Sintonize a Rádio Chuabo – 103.0 FM

Início Site Página 17

Quelimane arranca Torneio de Abertura do Campeonato Recreativo de Futebol 11

Campo dos Onze Irmãos acolhe primeiros jogos já no próximo fim-de-semana

Reportagem: Redação

A cidade de Quelimane prepara-se para voltar a vibrar com o arranque do Torneio de Abertura do Campeonato Recreativo de Futebol 11, cujo pontapé de saída está marcado para o próximo fim-de-semana no histórico Campo dos Onze Irmãos.

A competição masculina tem início no sábado, 14 de março, prometendo reunir equipas e adeptos numa celebração do futebol local, marcada pelo espírito desportivo e pelo convívio comunitário.

Segundo Dudo Ribeiro, presidente da Comissão de Futebol Recreativo de Quelimane, todos os preparativos estão concluídos para garantir uma prova bem organizada.

Para além da componente competitiva, a organização pretende que o torneio reforce o papel social do desporto, incentivando o civismo, o respeito entre equipas e o envolvimento da juventude local.

O torneio será disputado no formato todos contra todos, numa única volta dentro de cada grupo, garantindo equilíbrio competitivo entre as equipas participantes.

Série A

  • Costa do Sol
  • Sport Club Palmar
  • Onze Irmãos
  • RJ FC

Série B

  • Boavista
  • Veteranos FC
  • Boa Cena
  • Murropué

Quadro de jogos – Campo dos Onze Irmãos

Sábado – 14 de março

  • 13h00 — Boa Cena vs Murropué (Série B)
  • 15h00 — Onze Irmãos vs RJ FC (Série A)

Domingo – 15 de março

  • 13h00 — Costa do Sol vs Sport Club Palmar (Série A)
  • 15h00 — Boavista vs Veteranos FC (Série B)

A organização apela aos clubes, atletas e adeptos para que façam da competição uma verdadeira festa do futebol recreativo, promovendo o fair play e o respeito dentro e fora do campo.

Centro para Democracia e Direitos Humanos alerta que novas instituições não resolverão corrupção em Moçambique

Relatório defende reforço da autonomia do Tribunal Administrativo de Moçambique

Reportagem: Redação

Um relatório do Centro para Democracia e Direitos Humanos (CDD) defende que a criação de novas instituições não será suficiente para combater a corrupção em Moçambique, recomendando antes o reforço da autonomia e da capacidade do Tribunal Administrativo de Moçambique.

O estudo, intitulado “Quando o problema não é falta de instituições: A crise da fiscalização das finanças públicas em Moçambique”, publicado a 8 de março, questiona a estratégia do Governo para reforçar os mecanismos de controlo do uso de recursos públicos.

Entre as propostas apresentadas pelo Executivo liderado pelo Presidente Daniel Chapo estão a criação de novas estruturas institucionais, incluindo a Inspeção-Geral do Estado, o Tribunal de Contas, o Tribunal Supremo Administrativo e uma Central de Aquisições.

Contudo, segundo o relatório, os principais problemas na fiscalização das finanças públicas não resultam da falta de instituições, mas sim das limitações enfrentadas pelas entidades já existentes, que frequentemente lidam com restrições de autonomia, escassez de recursos e limitações de capacidade técnica.

Neste contexto, o CDD defende que o fortalecimento do Tribunal Administrativo de Moçambique deve ser considerado uma prioridade, permitindo aumentar a eficácia da fiscalização e a responsabilização no uso do dinheiro público.

O relatório conclui que reforçar a independência e a capacidade operacional das instituições já existentes poderá ser uma estratégia mais eficaz no combate à corrupção do que a simples criação de novos órgãos de controlo.

Veja a reportagem no link abaixo:

“Coração apertado”: Primeira-Dama alerta para desafios da oncologia pediátrica no Hospital Central de Maputo

Gueta Chapo defende descentralização dos serviços para reduzir pressão sobre o HCM

Reportagem: Redação

A Primeira-Dama de Moçambique, Gueta Selemane Chapo, visitou o Hospital Central de Maputo e anunciou um plano de ação voltado para o reforço da oncologia pediátrica, num momento em que a maior unidade sanitária do país enfrenta forte pressão no atendimento a crianças com cancro vindas de várias províncias.

Durante a visita realizada a 11 de março, a Primeira-Dama destacou que o hospital continua a ser o principal centro nacional para tratamento oncológico infantil, situação que contribui para a saturação dos serviços.

