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BCI promove literacia financeira para artistas

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Realizou-se, na Quinta-feira (20), na Mediateca do BCI, em Maputo, uma acção de educação financeira para artistas, no âmbito da Semana Internacional do Dinheiro (Global Money Week – GMW), celebrada de 17 a 23 de Março. A sessão foi organizada em parceria com o Centro Cultural Moçambicano-Alemão (CCMA).

Sob o lema “Explorando Oportunidades no Empreendedorismo: Estratégias Financeiras para Artistas”, a palestra foi conduzida pela activista social Mariza Dias, que abordou temáticas essenciais sobre gestão financeira e sustentabilidade económica no sector artístico.

Em representação do BCI, o Director Comercial Regional, Ângelo Mazive, recordou o continuado apoio do BCI à cultura e aos artistas, sublinhando a importância da sustentabilidade como vector essencial do desenvolvimento económico e social. “No BCI, acreditamos que acções sustentáveis são fundamentais para fortalecer o crescimento de sectores estratégicos da economia”, afirmou Mazive.

Nesta 13ª edição da Global Money Week, e subordinado ao tema “Reflicta antes de seguir: Finanças sábias hoje, sucesso amanhã”, o BCI promoveu diversas iniciativas dirigidas a estudantes universitários, alunos do ensino secundário e artistas.

O BCI mantém-se dedicado à promoção da educação financeira e ao incentivo a hábitos de poupança, com o propósito de preparar as futuras gerações para uma vida financeira mais consciente.

O evento foi acolhido com entusiasmo pelo público, proporcionando um ambiente dinâmico e interactivo. Os participantes demonstraram grande interesse em aprofundar os conhecimentos adquiridos e em aplicar as estratégias discutidas, para fortalecer as suas carreiras artísticas. Com a iniciativa, o BCI reafirma o seu compromisso com a literacia financeira e com o desenvolvimento do sector cultural em Moçambique.

Chapo ouve queixas dos servidores públicos e promete “soluções faseadas”

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O Presidente da República, Daniel Chapo, reuniu-se esta terça-feira em Lichinga com Funcionários e Agentes do Estado (FAE) para ouvir as preocupações da classe. No encontro, o Chefe de Estado reconheceu as dificuldades que afectam o funcionario público e assegurou que o Governo está “empenhado” na busca de soluções, ainda que de forma gradual e condicionada à disponibilidade financeira.

A reunião, integrada na agenda de visita presidencial à província do Niassa, revelou um quadro já conhecido, salários em atraso, demora na fixação de pensões, problemas na implementação da Tabela Salarial Única (TSU) e morosidade nos actos administrativos, incluindo a falta de visto do Tribunal Administrativo para novos servidores. Algumas destas questões, reconheceu Chapo, ainda não têm solução à vista.

“Registámos as preocupações e vamos ter que sentar para encontrar as soluções. Esta é a razão da nossa vinda”, disse o Presidente, sem apresentar medidas concretas. No entanto, garantiu que “gradualmente” algumas inquietações estão a ser atendidas, citando como exemplos o pagamento do 13.º salário e a regularização de pagamentos de horas extras e turnos. O ritmo dessas resoluções, sublinhou, depende da disponibilidade financeira do Estado.

Funcionários que participaram no encontro manifestaram frustração com a demora no pagamento de subsídios por morte e localização, que continuam a penalizar os mais vulneráveis. Outros apontaram falhas na aplicação da TSU, resultando em perdas salariais e incerteza entre os servidores públicos. “Estamos a fazer um esforço muito grande para valorizar o trabalho que os colegas estão a fazer”, defendeu o Presidente.

No discurso de encerramento, Chapo prometeu que o Governo continuará a “trabalhar para resolver pouco a pouco” os problemas do sector público e reafirmou o compromisso de visitar a província com mais frequência. “Tudo o que foi apresentado como preocupações registámos e vamos trabalhar para resolver”, disse, sem avançar prazos ou mecanismos concretos.

Com um Estado cada vez mais pressionado pelas dificuldades financeiras e uma classe de funcionários que vê o seu poder de compra reduzido, a reunião em Lichinga não trouxe novidades sobre quando e como os problemas serão resolvidos.

Mambas: Chapo apela ao apoio total antes do duelo com a Argélia

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A poucas horas do embate decisivo entre Moçambique e Argélia, em Argel, a contar para a sexta jornada do Grupo G das eliminatórias rumo ao Mundial de 2026, o Presidente da República, Daniel Chapo, deixou uma mensagem de incentivo à selecção nacional e a todos os moçambicanos.

