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Segurança Alimentar: Município de Quelimane fiscaliza Mercados de Carne

O Departamento de Agricultura e Pecuária do Conselho Autárquico de Quelimane realizou, esta semana, uma inspeção abrangente aos diversos mercados de venda de carne na cidade. A iniciativa visa assegurar que os processos de abate e venda de carne atendam aos padrões de higiene e legalidade, evitando a comercialização de produtos impróprios para o consumo humano.

Durante a visita, Maulano Gemusse, responsável pelo Departamento de Agricultura e Pecuária do Município de Quelimane, constatou que muitos locais de venda de carne não possuem condições adequadas para a comercialização dos produtos. As inspeções revelaram deficiências em termos de higiene e infraestrutura, o que pode colocar em risco a saúde dos consumidores. “Identificamos a necessidade de melhorias em vários pontos de venda. Nossa prioridade é garantir que a carne comercializada esteja em conformidade com os padrões de higiene e segurança alimentar, protegendo assim a saúde dos consumidores”, declarou Gemusse.

O Departamento de Agricultura e Pecuária deixou recomendações específicas para cada ponto de venda visitado. As orientações incluem a necessidade de melhoria nas condições de armazenamento, manipulação e exposição da carne, além de garantir que os locais de abate estejam devidamente licenciados e sigam os regulamentos sanitários.

EPC ‘4 de Outubro’ recebe material informático oferecido pelo BCI

A Escola Primária Completa ‘4 de Outubro’, situada no distrito de Boane, província de Maputo, foi contemplada com a doação de material informático oferecido pelo Banco Comercial e de Investimentos (BCI). A cerimónia de entrega decorreu no pátio da escola, contando com a presença de alunos, professores, líderes comunitários e membros do governo local.

 

Durante o evento, Plionardo Sigaúque, representante do BCI, sublinhou a importância da responsabilidade social do banco, afirmando que o BCI vê este compromisso como fundamental para o desenvolvimento do país e das comunidades onde está inserido. “A nossa responsabilidade social é um compromisso real com Moçambique e com as diversas comunidades. Esta doação reflete o nosso apoio a projetos e iniciativas em áreas cruciais como educação, saúde, inovação e empreendedorismo, pilares fundamentais para o nosso banco”, afirmou Sigaúque. Ele acrescentou: “Temos consciência dos desafios enfrentados por esta instituição, daí a nossa contribuição e envolvimento. Esperamos que este material satisfaça as necessidades desta importante escola.”

 

Os alunos, beneficiários diretos do material doado, expressaram gratidão em uma mensagem lida durante a cerimônia. Eles destacaram a importância do equipamento e prometeram cuidar bem do material, esperando que a escola continue a receber atenção e apoio, assim como outras escolas no futuro.

Armando Matsinhe, chefe de repartição da educação geral do serviço distrital de educação, juventude e tecnologia, também expressou seu agradecimento ao BCI. “Estamos honrados com este gesto. A doação contribuirá para melhorar a qualidade do ensino nesta escola e o desempenho dos nossos professores. Com estes computadores, a avaliação e o acompanhamento dos alunos serão mais eficientes”, afirmou Matsinhe.

COREM em missão de conforto a Cabo Delgado

O Conselho das Religiões de Moçambique (COREM) está a conduzir uma missão de conforto à província de Cabo Delgado, visando reforçar o papel das lideranças religiosas na promoção da paz e coesão social. A iniciativa, que conta com o apoio da World Vision-Moçambique (WV-Moç), inclui encontros com autoridades locais, denominações religiosas, partidos políticos e, sobretudo, com os sobreviventes do conflito que assola a região desde 2017.

 

A missão tem início amanha, 01 de Junho, e irá percorrer três bairros da cidade de Pemba que acolhem pessoas deslocadas internamente: Chuiba, Josina Machel e Paquete. O objectivo é levar conforto aos sobreviventes, além de preparar espaços para o estabelecimento de cantinhos de conversa sensíveis ao género e à criança, disseminando mensagens de paz, esperança e respeito pelos direitos humanos.

O conflito em Cabo Delgado, que já dura sete anos, resultou em mais de 700.000 pessoas deslocadas desde 2017. Este ano, o número de novos deslocados é de aproximadamente 100.000, dos quais mais de 60% são crianças.

Tecnologia moçambicana brilha na VivaTech

Entre os gigantes da tecnologia mundial, Moçambique fez sua estreia na maior feira de tecnologia da Europa, a VivaTech, que ocorreu entre os dias 22 e 25 de maio. O evento atraiu dezenas de milhares de pessoas, incluindo figuras proeminentes de diversos sectores, interessadas em conhecer o “APOIO” HealthBot, uma aplicação de Inteligência Artificial desenvolvida pela startup moçambicana GALENICA.ai.

A “APOIO” HealthBot destacou-se como uma solução inovadora para a saúde, oferecendo uma avaliação interativa de sintomas e orientação de saúde disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana. O sistema pode encaminhar usuários a médicos quando necessário e identificar precocemente surtos de doenças. A aplicação aceita entradas escritas e verbais, tornando-se acessível a todos, e permite aos usuários acompanhar o progresso dos seus sintomas através de um histórico de chat.

Desenvolvida para melhorar a saúde em países com infraestrutura limitada e escassez de recursos, a “APOIO” HealthBot mostrou-se eficaz não apenas para a realidade moçambicana, mas também para outros países em desenvolvimento. O aplicativo despertou o interesse de representantes de vários países africanos, europeus e de organizações humanitárias, que viram na solução uma maneira de melhorar a qualidade de vida de diversas comunidades ao redor do mundo.

Entre os interessados estava Tshepo Mogotsi, Ministro Conselheiro da Embaixada do Botswana na França e Delegado Permanente da UNESCO, que destacou o potencial da aplicação para melhorar a saúde sexual e reprodutiva no Botswana. Fanuel Tagwira, Secretário Permanente do Ensino Superior e Terciário, Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Zimbabwe, viu na GALENICA.ai uma parceira para enfrentar os problemas sanitários do seu país. Já o Embaixador da África do Sul na França, Nkosinathi Emmanuel Mthethwa, sugeriu uma colaboração entre a GALENICA.ai e o Ministério da Saúde sul-africano para levar a solução às áreas mais remotas do país.

A VivaTech também foi uma oportunidade para a GALENICA.ai dialogar com multinacionais tecnológicas como NVidia, Amazon, Microsoft e Orange. De acordo com Gerry Marketos, co-fundador da GALENICA.ai, o interesse demonstrado na feira confirma a relevância do “APOIO” como uma solução tecnológica capaz de melhorar a saúde em comunidades com recursos limitados. Marketos destacou que Moçambique deixou uma marca indelével na VivaTech e garantiu a participação na feira do próximo ano.

A oitava edição da VivaTech contou com a presença de mais de 13.500 startups e 165.000 visitantes de todo o mundo, incluindo personalidades como John Kerry, Elon Musk, Serena e Venus Williams, Yann LeCun e Eric Schmidt. A implementação do “APOIO” HealthBot em Moçambique é esperada para melhorar significativamente o acesso à informação e a resposta rápida a preocupações sanitárias, potencialmente transformando a saúde das populações com análises interativas e personalizadas de sintomas e encaminhamentos médicos necessários.

As faces da minha solidão

Em Inhassunge, sinto-me profundamente conectado aos meus espíritos e à essência tranquila da natureza.

Lá, encontro um espaço sereno onde minha alma dança em sintonia com os ventos suaves que acariciam a folhagem e os murmúrios dos rios que sussurram segredos ancestrais. É uma solidão que me permite abraçar a harmonia e a introspecção, estabelece um vínculo sagrado com a espiritualidade que habita aquele lugar.

Em Quelimane, a solidão toma uma forma completamente distinta. Aqui, sou confrontado com um ativismo animalesco, uma agitação raivosa que não me concede um momento de paz. É uma solidão permeada por ruídos incessantes, onde a voragem da vida moderna não me permite encontrar quietude.

Nesse ambiente, sinto-me rodeado por uma cacofonia incessante, uma maré de atividades frenéticas que parece nunca cessar. É uma solidão que desafia a minha serenidade, uma batalha constante contra a agitação desenfreada que paira sobre a cidade.

Enquanto em Inhassunge encontro a paz e a conexão espiritual, em Quelimane experimento a solidão agitada e tumultuada do mundo moderno. Duas faces distintas, duas experiências que moldam a minha jornada interior de maneiras profundamente diferentes.

Manuel de Araújo eleito cabeça de lista da Renamo para governador da Zambézia

A Renamo confirmou, na última hora, a eleição de Manuel de Araújo como cabeça de lista para concorrer ao cargo de governador da província central da Zambézia nas eleições marcadas para o próximo dia 09 de outubro de 2024. A escolha do actual edil de Quelimane ocorreu durante uma sessão interna do partido, onde Araújo obteve uma vitória expressiva com 86 votos a seu favor. Maria Rita, antiga combatente, recebeu 8 votos, enquanto a deputada Inês obteve apenas 1 voto.

O pleito interno da Renamo, que definiu a liderança para a corrida governamental na Zambézia, contou com a participação ativa dos membros do partido, demonstrando a confiança depositada em Manuel de Araújo. Curiosamente, a eleição de Araújo ocorreu na sua ausência, uma vez que o edil se encontra no estrangeiro em missão de trabalho. A sua ausência física, contudo, não impediu que sua presença política e influência fossem decisivas no processo de escolha.

Manuel de Araújo é uma figura proeminente e carismática dentro da Renamo e na política moçambicana em geral. Conhecido pela sua postura crítica e pela defesa incansável dos interesses da Zambézia. A Zambézia, uma das províncias mais populosas e economicamente importantes de Moçambique, enfrenta inúmeros desafios, incluindo questões de infraestruturas, saúde, educação e segurança.

As incoerências de Carlos Mesquita

Carlos Mesquita, ministro das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos de Moçambique, parece estar determinado a não ser esquecido nesta competição desenfreada de declarações absurdas que marcam o actual governo. Talvez, ao perceber que o presidente Nyusi já tem uma sólida carreira de memes virais nas redes sociais, Mesquita tenha decidido que também merece o seu lugar ao sol. Afinal, nada como um bom absurdo para garantir notoriedade em tempos de internet.

Segundo Mesquita, “gostaria de dizer aqui que o stress causado pelas nossas estradas é devido ao excesso de viaturas de segunda mão, uma vez que cada família moçambicana actualmente tem três ou quatro viaturas (…)”.

 

Aparentemente, segundo o iluminado ministro, os pneus de segunda mão são dotados de algum tipo de maldição que só se manifesta em veículos importados do Japão ou da China. Pneus novos, por outro lado, gozam de uma pureza quase divina, imaculados por qualquer suspeita de inadequação. Mas ele ignora copiosamente a qualidade das obras do ministério que ele superintende.

E mais, a cereja no topo do bolo é a empresa de construção de estradas da filha do ministro. Há quem diga que a empresa é especializada não só em construir estradas, mas também em falsear a qualidade dessas construções. Seria prudente, claro, que Mesquita verificasse a qualidade das obras realizadas pela empresa da filha. Talvez até pudesse organizar uma excursão, convidando uma equipe multissetorial e a imprensa para avaliar a excelência do trabalho.

E não podemos esquecer a coincidência providencial: Mesquita já foi Ministro dos Transportes e Comunicações e, durante o seu mandato, a família detinha uma empresa de transportes. Agora, como Ministro das Obras Públicas, sua filha comanda uma empresa de construção. A transparência desse governo é quase palpável, não é mesmo? Tudo muito bem alinhado, sem qualquer sombra de conflito de interesses.

No fundo, a sua declaração infeliz apenas acrescenta mais um capítulo ao livro das incoerências governamentais. Num país onde a verdade parece ser uma commodity rara e valiosa, o ministro das Obras Públicas nos brinda com mais uma aula de desinformação e desrespeito à inteligência dos cidadãos. Aguardemos o próximo episódio desta novela tragicômica…

Desenvolvimento Sustentável: Líderes africanos pedem maior envolvimento do BAD

Por Rodrigues Luís, em Nairobi

Líderes Africanos solicitaram aos gestores do grupo Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) para os representar em matéria de monetarização internacional e outras áreas económicas e sociais.

O pedido foi formulado, durante a cerimónia de abertura da 59ª reunião do BAD, que decorre em Nairobi, capital queniana.

Os presidentes de Quênia, Ruanda, Zimbábue, Somália, Congo, e representação de Moçambique, entre outros países, disseram que pela transparência e a forma que o banco tem conduzido o desenvolvimento social do povo Africano, é tempo de os gestores do banco assumirem que são padrinhos do continente na matéria de desenvolvimento.

O presidente de Quênia, William Samuel Ruto, chegou mesmo a comparar os ideais do BAD com as dos fundadores da União Africana.

“O BAD encarnou a ideologia Pan Africana na luta pela prosperidade e unidade”, disse William Ruto, tendo lançado um apelo no sentido de seus gestores trabalharem no sentido de continuar a lutar para o bem do continente Africano.

Ruto teceu elogios ao actual presidente do BAD, Akinwumi Adesina, apontando-o como uma figura que está determinada a fazer todos os países deste continente unidos e com ideias inovativas.

Representando o presidente moçambicano, Filipe Nyusi, o ministro de Transportes e Comunicações, Mateus Magala, afirmou que o BAD já se mostra na vanguarda na inclusão e na promoção de desenvolvimento continental. Magala referiu que Moçambique tem estado a beneficiar da inclusão, razão que comunga com os líderes Africanos que endossam confiança naquela instituição financeira na qual foi quadro sénior, tendo exercido a função de vice-presidente, até a sua requisição para regressar a Moçambique para exercer actividades governamentais.

Já o presidente zimbabweano, Emmerson Mnangagwa, disse que o BAD joga um papel preponderante na vida dos Africanos. “É por isso deve continuar a nos apadrinhar em todas acções. Nós confiamos nos seus gestores desde a sua fundação há 60 anos”, justificou Mnangagwa.

Mnangagwa falou também da necessidade de voltar-se a fazer-se uma inclusão linguística, adoptar-se a língua kiswahili para unificar os Africanos, pois uma das grandes barreiras que se assistem África são as línguas.

Por seu turno, o presidente da República do Congo, Denis Sassou Nguesso, disse: “a pujança financeira e o respeito que os Africanos tem para com o BAD, é justo que nos represente para que a unidade entre irmãos sejam uma realidade”, disse o veterano na governação em África.

O presidente da Somália, Hassan Sheikh Mohamud, entrou a elogiar o Banco Africano de Desenvolvimento, afirmando que quando todos estavam a decidir dar costas ao seu país, a instituição apostou no seu país, estando neste momento a assistir-se mudanças significativas para a vida do povo, daí que o BAD, segundo ele, é o padrinho do seu povo para todo o continente.

O presidente ruandês, Paul Kagame, que também perfilou no diálogo de alto nível disse que para uma unidade efectiva, os interesses que é a bandeira das instituições financeiras, deve ser colocado do lado. Para Kagame, o pragmatismo é necessário e com urgência. É preciso que todos se unam para única realidade, que é o desenvolvimento.

Os elogios e a deposição de confiança ao sexagenário banco, foi apresentado pelos representantes dos presidentes de Burundi, Mali, Uganda, Malawi, Tanzânia, Lesoto, África do Sul, e muitos outros países.

 

BAD esteve sempre ao lado de Moçambique

O antigo presidente de Moçambique, Joaquim Alberto Chissano, disse ontem durante o diálogo de alto nível que o Banco Africano de Desenvolvimento, sempre apoiou as iniciativas de desenvolvimento do seu país. Falando perante uma plateia de mais de três mil pessoas, Chissano destacou a liderança daquela instituição financeira desde os primórdios como sendo de alto sentido de cidadania e com espírito pan Africano.

Antes de elogiar o presidente do BAD, Akinwumi Adesina, que o chamou de irmão mais novo, Chissano disse que aquela instituição teve bons dirigentes, que souberam acolher Moçambique nos tempos difíceis.

“Moçambique é membro do BAD desde 1977. Tivemos momentos maus, como a guerra civil, mas o BAD nunca nos abandonou. Agora estamos a celebrar 60 anos e estamos juntos na construção

Nyusi diz que “dezenas de terroristas” foram abatidos hoje em Mocímboa da Praia

O Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, disse hoje que “dezenas de terroristas” foram abatidos em confrontos com as forças governamentais, que se registam desde a madrugada, em Mocímboa da Praia, província de Cabo Delgado, norte do país.

“A operação desta madrugada ainda esta a continuar, os terroristas estão a levar ´porrada`, dezenas e dezenas ficaram em terra e muito equipamento foi capturado”, afirmou Nyusi.

O chefe de Estado moçambicano falava durante a inauguração da Estação de Tratamento de Águas Residuais de Maputo.

“A operação continua” e os terroristas “estão em debandada, estão em fuga”, avançou Nyusi, reconhecendo que “são momentos difíceis para o povo” dos distritos assolados pela violência em Cabo Delgado.

O Presidente declarou que os combates que começaram na madrugada de hoje registam-se na zona de Limala, ao lado de Mbau, no distrito de Mocímboa da Praia.

Nos confrontos, prosseguiu, as Forças de Defesa e Segurança (FDS) moçambicanas, juntamente com “as forças irmãs do Ruanda, entraram em confrontação, em contacto direto com o inimigo”.

Antes dos combatentes em Mocímboa da Praia, já se tinham verificado confrontos, entre segunda-feira e terça-feira, no distrito de Nangade, entre a força local — uma milícia formada por veteranos da luta de libertação nacional -, e os rebeldes, prosseguiu o chefe de Estado moçambicano.

“As forças locais, os veteranos, juntamente com os seus descendentes, entraram em contacto [com os insurgentes] e puseram fora de combate alguns terroristas”, disse Filipe Nyusi.

Cabo Delgado enfrenta desde outubro de 2017 uma rebelião armada com ataques reclamados por movimentos associados ao grupo extremista Estado Islâmico, combatida desde 2021 com o apoio dos militares do Ruanda e dos países da África austral, esta última em processo de retirada do terreno desde abril, a concluir até julho próximo.

Daniel Chapo visita Armando Guebuza para discutir futuro de Moçambique

Daniel Francisco Chapo, candidato presidencial da Frelimo nas próximas eleições, encontrou-se ontem com Armando Guebuza, ex-Presidente da República de Moçambique e Presidente Honorário da Frelimo. A reunião, que teve lugar no escritório de Guebuza, serviu para debater a actualidade política nacional e preparar a estratégia do partido para as próximas eleições gerais.

Armando Guebuza, uma figura proeminente na história do partido e do país, já exerceu as funções de Secretário-Geral e Presidente da Frelimo. A sua experiência foi considerada valiosa por Daniel Chapo, o actual Secretário-Geral Interino e candidato presidencial, que vê na consulta aos veteranos um pilar importante para o fortalecimento do partido.

A reunião, descrita por fontes do partido como um momento de reflexão conjunta, centrou-se nas estratégias para o próximo ciclo de governação e nas eleições que se avizinham. Chapo, que tem vindo a destacar a importância de ouvir os combatentes da luta de libertação nacional e outros experientes na gestão do país, reforçou a necessidade de união entre todas as gerações. “Jovens, mulheres e homens de todas as idades devem unir-se em prol do desenvolvimento do país”, afirmou.