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Pão pode escassear na cidade de Quelimane

Falta  de  trigo  obriga  cidadãos a  deslocarem-se  para  vários distritos da província da Zambézia em busca da matéria-prima “farinha de trigo” para  produção  do  tão  procurado  alimento indispensável para o pequeno almoço (matabicho)

Na sequência, um grupo de pessoas deslocou-se para o distrito do  Ile  em  busca  da  farinha  e  conseguiu  encontrar  naquele distrito da Alta Zambézia o que procuravam.

A nossa fonte que declinou ser identificada diz que o produto é de qualidade e que conseguiram adquirir  numa loja  existente na vila de Errego pertencente a um cidadão de origem indiana.

Contudo Ezequiel Cláudio trabalhador de uma panificadora em Quelimane confirmou a escassez da farinha de  trigo e afirmou que actualmente o preço da mesma subiu.

“O trigo  estava  a 2.345,00  Mt  saco  de  50 kg  e  actualmente custa 2.535 MT. Significa que os fornecedores que entram com o  trigo  estão  a  especular  o  preço.  As  revendedoras  já  não conseguem comprar pão para vender” disse.

Cláudio, sublinha que pode estar na origem  dessa  escassez  às manifestações em reivindicação ao custo devida e a degradação das vias que dificulta o transporte de vários produtos incluindo a farinha de trigo, esta ultima escassa desde o  dia 1  de  Março de 2025.

“há duas vertentes,  a  primeira  vertente  é  que  o  trigo desapareceu por causa do jejum em que muitos  utilizam  para fazer papinhas. A outra vertente é que os camiões não  entram porque os motoristas têm medo de saque nas estradas. Antes o meu patrão adquiria 100 sacos, mas actualmente é difícil obter 10 sacos”, disse a fonte.

“Notícia em Actualização”

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA: Cobrou material escolar e foi espancada

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Uma mulher de aparentemente 35 anos de idade foi espancada brutalmente pelo  ex-parceiro  por  alegadamente  ter  cobrado material escolar para os  filhos  no  bairro  de  Micajune A,  em Quelimane, província da Zambézia.

O facto acorreu na noite de  9 de  Março  de  2025 e o  acusado encontra-se  foragido segundo os  moradores  locais. A mulher que depois foi  levada  ao  hospital,  apresentava  contusões na cabeça, tendo regressado a casa porque os ferimentos não eram profundos.

ZAMBÉZIA: Capulana com imagem de Ossufo Momade vira cinza

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Movidos   pela   má  liderança  de Ossufo  Momade  na  Resistência Nacional Moçambicana  (RENAMO), os desmobilizados  de guerra dos 16 anos pela perdiz entraram em greve nacional nesta sexta-feira (7) de Março, rasgando e queimando tudo.

Foram  cartazes  espalhados  na  avenida  Eduardo  Mondlane  em Quelimane defronte ao partido e uma “pobre” capulana ostentando a imagem de Ossufo Momade  reduzida  a  cinza,  com gritos  como: “traidor do povo, comeu o dinheiro com a Frelimo”

A greve ora em causa, acontece um pouco por todo país com as sedes provinciais e distritais encerradas, segundo um dos oficiais daquela agremiação politica.

“Notícia em Actualização no Jornal Txopela que sai as quartas-feiras”

QUELIMANE – ZAMBÉZIA: Custo de vida é insustentável

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A cidade de  Quelimane  enfrenta  uma  crise crescente  e preocupante, com um aumento drástico nos preços dos produtos de primeira necessidade nos mercados locais. O feijão manteiga,  sofreu  um  aumento  significativo,  passando de 20  Mts uma lada de leite condensado  para  30  a 35 Mts, a  manteiga  rama de 250 g  que   também  é  muito  consumida, anteriormente custava 50 Mts e actualmente varia de 75-80 Mts, o carvão vegetal que custava 500 Mt cada saco de 100 kg hoje custa 750 Mt.

Além disso, produtos como tomate, cebola, arroz, leite, açúcar também registaram aumentos expressivos, comprometendo a capacidade financeira das famílias.

EM MAPUTO: Unidade de Intervenção Rápida (UIR) dispara contra caravana de Venâncio Mondlane e faz vítima

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A Unidade de  Intervenção  Rápida  (UIR),   efetuou    disparos   contra  a   caravana de Venâncio Mondlane hoje em Maputo, um episódio  que  ocorre  no  contexto   de um dia decisivo, marcado pela expectativa da assinatura do compromisso politico para a paz em Moçambique.

O ataque, caracterizado como um massacre pela ação desproporcional das autoridades, resultou em vários feridos, entre os quais um acompanhante de Mondlane,  membro da sua comitiva. Este incidente ocorre apenas poucos dias após as polêmicas declarações do Presidente da República, Daniel Chapo,  em que afirmou que as manifestações populares seriam combatidas de forma rigorosa, mesmo que para isso fosse  necessário “jorrar sangue”.

O acto de violência levanta sérias questões sobre a intolerância política e a brutalidade das  forças de segurança, colocando em risco a  integridade  dos   direitos humanos e a estabilidade social no país. O massacre perpetrado pela UIR é um reflexo de um clima de crescente repressão, que tem gerado indignação e preocupações tanto no cenário nacional quanto internacional.

Neste momento está um coas na capital Maputo, com algumas vias bloqueadas.

População condiciona travessia Quelimane – Inhassunge devido ao estado avançado da degradação da via

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Está condicionada a travessia Quelimane – Inhassunge e vice-versa pela população que reivindica do estado avançado de degradação da estrada Mucupia-Iracamba, distrito de Inhassunge. A população diz ter aproximado aos chineses que exploram areias pesadas exigindo a construção da estrada, mas os chineses afirmam ter entregue o governo distrital 18 milhões de meticais para a reabilitação da via.

Essa situação tem  causado  sofrimento à  população há anos, enquanto as autoridades permanecem  impassíveis.  Recentemente,  a   comunidade   decidiu  tomar a frente da situação, impedindo a travessia de qualquer pessoa que tente atravessar o rio dos Bons Sinais, em Quelimane, em direção a  Inhassunge,  um distrito que acolhe o projecto de exploração de areias pesadas.

Numa conversa telefónica com um dos  Moto-táxi de Inhassunge,  que responde pelo nome de Rafique, lamentou pelo estado da estrada e diz que muita  gente têm morrido por falta de condições financeiras  para transportar os seus doentes apontando para a morte de dois recém- nascidos.

“Elas estavam internadas  no hospital de Mijalene e,  depois, foram transferidas para o hospital central de Quelimane. Com as péssimas condições da estrada, uma delas perdeu o bebê logo ao chegar em Quelimane, e a outra, após passar por uma cirurgia, também perdeu a criança”.

Disse mais, “quem  tem um doente no hospital  de  Mijalene  precisa  criar  condições de transporte até a cidade de Quelimane. Para isso, deve alugar uma motorizada, pagar 500 meticais e  ser  levado  até a  travessia de Inhassunge-Quelimane”, explicou Rafique, acrescentando que de Iracamba a Mucupia disca cerca de 30 quilómetros

 

Ministro da Saúde, Ussene Isse, visita hospital e aponta soluções para melhorar atendimento

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Na manhã de hoje, o Ministro da Saúde, Ussene Isse, realizou uma visita  ao  Hospital Provincial da Matola, depois de várias denúncias de  mau  atendimento por  parte dos funcionários daquela unidade de saúde. A insatisfação dos pacientes não se restringe a essa unidade, mas estende-se a diversos hospitais do país, onde  os doentes enfrentam longas  horas de  espera,  mesmo  na  presença  de técnicos de saúde.  Em especial, as mulheres  grávidas  têm sido as  mais  afetadas pela precariedade no atendimento nas unidades sanitárias.

Durante o  encontro  com  os  profissionais de saúde do hospital, o ministro destacou a importância  de  priorizar  o  atendimento, melhorar  a comunicação com os utentes  e       adoptar práticas  mais  humanizadas,  como  forma  de  reduzir os altos índices de reclamações. “Apelo para que haja mais comunicação, porque o diálogo com a população é fundamental”, afirmou Isse.

Na visita à maternidade do hospital, o ministro sugeriu que, para melhorar a assistência às parturientes, é essencial que um membro da família acompanhe o processo de parto. “Ter um familiar presente será  crucial para  garantir um atendimento   mais próximo e seguro para as mulheres. Cada parturiente  deve ser acompanhada por um membro da família durante todo o processo de parto”, recomendou.

Além das dificuldades com o atendimento, outro problema recorrente nos hospitais do país é a escassez de  medicamentos  nas  farmácias  públicas,  o que tem levado muitos pacientes a recorrerem às farmácias privadas, onde os medicamentos estão disponíveis, mas a preços exorbitantes. A situação  tem  gerado uma crescente insatisfação entre os cidadãos que enfrentam dificuldades para  acessar os cuidados de saúde essenciais.

Ainda no hospital, o ministro mencionou a sobrecarga que o Hospital Central de Maputo tem  enfrentado devido à crescente demanda  de  pacientes   provenientes de hospitais periféricos  da Matola,  José  Macamo  e  Mavalane.  “Precisamos  encontrar  soluções conjuntas para  enfrentar essa situação.   Não vou mais aceitar que os doentes sejam transferidos, pois isso acaba complicando ainda mais a situação do Hospital Central de Maputo”, declarou Isse.

 

NAMACURRA – ZAMBÉZIA: Caso crocodilo e líderes assassinados têm culpados

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Trata-se de  Oliveira  Oliveira  Samaria,  de 38 anos  de  idade  Funcionário  da Direção Provincial da Saúde visto num vídeo publicado nas redes sociais agredindo fisicamente aos líderes perecidos que culminou com a investigação da polícia até a sua captura.

Oliveira andava fugitivo desde o dia 2 de Fevereiro,  data em que  ocorreram os factos de superstição e feitiçaria, cujas populações do distrito de Namacurra acusavam três líderes comunitários de possuírem crocodilos que ceifavam vidas humanas no rio Namacurra.

O indiciado não negou ter participado na agressão dos líderes,  mas refuta  a acusação de tê-los mortos assumindo que participou daquele acto de violência porque perdeu um dos seus irmãos vítima  de  ataque  daqueles  répteis  gigantes. Confessa  que não era o único pois havia uma multidão a participar da violência.

Apesar de ter feito estas declarações, Oliveira não avançou mais nada argumentando que só deveria falar na frente de seu advogado.“ Respeito muito os jornalistas e a vossa classe e sei que podem nos condenar e também  salvar, mas só posso falar na presença do meu advogado”, disse o acusado.
Para  a    porta-voz da   Polícia  da  República  de   Moçambique   na Zambézia (PRM), Belarmina Henriques, o indiciado esteve “fugitivo e a polícia já tinha um  mandado  de busca contra este indivíduo. A polícia já estava a fazer uma investigação e só foi possível capturar as 23 horas do dia 3 de Março”, disse salientado que a hora da captura foi para que se evitasse que o indiciado fugisse caso amanhecesse.

Mopeia Regista 84 Casos de Cólera sem Óbitos em Janeiro e Fevereiro de 2025

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Foi registado   um  total de 84  casos de cólera  no  distrito  de Mopeia, na província da Zambézia,  entre  Janeiro  e Fevereiro  de  2025. Segundo Isaías Marcos, Médico Chefe Provincial  da  Zambézia, todos os  pacientes já  receberam alta e, actualmente, estão a decorrer ações de  sensibilização nas comunidades, com foco na prevenção de doenças hídricas.

“Os primeiros casos de cólera em Mopeia surgiram na última semana de Janeiro, e desde então tivemos esse acumulado de 84 casos. Felizmente, não houve registo de óbitos. Nas últimas 24 horas, quatro pacientes receberam alta,  e   neste momento   não há    nenhum doente internado. Os outros distritos  encontram-se   estáveis, mas estamos a reforçar as medidas nos distritos de Luabo  e  Morrumbala, que  são  vizinhos de Mopeia”, informou Isaías Marcos.

Dados  do  Instituto  Nacional  de Saúde   indicam  que  em  Moçambique, a cólera é altamente sazonal, com uma acentuada concentração de casos durante o período quente e chuvoso, especialmente nas províncias de Cabo Delgado, Nampula, Tete  e  Sofala.  Sua ocorrência pode ser definida como endémica  com  picos  epidémicos ocasionais. A  incidência anual varia de 0 a 211 por 100 000 habitantes, com uma letalidade entre 0,2% e 4,3%.

HOMICÍDIO EM QUELIMANE: Mulher de 37 anos tenta matar os filhos

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Uma mulher de 37 anos, mãe de duas crianças, uma de 7 e outra de 2 anos, tentou matar os filhos usando fogo. No entanto, o acto foi frustrado  graças  à  pronta  intervenção  da  vizinhança,  que  conseguiu  socorrer  as crianças a tempo.

Os vizinhos conseguiram arrombar a porta que havia sido trancada pela mulher antes de tentar cometer o crime. A Polícia da República de Moçambique (PRM), na província da  Zambézia,  através  da sua  porta-voz, Belarmina Henriques, informou que este não é um caso isolado, pois a mesma senhora já havia sido envolvida em incidentes semelhantes anteriormente e encontra-se agora à disposição da justiça.

Questionada  sobre  os  comportamentos  da  mulher,  Belarmina  afirmou que, após a  sua  detenção,  todos  os procedimentos  legais  foram  seguidos,  e  actualmente  aguarda-se o laudo  médico  da  Medicina Legal  para  a continuidade dos tramites processuais.

Mais informações no Jornal Txopela que sai às quartas-feiras