Uma das propostas apresentadas pela Primeira-Dama passa pela regionalização dos serviços de oncologia pediátrica, permitindo que hospitais das regiões Centro e Norte também possam prestar atendimento especializado.

Segundo Gueta Chapo, esta medida poderá reduzir o fluxo de famílias que se deslocam para Maputo em busca de tratamento e aliviar a pressão sobre os recursos do Hospital Central de Maputo.

Outro desafio identificado é o abandono prematuro do tratamento. Muitas mães, sem rede de apoio na capital, acabam por regressar às suas províncias antes de os filhos concluírem as terapias, que frequentemente exigem acompanhamento prolongado.

Para enfrentar esta realidade, o Gabinete da Primeira-Dama anunciou a criação de um espaço de acolhimento para mães e acompanhantes nas proximidades do hospital.

Reconhecendo as limitações do orçamento público e os elevados custos de tratamento no exterior, Gueta Chapo prometeu intensificar a mobilização de parceiros internacionais e do setor privado para apoiar o sistema de saúde.

Entre as medidas imediatas, a Primeira-Dama anunciou ainda a doação mensal de fraldas para a Unidade de Cuidados Intensivos pediátricos, utilizando excedentes de ajuda humanitária destinados às vítimas das recentes cheias.

A iniciativa pretende aliviar algumas necessidades básicas do hospital enquanto decorrem esforços para reforçar as condições de atendimento às crianças com doenças oncológicas no país.

Veja a reportagem no link abaixo:

Administração Regional de Águas do Sul alerta para risco de inundações em rios de Província de Inhambane

Chuvas moderadas a fortes podem elevar níveis de vários rios nas próximas 48 horas

Reportagem: Redação

A Administração Regional de Águas do Sul (ARA-Sul) alertou para o risco de inundações nas bacias costeiras da Província de Inhambane, devido às previsões de chuvas moderadas a fortes divulgadas pelo Instituto Nacional de Meteorologia de Moçambique.

Segundo um comunicado especial da instituição, está prevista precipitação entre 30 e 50 milímetros em 24 horas, podendo em alguns pontos ultrapassar os 50 milímetros, o que poderá provocar um aumento significativo do escoamento nas bacias hidrográficas da região sul.

Entre os rios com maior probabilidade de subida do nível das águas estão o Rio Inhanombe, Rio Mutamba, Rio Inhassune e Rio Save, que poderão atingir ou ultrapassar os níveis de alerta nas próximas 48 horas.

De acordo com a ARA-Sul, as áreas com maior risco incluem:

  • zonas baixas do Rio Inhanombe, no distrito de Homoine
  • regiões próximas do Rio Mutamba, nos distritos de Maxixe e Jangamo
  • áreas ao longo do Rio Inhassune, no distrito de Panda

Além das inundações, as autoridades alertam para eventuais condicionamentos na circulação rodoviária, sobretudo nas pontes metálicas localizadas nas estradas:

  • Mubalo – Macavane
  • Chinjinguire – Lilhanga
  • Panda – Inharrime

Perante o cenário de risco, a Administração Regional de Águas do Sul recomenda à população que:

  • evite aproximar-se das margens dos rios;
  • retire pessoas e bens das zonas propensas a inundações;
  • acompanhe regularmente os avisos meteorológicos e hidrológicos oficiais.

As autoridades reforçam que a vigilância e prevenção são essenciais para reduzir riscos e proteger vidas e bens durante o período chuvoso.

Veja a reportagem no link abaixo:

Daniel Chapo recebe Comissão Nacional dos Direitos Humanos de Moçambique

Delegação apresenta avaliação sobre a situação dos direitos humanos no país

Reportagem: Redação

O Presidente da República de Moçambique, Daniel Chapo, recebeu em audiência a Comissão Nacional dos Direitos Humanos de Moçambique (CNDH), que apresentou uma avaliação sobre o estado atual dos direitos humanos no país.

O encontro teve lugar em Maputo e contou com a participação de uma delegação da comissão liderada por Albachir Macassar.

Durante a audiência, a CNDH destacou que o panorama dos direitos humanos em Moçambique enfrenta diversos desafios, associados sobretudo a conflitos sociais, manifestações violentas e aos impactos das calamidades naturais que têm afetado diferentes regiões do território nacional.

Na ocasião, a comissão sublinhou o papel que desempenha na sensibilização da sociedade e na promoção dos direitos humanos, bem como no acompanhamento de medidas destinadas a proteger os cidadãos em contextos adversos.

