vencedor foi Horácio Romão, com o trabalho “Impacto da Reforma da Moeda Nacional, o Metical”. Em segundo lugar ficou Joaquim Tauzene, com “Agiotagem em Moçambique”, e em terceiro, Fernando Damas, com “Implicações Negativas da Prevalência do Mercado Cambial Informal no Distrito de Mandimba no Niassa”.
Na imprensa escrita, o primeiro lugar foi atribuído a Angelina Mahumane, pelo artigo “Economia Nacional Precisa de Amortecedores”. Pretelírio Matsinhe conquistou o segundo lugar com “História do Banco de Moçambique Contada em Museu”, e Carlitos Sabão ficou em terceiro com “O Metical é Hoje mais Seguro e Robusto”.
A iniciativa pretendeu não só valorizar o papel da comunicação social na promoção da literacia económica e financeira, mas também provocar uma reflexão crítica sobre o percurso e os desafios da política monetária em Moçambique.
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