“Queria desejar à nossa Selecção Nacional, os ‘Mambas’, um bom jogo hoje em Argel. Que seja um momento de orgulho para o nosso futebol e para toda a nação moçambicana, do Rovuma ao Maputo”, declarou o Chefe de Estado, sublinhando a importância do apoio dos adeptos como o “12.º jogador” nesta caminhada.

A selecção moçambicana, comandada por Chiquinho Conde, chega a este confronto embalada pela vitória de 3 a 1 sobre o Uganda, resultado que relançou as suas aspirações na luta pela qualificação. Para manter vivo o sonho do Mundial, os ‘Mambas’ precisam de um desempenho sólido frente à poderosa selecção argelina, uma das favoritas do grupo.

Daniel Chapo reafirmou o compromisso do Governo em continuar a apoiar o futebol nacional e apelou à união do povo moçambicano em torno da selecção. “Boa sorte, Mambas! Estamos convosco nesta batalha, porque acreditamos na vossa capacidade de levar Moçambique mais longe”, concluiu.

A bola vai rolar no Estádio Hocine Ait Ahmed, e a expectativa é alta. Uma vitória dos ‘Mambas’ poderá colocar Moçambique na liderança do grupo, afastando os argelinos da corrida ao Mundial. O país aguarda com esperança.

ADE promove Fórum Regional sobre Gestão de Informação Geo-espacial e ODS

Arrancou, na Segunda-feira, 24 de Março, em Maputo, o Fórum Regional sobre o Reforço dos Mecanismos de Gestão da Informação Geo-espacial e a Aceleração da Implementação dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Organizado pela Agência Nacional de Desenvolvimento Geo-Espacial, Instituto Público
(ADE – IP), em parceria com instituições de renome como o Centro Global de
Conhecimento e Inovação das Nações Unidas (UN-GGKIC), a Global Aliance, Comité de
Especialistas sobre a Gestão Global de Informação Geográfica do Secretariado das Nações
Unidas (UN-GGIM) e o Comité Regional de África e o seu Secretariado na Comissão
Económica para África (ECA), o evento decorrerá até sexta-feira, 28 de Março.

Como parte da programação, realiza-se o Workshop Sub-regional sobre o Quadro
Integrado de Informação Geo-espacial das Nações Unidas (UN-IGIF) para a África Austral,
sob o lema “Implementando Estratégias Geo-espaciais: Desafios e Oportunidades”. Este
workshop de carácter interactivo, proporcionará três dias de troca de experiências,
partilha de melhores práticas e estratégias para melhorar a gestão de informação de
dados de localização, com ênfase na colaboração regional e na inovação tecnológica.
O ponto alto do Fórum Regional sobre o Reforço dos Mecanismos de Gestão da
Informação Geo-espacial e a Aceleração da Implementação dos ODS acontecerá nos dias
27 e 28 de Março (quinta e sexta-feira), com a realização de um Encontro de Liderança de
Alto Nível. Este encontro reunirá quadros superiores, especialistas e decisores políticos
para discutir avanços, desafios e oportunidades no sector. O objectivo principal é alinhar esforços para fortalecer os mecanismos de gestão de informação e a infra-estrutura
digital pública.

O evento é organizado em colaboração com organizações internacionais e instituições
governamentais e tem como principal objectivo promover a adopção de mecanismos
eficazes de gestão da informação de dados de localização, para acelerar o cumprimento
dos ODS na África Austral, com especial atenção para os Pequenos Estados Insulares em
Desenvolvimento (SIDS) e os Países em Desenvolvimento sem Litoral (LLDC).
A informação geo-espacial desempenha um papel crucial na implementação da Agenda
2030 das Nações Unidas, permitindo um planeamento mais eficaz e inclusivo. A recente
aprovação do Decreto-Lei que cria a Infra-estrutura de Dados Espaciais de Moçambique
(IDEMOC) reflecte o compromisso do Governo moçambicano em fortalecer a gestão
integrada desses dados e garantir a sua utilização para decisões informadas e
sustentáveis.
O Fórum contará com a participação de representantes governamentais, especialistas
internacionais, académicos, sector privado e sociedade civil, consolidando parcerias para
um futuro mais inovador e equitativo.

AQUA e a caça ao carvão: fiscalização ou extorsão disfarçada?

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AQUA e a caça ao carvão: fiscalização ou extorsão disfarçada?

Na entrada da cidade de Quelimane, fiscais não identificados e sem qualquer tipo de uniforme, alegadamente pertencentes à Agência Nacional Para o Controle da Qualidade Ambiental (AQUA) na Zambézia, interpelaram uma viatura de transporte de carga proveniente da localidade de Licuar, distrito de Nicoadala. O veículo transportava diversos produtos, incluindo carvão e passageiros.