A delegação apresentou igualmente preocupações relacionadas com o cumprimento do mandato institucional da CNDH, incluindo novas responsabilidades ligadas à monitoria de instrumentos internacionais de proteção dos direitos humanos ratificados por Moçambique.

O encontro serviu ainda para reforçar o diálogo institucional entre a Presidência da República e a comissão, num momento em que se intensificam os esforços para garantir maior proteção e promoção dos direitos fundamentais no país.

 

Activos em vez de empréstimos

A nova “cartada” de Chapo para financiar o desenvolvimento

Reportagem: Redação

Numa altura em que Moçambique ainda se recompõe das recentes calamidades naturais, o Palácio da Ponta Vermelha foi palco, esta quarta-feira, da apresentação de uma nova arquitetura económica que pretende quebrar o ciclo de endividamento externo.

O Presidente da República, Daniel Chapo, recebeu Akinwumi Adesina, presidente da Global Africa Investment Summit (GAIS), para formalizar a adesão do país a uma plataforma que propõe substituir empréstimos pela valorização estratégica dos activos nacionais.

O encontro iniciou-se com menção às consequências das cheias recentes, com Adesina expressando condolências às vítimas e elogiando a resiliência do povo moçambicano. A audiência serviu para alinhar a visão de Chapo, que coloca a industrialização, logística e gestão de activos no centro do desenvolvimento económico.

A proposta da GAIS tem como objetivo transformar recursos minerais, energéticos e corredores logísticos em fluxos de rendimento tangíveis, atraindo investidores globais sem recorrer a novos empréstimos.

A estratégia de Chapo procura posicionar Moçambique como hub da SADC, com destaque para portos, corredores de desenvolvimento e agricultura, considerados os “diamantes em bruto” que a plataforma GAIS ajudará a lapidar, gerando capital soberano e sustentável para o país.

Veja a reportagem no link abaixo:

Activos em vez de empréstimos

A nova “cartada” de Chapo para financiar o desenvolvimento

Reportagem: Redação

Numa altura em que Moçambique ainda se recompõe das recentes calamidades naturais, o Palácio da Ponta Vermelha foi palco, esta quarta-feira, da apresentação de uma nova arquitetura económica que pretende quebrar o ciclo de endividamento externo.

O Presidente da República, Daniel Chapo, recebeu Akinwumi Adesina, presidente da Global Africa Investment Summit (GAIS), para formalizar a adesão do país a uma plataforma que propõe substituir empréstimos pela valorização estratégica dos activos nacionais.

O encontro iniciou-se com menção às consequências das cheias recentes, com Adesina expressando condolências às vítimas e elogiando a resiliência do povo moçambicano. A audiência serviu para alinhar a visão de Chapo, que coloca a industrialização, logística e gestão de activos no centro do desenvolvimento económico.

A proposta da GAIS tem como objetivo transformar recursos minerais, energéticos e corredores logísticos em fluxos de rendimento tangíveis, atraindo investidores globais sem recorrer a novos empréstimos.

A estratégia de Chapo procura posicionar Moçambique como hub da SADC, com destaque para portos, corredores de desenvolvimento e agricultura, considerados os “diamantes em bruto” que a plataforma GAIS ajudará a lapidar, gerando capital soberano e sustentável para o país.

Veja a reportagem no link abaixo:

O fantasma do “Homem Novo” na Ponta Vermelha

Chapo evoca Samora para mobilizar a juventude

Reportagem: Redação

Quase cinco décadas depois de terem interrompido os estudos para suprir o vazio deixado pelo colonialismo, os herdeiros da Geração 8 de Março voltaram a subir as escadarias do Palácio da Ponta Vermelha. Desta vez, o anfitrião foi o Presidente Daniel Francisco Chapo, que, num gesto de continuidade histórica, procurou reafirmar-se como elo entre o passado da libertação e os desafios atuais de Moçambique.

No encontro que assinalou o 49.º aniversário do movimento, Chapo qualificou os jovens de 1977 como a “ponte” entre a geração do 25 de Setembro — os libertadores armados — e a juventude contemporânea. O discurso evocou o espírito do “Homem Novo” de Samora Machel: um cidadão anti-racista, anti-tribalista e pilar da unidade nacional.

Em 1977, milhares de estudantes do ensino secundário e médio, respondendo ao chamado de Machel, abandonaram as salas de aula para combater um analfabetismo que afetava 90% da população. O Governo de Chapo reconhece que esse sacrifício individual evitou o colapso institucional do Estado recém-independente, especialmente num período em que Moçambique enfrentava os regimes da Rodésia e do Apartheid.

