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Três jovens detidos por roubo de 600 Mil meticais em Nicoadala

Suspeitos faziam parte de grupo armado que assaltou uma fábrica de farinha; quatro cúmplices estão foragidos

Três jovens encontram-se detidos na cidade de Quelimane, indiciados de envolvimento num assalto a uma unidade de processamento de farinha localizada em Namacata, no distrito de Nicoadala, durante o fim de semana. Os assaltantes conseguiram subtrair cerca de 600 mil meticais em numerário, segundo fontes ligadas à investigação criminal.

De acordo com os relatos das autoridades, o grupo neutralizou os guardas da fábrica, amarrando-os, e forçou a entrada nas instalações com recurso a ferramentas contundentes e a uma arma de fogo. Apesar de já serem conhecidos nos meios policiais por alegado envolvimento em crimes similares, os três detidos negam qualquer participação neste episódio.

O grupo criminoso seria composto por sete indivíduos. Os quatro restantes conseguiram evadir-se e continuam em fuga, levando consigo a arma utilizada na acção. As autoridades intensificam diligências no terreno para localizar os foragidos e recuperar o montante roubado.

Porto de Quelimane pode tornar-se eixo estratégico do comércio Malawiano, diz Pio Matos

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Governador da Zambézia posiciona infraestrutura como solução logística regional durante Feira Internacional de Negócios do Malawi.

A província da Zambézia está a apostar  na diplomacia económica como vector de desenvolvimento regional. A sua presença robusta na Feira Internacional de Negócios do Malawi, que decorre de 22 a 29 de Maio,  representa uma viragem estratégica na forma como Moçambique pretende reposicionar-se no tabuleiro das trocas comerciais da África Austral.

À cabeça da delegação moçambicana, o Governador da Zambézia, Pio Augusto Matos, fez soar o nome do Porto de Quelimane como uma solução viável, imediata e vantajosa para as necessidades logísticas do vizinho Malawi, país com carência histórica de acesso ao mar.

A proposta não é nova, mas ganha novo fôlego num momento em que o Malawi procura rotas alternativas para dinamizar o seu comércio externo, perante constrangimentos logísticos nos corredores tradicionais. O Porto de Quelimane, apesar de subaproveitado nas últimas décadas, volta ao centro da discussão como activo estratégico, cuja revitalização poderá gerar impactos económicos substanciais para ambos os países.

Regina Ngonde, Diretora Provincial da Indústria e Comércio, reforça a intenção de “promover os produtos e serviços da província, atrair investimento directo estrangeiro e estabelecer parcerias comerciais sustentáveis com operadores malawianos”. A missão moçambicana à feira não se limita à exibição de potencialidades, pretende captar negócios e sedimentar a presença zambeziana no mercado internacional.

A Feira Internacional de Negócios do Malawi reúne representantes governamentais, empresários e investidores de vários pontos do mundo, funcionando como plataforma privilegiada para a concertação de interesses comerciais e a consolidação de redes de cooperação multilateral. É neste palco que a Zambézia procura inscrever a sua relevância geoeconómica. A intenção política é transformar o Porto de Quelimane num polo logístico de referência regional.

Altos oficiais da PRM passam à reserva em cerimónia solene hoje em Maputo

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O acto solene decorre esta sexta-feira em Maputo e assinala transição de quadros seniores da corporação

Realiza-se hoje, em Maputo, uma cerimónia oficial de passagem à reserva, em efectividade de serviço, de vários quadros seniores da Polícia da República de Moçambique (PRM), incluindo Oficiais Comissários, Superintendentes e Inspectores. O evento marca o encerramento de um ciclo de serviço activo de altos responsáveis da corporação que, ao longo das suas carreiras, desempenharam funções estratégicas no sistema de segurança interna do país.

A cerimónia será presidida pelo Ministro do Interior, Paulo Chachine, numa sessão que contará igualmente com a presença do Comandante-Geral da PRM, Adriano Sive, bem como de membros do Conselho Consultivo do Ministério do Interior e do Colectivo do Comando da PRM.

A passagem à reserva representa o reconhecimento formal do Estado pelo contributo prestado por estes oficiais à ordem, tranquilidade e segurança públicas, numa fase em que se assiste à renovação dos quadros e à reestruturação operativa da força policial moçambicana.

O evento ocorre num contexto de contínuos desafios no sector da segurança, em que se exige uma transição institucional sólida e o reforço da capacidade operacional da PRM.

Chissano vê agitação pós-eleitoral como “crise de crescimento” e diz-se “surpreendido” com qualidades de Chapo

O antigo Presidente moçambicano Joaquim Chissano vê a agitação social após as eleições de outubro como uma “crise de crescimento” nos 50 anos da independência, assumindo-se “surpreendido” com as qualidades do novo chefe de Estado, Daniel Chapo.

“É crise do crescimento, talvez, não é? O nosso país cresceu muito em termos de população, mas também em termos de conhecimento, em termos de comunicação. Então, chega-se a um momento onde toda a gente fala ao mesmo tempo”, afirmou o antigo Presidente (1986 a 2005), em entrevista à Lusa, em Maputo.

Chissano sucedeu a Samora Machel, que proclamou a independência em 1975 e morreu num acidente aéreo em 1986, e foi também o primeiro Presidente da República de Moçambique eleito democraticamente, nas eleições multipartidárias de 1994, e fez vários apelos ao diálogo durante a crise pós-eleitoral, que de 21 de outubro do ano passado a março provocou cerca de 400 mortos, em protestos, manifestações, paralisações e saques no país.

Agora, sublinha a importância da pacificação que começa a surgir no país: “Felizmente, estamos a conseguir acalmar, para que realmente falemos uns com os outros, e não falamos cada um para si próprio. E falamos uns com os outros e encontramos soluções”.

Após meses de violência, Daniel Chapo assinou em 05 de março um acordo político para pacificação de Moçambique com todos os partidos políticos, que descreveu como uma “nova era” para o país, prevendo várias reformas estruturantes, em 23 de março reuniu-se pela primeira vez com Venâncio Mondlane, candidato presidencial que não reconhece os resultados das eleições gerais de outubro, encontro que repetiu na terça-feira, já com o cenário de pacificação nacional.

Joaquim Chissano, 85 anos, o mais antigo dos três presidentes honorários da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), que se envolveu na guerrilha desde 1963, assistiu em 2024 à escolha de Daniel Chapo pelo Comité Central como candidato do partido no poder desde 1975 a Presidente da República nas eleições gerais de 09 de outubro. Ao fim de cinco meses de presidência de Chapo, assume-se surpreendido.

“Bom, surpreendeu-me porque eu não tinha convivido com ele. Conhecia vagamente que era governador em Inhambane [província do sul]. Mas, quando eu vi como a juventude o enaltecia e queria que ele fosse o novo Presidente, para trazer nova maneira de trabalhar, eu também comecei a ficar entusiasmado”, admitiu.

O antigo Presidente diz que sempre defendeu a necessidade de sangue novo no partido e no país, o que reconhece que aconteceu agora com Daniel Chapo: “Sempre quis que houvesse sempre alguém que viesse trazer novas coisas. É o sentido que eu dei à minha retirada do ativo, que era para dar lugar aos que pudessem vir com ideias inovadoras. E é isto aconteceu e aconteceu com muito acerto desta vez”.

Num ano que Moçambique assinala os 50 anos de independência, proclamada por Samora Machel em 25 de junho de 1975, Daniel Chapo, 48 anos, foi empossado, em janeiro, como o primeiro Presidente da República já nascido no novo país.

“A idade dele é a idade da Independência (…) Mas agrada-nos saber que ele não esquece de onde viemos. Ele procura ver de onde viemos, onde estamos e olha para onde vamos. Com todas as inovações na forma de lidar com as pessoas”, concluiu Chissano.

Lusa

O país da propaganda em cadeia

Na semana passada, a Comissão Política da FRELIMO reuniu-se para a sua 48.ª sessão ordinária. No papel, o encontro visava “avaliar a marcha do país”, escutar o pulsar do povo, e orientar a governação rumo ao bem-estar colectivo. Na prática, porém, assistimos a mais uma encenação política, fiel ao velho guião de autoelogio partidário.

Sob a batuta do recém-entronizado Presidente da FRELIMO e da República, Daniel Chapo, o partido no poder voltou a oferecer ao povo moçambicano um banquete de palavras, recheadas de promessas, pinceladas de patriotismo institucional e a velha ilusão de que estamos no caminho certo. Mas a pergunta que se impõe: certo para quem?

Falam da prorrogação do IVA como se a fosse salvação. Mas que impacto tem essa medida num mercado onde a economia informal dita as regras e os preços? O sabão continua caro, o açúcar é artigo de luxo em muitas casas, e o óleo alimentar virou produto racionado nos lares de baixa renda. O IVA pode estar isento na lei, mas a fome não se isenta nas panelas vazias.

Falam da redução das portagens como prova de sensibilidade social. Mas não dizem quem paga a diferença. Não dizem que os contractos com as concessionárias privadas permanecem intocáveis, garantidos com fundos públicos. Quem, afinal, está a beneficiar? Os automobilistas urbanos de Maputo ou os camponeses do Gurué que não sabem o que é uma portagem?

Enchem a boca com a “aplicação da Lei do Diálogo Nacional Inclusivo”. Mas alguém já viu esse diálogo a acontecer nas zonas de conflito em Cabo Delgado? Alguém consultou os partidos extraparlamentares? E os activistas perseguidos, os jornalistas silenciados, os cidadãos detidos por ousarem protestar pacificamente?

Falam da Tocha da Unidade Nacional como símbolo de moçambicanidade. Mas esquecem que, enquanto a tocha corre as estradas em festivais pagos pelo erário público, a nação continua fracturada socialmente, economicamente e geograficamente. Em Inhassunge, por exemplo, o povo espera há anos por uma simples ponte para atravessar um rio. Isso também é moçambicanidade, ou apenas a periferia que não cabe nas fotos?

E quanto à diplomacia presidencial, a mesma que posa para retratos com líderes estrangeiros e sela acordos com o FMI, que frutos concretos colheu o cidadão comum? O desempregado de Quelimane, o pescador de Pebane, o enfermeiro de Chibuto, a mãe solteira do bairro de Namicopo, todos continuam de fora deste teatro de vitórias imaginárias.

O pior, porém, não é o conteúdo, é o silêncio cúmplice da bancada parlamentar da FRELIMO, apresentada como “fiscalizadora activa” da governação. Fiscalizadora? De quê? Quantas interpelações reais foram feitas? Quantas vezes se opuseram às decisões do Executivo? Ou será que fiscalizar, na nova gramática política da FRELIMO, significa apenas aplaudir com mais força?

Quando a governação se transforma numa máquina de propaganda, o país perde o rumo. E quando a crítica é confundida com sabotagem, o futuro deixa de ser construção colectiva para se tornar propriedade privada de um partido.

Estamos num país onde o poder fala muito mas muito mesmo, mas escuta pouco. Onde se produz narrativa em série e se ignora o sofrimento quotidiano do cidadão. O povo já não come discursos, nem vive de decretos. Quer justiça social, dignidade, pão na mesa e sobretudo verdade.

A continuar assim, a governação torna-se um espectáculo de sombras, encenado por elites para uma audiência cansada, que cada vez mais olha para fora do palco em busca de sentido.

E se há algo que a história nos ensina, mesmo quando tentam reescrevê-la, é que nenhum regime sobrevive eternamente ao seu próprio silêncio.

Zito do Rosário Ossumane
Jornalista e activista político
Coluna “Artigo 51” – Porque o povo tem direito ao contraditório

Novo livro sobre hidrocarbonetos lança debate académico sobre exploração de recursos em Moçambique

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O cenário energético moçambicano ganha mais uma ferramenta de análise com o lançamento do livro “Pesquisa de Hidrocarbonetos em Moçambique: Uma Visão Geral sobre as Recentes Descobertas e Estratégias de Desenvolvimento”, da autoria de Rudêncio Morais. A cerimónia de lançamento está agendada para o dia 27 de Maio de 2025, às 16h00, no anfiteatro da Faculdade de Ciências da Universidade Eduardo Mondlane (UEM), em Maputo.

O evento contará com a apresentação de Daud Jamal, director da Faculdade de Ciências da UEM, e comentários do Ministro dos Recursos Minerais e Energia, Estêvão Pale, cuja presença é indicativa da relevância institucional do tema tratado na obra.

Editado pela Ethale Publishing, o livro propõe-se a oferecer uma visão abrangente sobre as recentes descobertas de hidrocarbonetos no país, nomeadamente gás natural e petróleo, discutindo as implicações económicas, ambientais e políticas dos projectos em curso.

Segundo o material de divulgação do evento, o autor, Rudêncio Morais, baseia-se em dados técnicos e evidências de campo para apresentar um retrato actualizado do sector, destacando as oportunidades de desenvolvimento e os desafios que Moçambique enfrenta na gestão sustentável desses recursos.

A escolha do espaço universitário para o lançamento não é casual: a Universidade Eduardo Mondlane tem sido um centro privilegiado de reflexão sobre os caminhos da ciência e da tecnologia no país, e o debate em torno dos hidrocarbonetos continua a ser um dos eixos centrais das políticas públicas e da estratégia de industrialização.

O evento é aberto ao público e espera reunir académicos, estudantes, técnicos do sector energético e decisores políticos.

Severino Ngoenha relança obra fundamental sobre a consciência histórica moçambicana

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A reflexão sobre a identidade e memória histórica de Moçambique ganha novo impulso com o relançamento da obra “Por uma Dimensão Moçambicana da Consciência Histórica”, de autoria do conceituado académico Severino Ngoenha. A segunda edição da obra será apresentada ao público na próxima quarta-feira, 28 de Maio de 2025, às 17h00, no anfiteatro José Luís Cabaço da Universidade Técnica de Moçambique (UDM), em Maputo.

A apresentação do livro estará a cargo do Professor António Tomo, figura respeitada nos círculos académicos nacionais, cuja leitura crítica promete situar o contributo de Ngoenha no debate sobre a reconstrução filosófica e histórica do país.

Nesta nova edição, Severino Ngoenha revisita os fundamentos do pensamento africano e as formas como a consciência histórica se constrói, se apaga ou se manipula nos contextos pós-coloniais, lança provocações urgentes sobre o lugar da história moçambicana no imaginário nacional.

Publicado pela Ethale Publishing, o livro continua a desafiar tanto os leitores comuns como os investigadores universitários a repensar o tempo histórico à luz dos valores africanos, do colonialismo e das dinâmicas de poder que moldaram o presente.

O evento de lançamento decorre num momento em que se intensificam os debates sobre o currículo escolar, a memória política e os símbolos nacionais, tornando a obra de Ngoenha uma peça chave para compreender os dilemas identitários e culturais do país.

Aberto ao público, o lançamento deverá atrair académicos, estudantes, pensadores e interessados na produção intelectual moçambicana, consolidando o papel da UDM como espaço de reflexão crítica e cidadania activa.

ARC estuda regulação do transporte de táxis tradicionais e por aplicativo nas cidades de Maputo e Matola

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A Autoridade Reguladora da Concorrência (ARC) está a realizar um estudo sobre o impacto da transformação digital no sector dos transportes rodoviários de passageiros, com enfoque nos serviços de táxis de praça e por aplicativo nas cidades de Maputo e Matola. A acção visa compreender as novas dinâmicas concorrenciais e propor recomendações regulatórias que assegurem um mercado mais eficiente, competitivo e inovador.

Intitulado “Concorrência e Regulação nos Mercados de Transporte Rodoviário de Passageiros em Táxis de Praça e por Aplicativo nas cidades de Maputo e Matola”, o estudo responde aos desafios e oportunidades gerados pelo avanço das plataformas digitais de transporte, que têm alterado o panorama tradicional do serviço de táxi urbano.

Segundo o comunicado da ARC, datado de 22 de Maio de 2025, o surgimento e consolidação de serviços baseados em tecnologias de e-hailing (chamada electrónica de táxi) impuseram uma nova lógica concorrencial ao mercado, introduzindo oportunidades de negócio, maior conveniência para os utilizadores e, ao mesmo tempo, desafios de natureza regulatória.

“Com o avanço tecnológico, a prestação de serviços de transporte de passageiros em táxis […] tem se observado transformações significativas e potencialmente irreversíveis”, refere o documento. Neste contexto, a ARC considera essencial identificar os principais obstáculos e lacunas no quadro regulatório vigente.

A Autoridade esclarece que este trabalho de análise está inserido no seu mandato legal de promoção e defesa da concorrência nos sectores público e privado, com o objectivo de salvaguardar os direitos dos consumidores e garantir o funcionamento eficiente dos mercados.

Governo requalifica Centro de Formação de Chingodzi para melhorar capacitação técnica juvenil

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O Centro de Instrução e Formação Profissional de Chingodzi, uma unidade sob tutela do Serviço Cívico de Moçambique (SCM), encontra-se em processo de requalificação com vista à modernização das suas infra-estruturas e ao reforço da qualidade da formação técnica e profissional oferecida aos jovens moçambicanos.

O processo de reabilitação, que abrange inicialmente três infra-estruturas prioritárias, tem como objectivo central adequar o centro às exigências actuais do mercado laboral e às orientações das políticas públicas de empoderamento juvenil. As acções em curso visam, igualmente, melhorar as condições de aprendizagem dos jovens integrados no Serviço Cívico, bem como dos residentes das comunidades vizinhas.

A cerimónia oficial que marcou o arranque das obras foi dirigida pelo Ministro da Defesa Nacional, Cristóvão Chume, que reiterou o compromisso do Governo em investir na formação profissional como pilar essencial para a inserção social e laboral dos jovens.

“O nosso compromisso é assegurar que os jovens tenham acesso a uma formação de qualidade e com certificação reconhecida, criando assim oportunidades reais de inserção no mercado de trabalho”, declarou o governante, salientando que os cursos ministrados contarão com a certificação oficial do Instituto Nacional de Emprego e Formação Profissional (INEFP).

Cristóvão Chume acrescentou que o centro será igualmente aberto à participação de jovens provenientes das comunidades circunvizinhas, promovendo a inclusão social, o desenvolvimento local e a cidadania activa. A requalificação deverá facilitar a realização de actividades conjuntas entre prestadores do Serviço Cívico e civis, criando um ambiente de aprendizagem partilhada e de fortalecimento dos laços comunitários.

Marinha de Guerra realiza balanço operacional com foco nas acções em Cabo Delgado

O Comando da Marinha de Guerra de Moçambique promoveu, na manhã desta quinta-feira, 22 de Maio de 2025, a Segunda Secção do Balanço Operacional Mensal, nas instalações da sede do ramo, na cidade de Maputo.

O encontro, presidido pelo Comandante da Marinha de Guerra, Contra-Almirante Eugénio Da Silva Muatuca, contou com a participação de membros do Estado-Maior da Marinha, Comandantes de Unidades e Subunidades, bem como representantes dos Estabelecimentos de Ensino da Marinha. Algumas unidades tomaram parte nos trabalhos por via remota, assegurando a abrangência e inclusão na avaliação dos trabalhos em curso.

A sessão serviu de plataforma para a análise de diversos temas estratégicos, com destaque para as operações navais em curso no Teatro de Operações de Cabo Delgado, onde a Marinha desempenha um papel determinante na segurança marítima e apoio às acções conjuntas de defesa.

O balanço operacional visa aferir os progressos, desafios e necessidades das forças destacadas, com o objectivo de reforçar a eficácia das intervenções militares e garantir uma resposta coordenada aos fenómenos de instabilidade que afectam a zona norte do país.