Entre os ocupantes, seguiam três mulheres vendedeiras de carvão, que, à custa deste pequeno negócio, sustentam as suas famílias e contribuem para a economia de subsistência das comunidades rurais.

Os supostos fiscais, sem apresentar qualquer identificação formal, ordenaram a apreensão da viatura e a descarga de parte dos produtos transportados, retendo 19 sacos de carvão. Para a sua devolução, foi exigido o pagamento de uma multa de 20 mil meticais – um valor exorbitante para quem sobrevive da venda de pequenos montes de carvão.

A acção levantou questões sobre a legalidade e transparência da actuação da AQUA. A pobreza e a fome que assolam as populações rurais foram completamente ignoradas, destapando a forma como as instituições públicas muitas vezes se tornam predadoras daqueles que já pouco têm.

O Jornal Txopela, que sai às quartas-feiras, traz mais detalhes sobre este caso e outras situações que expõem as contradições da fiscalização em Moçambique.

 

PR orienta elaboração urgente de plano de acção para reduzir acidentes de viação

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O Presidente da República, Daniel Chapo, ordenou esta terça-feira a elaboração urgente de um Plano de Acção para reduzir a sinistralidade rodoviária em Moçambique, a ser apresentado na próxima sessão do Conselho de Ministros. A decisão surge na sequência do trágico acidente ocorrido no distrito de Gôndola, província de Manica, onde 22 pessoas perderam a vida.

Durante a IX Sessão Ordinária do Conselho de Ministros, realizada em Lichinga, Chapo expressou condolências às famílias das vítimas e manifestou preocupação com a escalada de mortes nas estradas. O Chefe de Estado instruiu o sector de Transportes e Logística a liderar o processo, envolvendo todas as entidades ligadas à fiscalização rodoviária.

“Nós queremos endereçar as nossas mais sentidas condolências às famílias enlutadas (…). É de lamentar e reiterar mais uma vez as nossas mais sentidas condolências”, afirmou Chapo. Mas enquanto os discursos se repetem, a realidade das estradas moçambicanas mantém-se imutável: vias em péssimas condições, fiscalização frouxa e um sistema de transportes caótico, onde a pressa de chegar antes da concorrência custa vidas diariamente.

A promessa de um Plano de Acção não é novidade. Governos sucessivos já tentaram – e falharam – em conter a carnificina rodoviária. As “reflexões profundas” que Chapo pede são as mesmas que já foram feitas dezenas de vezes, sem que a situação melhorasse.

A Estrada Nacional Número 1, apontada pelo próprio Presidente como um dos troços mais críticos, é um retrato fiel do problema: rodovias sem sinalização, troços esburacados e condutores que desafiam as leis do trânsito impunemente. Afinal, quem fiscaliza os fiscais?

O governo diz que está a fazer “tudo por tudo” para evitar mais mortes. No entanto, enquanto não houver medidas concretas e efectivas – como investimentos sérios em infraestruturas rodoviárias, reforço da fiscalização e punição real para infractores – os moçambicanos continuarão a morrer nas estradas, enquanto os responsáveis políticos anunciam novos planos que, na prática, raramente saem do papel.

Mais um massacre nas estradas moçambicanas: 20 mortos em Cafumpe

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Moçambique volta a chorar as vítimas de mais um massacre rodoviário. Desta vez, o cenário de tragédia instalou-se em Cafumpe, distrito de Gôndola, província de Manica, onde um acidente de viação ocorrido na tarde de segunda-feira, 24 de Março, ceifou 20 vidas e deixou seis feridos.

O Presidente da República, Daniel Chapo, reagiu com pesar ao sinistro, endereçando condolências às famílias enlutadas e desejando rápidas melhoras aos feridos. Mas, enquanto os discursos de consternação se repetem, as estradas moçambicanas continuam a ser palco de mortes evitáveis.

A sucessão de acidentes fatais expõe um problema crónico: a negligência na segurança rodoviária, marcada por excesso de velocidade, desrespeito às regras de trânsito e fiscalização deficiente. O apelo presidencial para uma condução responsável não é novidade. Governos anteriores também manifestaram preocupação com o tema, mas os números de sinistros continuam alarmantes.

A retórica sobre a “preservação da vida humana” precisa traduzir-se em acções concretas. A impunidade, a falta de investimento em infraestruturas rodoviárias seguras e uma fiscalização que raramente passa do discurso são factores que perpetuam tragédias como a de Cafumpe.

O Governo diz estar a acompanhar a situação e a prestar assistência às vítimas. No entanto, sem medidas estruturantes e um compromisso sério com a segurança rodoviária, Moçambique continuará a contar mortos nas estradas, enquanto os decisores políticos se limitam a discursos de ocasião.

A paciência dos Professores de Quelimane à prova: Até quando esperar pelo pagamento das horas extras?

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Por: José Piletiche

Os professores de Quelimane vivem dias de incerteza e frustração. Depois de o Presidente da República, Daniel Chapo, ter garantido publicamente que o pagamento das horas extras referentes a 2023 seria realizado nos primeiros 100 dias do seu governo e que os valores já estavam disponíveis nas províncias, a realidade mostra um cenário bem diferente. Passadas mais de três semanas, não há sinais concretos do pagamento, e o silêncio das autoridades locais só alimenta especulações e indignação.

O que antes parecia uma promessa firme transformou-se em desilusão. Até agora, nenhum dirigente provincial veio a público esclarecer os motivos desse atraso, deixando os professores sem explicações oficiais. Nos corredores da administração, fala-se que a Direção Provincial de Educação ou alguém com influência dentro do setor instruiu os serviços provinciais de finanças a travar os pagamentos de Quelimane, alegadamente por erros nos cálculos. Se essa informação for verdadeira, significa que a esperança dos professores foi deliberadamente frustrada, colocando em causa a seriedade das promessas feitas.

O impacto desse não pagamento vai além das contas bancárias dos professores. Desmotiva, desorganiza e mina a moral de profissionais que, apesar de tudo, continuam a dar aulas sem greves ou paralisações. Mas até que ponto essa paciência será mantida? Será que a passividade dos professores é interpretada como sinal de fraqueza? O ditado diz que “bebê que não chora, não mama”. Será essa a lição que os educadores de Quelimane estão sendo obrigados a aprender?

A verdade é que, sem pressão, muitos problemas tendem a ser ignorados ou adiados indefinidamente. Se a questão do pagamento das horas extras não for resolvida com urgência, o sistema de ensino pode enfrentar consequências graves. Afinal, como se pode exigir dedicação e zelo de professores que se sentem desvalorizados e enganados?

Mais do que discursos e promessas, os professores de Quelimane precisam de respeito e ação concreta. É hora de as autoridades assumirem a responsabilidade e garantirem que o direito desses profissionais seja cumprido. O tempo da espera sem respostas já passou—agora é o momento de cobrar e agir.

Qualificações africanas para Mundial 2026: “Jogar no Campeonato do Mundo é um sonho”, disse Chiquinho Conde

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“Jogar no Campeonato do Mundo é um sonho para os jogadores e, como treinador, eu adoraria estar lá”, disse Chiquinho Conde, treinador da selecção de Moçambique. O bom desempenho dos Mambas contra os argelinos pode ajudar muito nas aspirações dos moçambicanos nesta recta final. Argélia vs Moçambique é um dos jogos mais aguardados desta jornada. O jogo será disputado,hoje, às 23h, no Estádio Hocine Ait Ahmed, na Cidade de Tizi Ouzou.

“Actualmente, o número de equipas que se qualificam para o Campeonato do Mundo aumentou e nós temos um sonho. Vamos lutar para alcançar os nossos objectivos com humildade e respeito pelos nossos adversários, independentemente do seu calibre”, concluiu Conde.

Os jogos de qualificação africana para o Mundial de Futebol 2026 contam com a transmissão em directo da DStv e GOtv através dos canais SuperSport.

Um dos jogos também mais difíceis desta sexta jornada é da Tanzânia, que vai enfrentar o líder do ‘Grupo E’, Marrocos, no Estádio de Honra de Oujda, na noite de amanhã (25). Os tanzanianos esperam que o técnico Hemed Suleiman possa dar continuidade ao progresso que fizeram recentemente, principalmente garantindo a classificação para o Campeonato Africano de Nações (CAN) de 2025.

Uma equipa que procura recuperar o seu orgulho e respeito depois de não ter qualificado para o CAN é o Gana. Os ganeses continuam a campanha de chegar ao quinto Mundial hoje à noite, vão defrontar Madagáscar – fora de casa.

“Criminalidade aumenta em Quelimane

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Foi encontrado um corpo sem vida no dia 13 de Março de 2025 nas margens do rio dos bons sinais na cidade de Quelimane de uma rapariga de aparentemente 25 anos de idade.

Pelo estado avançado de decomposição,  as  autoridades  policiais  em  conjunto  com  a  Empresa  Municipal de Saneamento (EMUSA) realizaram um funeral apressado. Segundo relatos, a moça está desaparecida desde o dia 10 de Março de 2025.

No momento desta notícia, informações adquiridas ditam que apareceram possíveis familiares da malograda querendo identificar o corpo, o que implica que a medicina legal terá que autorizar a exumação do corpo.

“Notícia em Atualização”