Pressionado pelas reivindicações da classe, Chapo confirmou que o Executivo estuda medidas concretas para valorizar o património imaterial do grupo, incluindo:

  • Criação da “Ordem 8 de Março” no sistema de títulos honoríficos do Estado.
  • Tutela institucional da associação, conferindo-lhe peso jurídico e político.
  • Apoio a projetos económicos e sociais submetidos pela organização, integrando os veteranos no desenvolvimento activo do país.

Numa viragem de discurso alinhada com o lema da sua governação, “Vamos trabalhar”, Chapo lançou um desafio à juventude contemporânea. O Presidente sublinhou que o combate à pobreza e a criação de riqueza exigem engajamento activo e trabalho produtivo, e não passividade.

Ao reafirmar a Geração 8 de Março como marco histórico incontornável, Chapo busca resgatar uma mística de serviço público que, hoje, parece desbotada. Resta saber se a institucionalização da classe será rápida o suficiente para transformar esta ponte histórica numa força real da economia nacional, e não apenas numa memória de museu.

Veja a reportagem no link abaixo:

Troço entre Mucupia e Chirimane cortado há três meses em Inhassunge

População denuncia dificuldades de mobilidade e cobrança para atravessar via danificada

Reportagem: Redação

A circulação no troço que liga Mucupia a Chirimane, no distrito de Inhassunge, província da Zambézia, encontra-se interrompida há cerca de três meses, situação que continua a gerar dificuldades de mobilidade para a população local.

Segundo relatos enviados à redacção, a via apresenta um corte profundo que impede a passagem normal de pessoas e viaturas. Na ausência de uma solução definitiva ou de uma intervenção de emergência por parte das autoridades responsáveis pelas estradas, moradores recorrem a soluções improvisadas para conseguir atravessar o local.

De acordo com testemunhos da comunidade, alguns cidadãos cobram entre 10 e 20 meticais por pessoa para ajudar na travessia do ponto afectado. Para quem transporta produtos agrícolas ou bens de primeira necessidade, os custos podem ser mais elevados.

A situação tem impacto directo na actividade económica da região, sobretudo para os pequenos produtores que dependem da via para escoar produtos agrícolas e adquirir bens essenciais.

Moradores afirmam que o bloqueio da estrada dificulta o acesso a mercados, serviços e transportes, afectando o quotidiano das comunidades que utilizam o troço como principal ligação entre as duas localidades.

A população apela à intervenção das autoridades competentes para a reabilitação da via ou instalação de uma solução temporária, de modo a restabelecer a circulação e reduzir os constrangimentos enfrentados pelas comunidades locais.

Imagens enviadas à redacção mostram o estado actual do troço e as dificuldades enfrentadas pelos residentes para ultrapassar o corte na estrada.

Veja a reportagem no link abaixo:

Conselho Municipal de Quelimane inicia licenciamento de taxistas de bicicleta

Campanha pretende organizar o sector e reforçar a segurança no transporte de passageiros

Reportagem: Redação

O Conselho Municipal de Quelimane iniciou uma campanha de licenciamento de taxistas que utilizam bicicletas, numa iniciativa que visa organizar a actividade e reforçar a segurança no transporte de passageiros na cidade de Quelimane.

De acordo com o porta-voz da Polícia Municipal de Quelimane, Melo Henriques Gonçalves, a campanha tem como meta inicial registar cerca de mil profissionais que exercem esta actividade no município.

Até ao momento, aproximadamente 800 taxistas já receberam as respectivas licenças, representando um avanço significativo na implementação do programa.

Com o licenciamento, os profissionais passam a possuir matrícula oficial, permitindo às autoridades municipais acompanhar com maior eficácia o funcionamento do serviço de transporte por bicicleta.

A medida pretende também melhorar a organização do sector e garantir maior segurança para os passageiros que recorrem a este meio de transporte.

Alguns taxistas que já receberam as licenças manifestaram satisfação com a iniciativa, afirmando que o processo contribui para valorizar a profissão e reforçar a proteção no exercício diário da actividade.

O município acredita que a regularização do serviço poderá melhorar a mobilidade urbana e criar melhores condições de trabalho para os taxistas de bicicleta, um dos meios de transporte mais utilizados pela população de Quelimane.

Veja a reportagem no link abaixo: