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O CANAL MANINGUE MAGIC ABRE OPORTUNIDADES PARA PROPOSTAS DE SÉRIES DRAMÁTICAS

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O Canal Maningue Magic anuncia a abertura de candidaturas para a submissão de propostas de séries dramáticas, incentivando a criação de conteúdo original que explore a rica história de Moçambique. As propostas devem ser enviadas através do website da M-Net até ao dia 25 de Outubro de 2024.

 

As séries propostas devem consistir em 13 episódios e estar baseadas em eventos reais ocorridos em Moçambique entre os séculos XVII e XIX. Este período, marcado pela chegada dos colonizadores portugueses e pelas profundas transformações socioeconómicas e culturais, oferece um cenário propício para narrativas envolventes. Além de se basearem em factos históricos, as propostas podem incluir elementos ficcionais que enriqueçam a trama e o desenvolvimento das personagens.

 

O foco deve ser na diversidade cultural moçambicana, explorando as interacções entre comunidades, o impacto do colonialismo e a resistência dos heróis locais. A intenção é proporcionar uma visão sobre uma parte da história frequentemente esquecida, resultando numa experiência educativa e cativante para o público.

 

Os critérios para a pré-selecção das propostas incluem originalidade, qualidade narrativa e viabilidade da produção, assim como a adequação ao público-alvo do canal. As histórias devem gerar conflitos, risadas e lágrimas, estabelecendo uma conexão emocional com a audiência.

 

As seis melhores propostas serão apresentadas ao Júri nos dias 28 e 29 de Outubro durante uma sessão de Pitch, organizada pela Associação Amigos do Museu de Cinema Moçambique e o Kugoma, com o apoio do Centro Cultural Franco Moçambicano (CCFM), numa iniciativa da Multichoice Talent Factory e do Canal Maningue Magic.

 

Requisitos Criativos

 

As propostas devem incorporar ideias novas e frescas, considerando os seguintes elementos:

 

  1. Personagens relacionáveis, complexas e envolventes.
  2. Temas que abordem experiências da vida real, como redenção, bem vs. mal, perdão e traição.
  3. Um tratamento único e emocionante dos temas.
  4. Histórias que reflitam narrativas autênticas da região.

 

Requisitos de Submissão

 

As propostas devem incluir:

 

  1. Breve sinopse do conceito.
  2. Pergunta dramática e premissa.
  3. Declaração de intenções sobre a importância da série/história.
  4. Biografias dos personagens principais, suas características, objectivos, necessidades e falhas.
  5. Resumo dos arcos/jornadas dos personagens principais.
  6. Resumos dos 13 episódios.
  7. Orçamento estimado.
  8. Equipa de produção proposta.

 

Esta iniciativa visa impulsionar a indústria cinematográfica local, oferecendo uma plataforma exclusiva para os produtores moçambicanos apresentarem os seus projectos. O Canal Maningue Magic reafirma o seu compromisso em apoiar o desenvolvimento da indústria, promovendo o talento e a criatividade nacional.

MOZA BANCO EXPANDE INICIATIVAS DE PROMOÇÃO DA LITERACIA FINANCEIRA EM MOÇAMBIQUE

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O Moza Banco tem vindo a intensificar o seu compromisso com a responsabilidade social em Moçambique, centrando os seus esforços na promoção da educação e literacia financeira entre as crianças. Em mais uma demonstração dessa estratégia, a instituição bancária realizou, recentemente, uma visita à Escola Primária de Nhangau, na província de Sofala, onde distribuiu 300 kits de material escolar a crianças do ensino básico.

 

Esta acção enquadra-se no âmbito do projecto “Saber Sonhar o Amanhã”, através do qual o Moza Banco adquiriu um total de 5.000 kits de material escolar básico para apoiar crianças em diversas regiões do país, reforçando o seu papel na inclusão social e no apoio à educação de base.

 

A presença do banco em Sofala não se resume a esta iniciativa. No mês de Agosto, o Moza Banco esteve em Dondo, mais precisamente na comunidade de Macharote, onde procedeu à entrega de mais de 500 kits de material escolar, reiterando o seu compromisso com as comunidades locais.

 

A abrangência do programa social do Moza Banco vai além da província de Sofala. No início de Setembro, a instituição deslocou-se ao centro de acolhimento Elda, em Nampula, que abriga mais de 60 raparigas órfãs e carenciadas. Durante a visita, foram oferecidos kits de material escolar, mas o gesto do banco foi além da ajuda material, fortalecendo o seu compromisso com o apoio às raparigas e à inclusão social.

 

O Moza Banco sublinha que todas as suas acções de responsabilidade social são desenvolvidas em estreita colaboração com as autoridades governamentais, numa lógica de complementaridade, com vista a promover iniciativas que visem reduzir a vulnerabilidade infantil e assegurar um futuro promissor para as novas gerações.

 

“Esperamos que o nosso contributo não seja apenas uma lembrança pontual para estas crianças, mas que também as motive a continuar a lutar pelos seus sonhos, sabendo que contam com o apoio de um banco que se preocupa com o bem-estar social dos moçambicanos”, declarou Manuel Soares, Presidente da Comissão Executiva do Moza Banco.

QUELIMANE DESPEDE-SE DE COSTA AMADO, DELEGADO POLÍTICO DA RENAMO

Por: Felista Murinane

 

Quelimane parou para prestar a última homenagem a Costa Amado, delegado político da Renamo na cidade, cujos restos mortais foram hoje a enterrar. Amado, faleceu deixando uma viúva, cinco filhos e seis netos.

 

As cerimónias fúnebres realizaram-se no Salão Nobre do Conselho Autárquico de Quelimane, um espaço que acolheu várias figuras de destaque da autarquia, membros da sociedade civil e simpatizantes da Renamo, o partido pelo qual Costa Amado se dedicou durante a maior parte da sua vida.

 

Em nome da Renamo, o delegado político distrital de Quelimane endereçou sentidas condolências à família, recordando o falecido como uma figura dinâmica e trabalhadora. Foi destacado o seu contributo para o desenvolvimento da cidade, tanto no campo político quanto no educacional.

 

Para além de seu papel político, Costa Amado foi professor, director de instituições de ensino, vereador e chefe de posto, cargos que ocupou com dedicação e compromisso. As suas funções na administração local contribuíram para moldar a autarquia, que hoje lamenta a perda de uma das suas figuras mais dedicadas.

PROCURADORIA-GERAL DA REPÚBLICA CELEBRA 35 ANOS COM FEIRA COMUNITÁRIA EM TORRONE VELHO

Por: Leonarda Domingos Marques

A Procuradoria-Geral da República (PGR) organizou uma feira comunitária no bairro Torrone Velho para celebrar os 35 anos da sua existência, num evento que teve como principal objetivo aproximar os cidadãos e facilitar o entendimento do funcionamento da instituição.

 

A porta-voz da PGR, Cristina Chihanle, destacou que a feira foi uma oportunidade para oferecer vários serviços à comunidade, incluindo sessões criminais, administrativas, questões relacionadas com famílias e menores, assistência jurídica prestada pelo Instituto de Patrocínio e Assistência Jurídica (IPAJ), serviços de saúde e registo de crianças. ”

 

Além dos serviços disponibilizados, a celebração incluiu marchas pelas principais artérias da cidade de Quelimane e exercícios físicos que culminaram com partidas de futebol, tanto femininas quanto masculinas, promovendo o espírito de união e bem-estar.

 

A porta-voz também aproveitou a ocasião para encorajar os pais a participarem activamente na feira, enfatizando a importância de explorar os serviços oferecidos e assegurar que os seus filhos estejam registados, num esforço conjunto para garantir o acesso a direitos fundamentais.

MDM promete devolver dignidade, acabar com a corrupção e abrir fábricas na Zambézia

 

O Movimento Democrático de Moçambique (MDM) intensificou a sua campanha eleitoral neste domingo, 08 de setembro, com uma acção porta-a-porta no bairro Torrone Velho, em Quelimane, visando angariar votos para as eleições de 9 de outubro. Durante a campanha, o partido fez promessas ambiciosas, incluindo a devolução da dignidade aos moçambicanos, o combate à corrupção e a construção de fábricas para impulsionar a economia local.

 

O delegado provincial do MDM, Júlio Raul, afirmou que o partido está determinado a erradicar a corrupção, sublinhando que “acabaremos com os grupos de elite que exigem subornos em troca de vagas de emprego.” Raul criticou ainda o actual estado da economia moçambicana, sublinhando que o país sofreu uma regressão desde a independência devido ao encerramento de pequenas e grandes fábricas, que foram substituídas por indústrias de bebidas alcoólicas.

 

De acordo com o MDM, a abertura de novas fábricas na Zambézia, focadas no processamento de produtos alimentares, será uma prioridade caso o partido saia vitorioso nas eleições. O objectivo é revitalizar a economia da província, promover o emprego local e fortalecer a produção nacional.

ACRIAJUDA realiza campanha em Zalala prometendo oportunidades para jovens

No âmbito da campanha eleitoral, a Associação para o Desenvolvimento da Criança e do Jovem na Comunidade (ACRIAJUDA) marcou presença em Zalala, onde realizou uma mobilização de eleitores nos bairros, neste domingo. Simone Brito, coordenador nacional da organização, pediu apoio e votos à associação, sublinhando o compromisso de ACRIAJUDA em melhorar as condições de vida das crianças e jovens nas comunidades.

 

Durante o evento, Brito reforçou que a associação não tem filiação partidária e que o foco principal é o desenvolvimento juvenil e infantil. Ele afirmou que, caso ACRIAJUDA conquiste assentos na assembleia provincial, a prioridade será trazer novas oportunidades para a juventude moçambicana, com programas focados no bem-estar e na capacitação dos jovens.

 

A mensagem foi clara: a ACRIAJUDA busca fortalecer o futuro das crianças e dos jovens, destacando a importância de um desenvolvimento inclusivo e sustentável nas comunidades.

ARAÚJO PROMETE POLÍTICAS DE DESENVOLVIMENTO PARA JOVENS E DESAFIA CHAPO A CONHECER A REALIDADE DO PAÍS

O candidato a governador da província da Zambézia pelo partido RENAMO, Manuel de Araújo, intensificou a sua campanha eleitoral com uma marcha no centro da cidade de Quelimane, realizada neste domingo, 08 de setembro, após a sua chegada ao aeroporto local. O evento, que decorreu pelas 15 horas, foi marcado por um discurso carregado de promessas de mudança e de críticas à governação actual.

 

Manuel de Araújo comprometeu-se a criar políticas de desenvolvimento que proporcionem aos jovens a oportunidade de iniciarem os seus próprios negócios. “Precisamos dar espaço para os jovens criarem as suas próprias oportunidades. Eles são o futuro do país e devem ser capacitados para contribuir ativamente para o crescimento da nossa economia”, afirmou o candidato.

 

Ainda de acordo com Araújo, um dos pilares do seu programa eleitoral é a valorização dos empresários locais, como uma forma de fortalecer a economia moçambicana. Ele destacou a importância de investir no desenvolvimento interno da província e dar suporte à iniciativa privada para gerar mais emprego e riqueza localmente.

 

No seu discurso, Araújo não poupou críticas ao candidato da Frelimo, Daniel Chapo. O líder da campanha da Renamo desafiou Chapo a abandonar o avião e a visitar os distritos de carro, para conhecer as dificuldades enfrentadas pelas comunidades mais isoladas. “Viajar de avião não mostra a verdadeira realidade que o nosso povo enfrenta. Convido o senhor Chapo a percorrer as estradas do interior da Zambézia e ver com os próprios olhos o que está a ser negligenciado”, declarou o candidato, num tom que reforça a sua mensagem de proximidade com o povo.

O fim dos acordos entre a Frelimo e a Renamo?

Por: Zito do Rosário Ossumane (Régulo de Inhassunge)

 

“Desta vez não irei aceitar acordos fraudulentos”. Essa declaração de Momade parece apontar para uma admissão tácita de que, em momentos anteriores, a Renamo acabou por aceitar acordos que não eram totalmente transparentes, que comprometiam a vontade do povo e que, acima de tudo, enfraqueciam a capacidade de o partido representar efectivamente os interesses dos moçambicanos que desejam uma mudança.

 

É inegável que a política moçambicana tem sido marcada por ciclos de tensões e tréguas, quase como uma dança incômoda entre a Frelimo e a Renamo. A história de Moçambique, desde a assinatura dos Acordos de Paz de Roma em 1992, mostra-nos que a pacificação e a estabilidade têm sido compradas a preço de concessões, muitas vezes feitas em gabinetes a portas fechadas, longe do escrutínio público. E, convenhamos, quando essas portas se abrem, o que se revela muitas vezes são resultados contestados, processos viciados e promessas não cumpridas.

 

Afirmar que “desta vez” não haverá aceitação de acordos fraudulentos é, sem dúvida, um sinal de maturidade política. Conquanto, levanta a pergunta: por que antes foram aceites tais acordos? Será que Ossufo Momade, ou mesmo a Renamo, cederam a pressões internacionais ou a necessidades imediatas de manutenção da paz em detrimento de uma justiça eleitoral genuína? Ou será que os acordos firmados foram uma estratégia de sobrevivência política, num contexto onde a oposição se viu sempre à margem de um poder centralizador?

 

A própria estrutura política de Moçambique tem se revelado insuficiente para acomodar a pluralidade de vozes. O resultado? Um país onde a paz política tem sido frequentemente mantida à custa da justiça eleitoral e da verdadeira vontade popular. Quando Ossufo Momade se posiciona contra os “acordos fraudulentos”, ele nos obriga a refletir sobre o que realmente tem sido sacrificado em nome da paz – e se é possível alcançar uma paz que não esteja alicerçada em compromissos duvidosos.

 

O que está em jogo, nesta próxima eleição, não é apenas a escolha de quem irá ocupar os cargos de liderança, mas a própria legitimidade do processo democrático em Moçambique. Um país que ainda carrega as cicatrizes da guerra civil, e que já assistiu a fraudes eleitorais documentadas, não pode mais aceitar que o seu futuro seja decidido em processos opacos ou por elites políticas que fazem concessões em nome de uma estabilidade ilusória.

 

A oposição, na figura de Ossufo Momade, tem agora a oportunidade de redefinir o seu papel na história política do país. Mas isso requer mais do que simples declarações fortes. Requer uma luta consistente pela transparência, por reformas no sistema eleitoral e, sobretudo, por uma postura que esteja intransigente perante as manipulações que tantas vezes definiram os nossos resultados eleitorais.

 

Esta é a encruzilhada de Ossufo Momade: ou ele lidera uma nova era de resistência activa contra os velhos vícios do sistema, ou, como no passado, acaba por ceder, como tantos outros, a uma paz que na verdade é uma fachada para a continuação do status quo.

 

Neste momento, o povo moçambicano merece mais do que promessas vazias ou acordos fragilmente negociados nos bastidores. O que está em jogo não é apenas o destino de Ossufo Momade ou da Renamo, mas a possibilidade de Moçambique, finalmente, ter uma democracia que seja fiel à vontade do seu povo.

MOÇAMBIQUE, A ESPERANÇA DE UMA NOVA VIDA

Moçambique vai a votos gerais – presidência, legislativas, Governadores e Assembleias Provinciais – a 9 de Outubro, o que pode e deve constituir uma oportunidade para a mudança esperada, já vai para alguns anos.
Correr – é o termo – com uma turma de gente, militantes e governantes da malha da Frelimo, o partido do poder, tem de ser uma prioridade, de todos que se batem, em oposição, pelo presente e pelo futuro do País. Os que se apresentam a sufrágio, os que não pertencem ao “establissement”, lavados de cara e de mãos, com sentido de missão de servir o Estado, não podem fraquejar. Têm de saber refundar a Nação.
Os governantes da Frelimo e todos os seus correligionários que se enfronharam na malga das Instituições do Estado, durante este quase meio século de presença nos esquemas e aparelhos públicos, destruíram todos os elos de produção, de serviço e de missão.
Apoderaram-se da máquina do Estado em proveito próprio. Derreteram Moçambique, economicamente, além de socialmente e, também, em produção. Desmantelaram o sector primário, com toda a vitalidade que vinha de trás. Sem saudosismo o afirmo.
Mais sério e grave: deixaram instalar-se, na sociedade moçambicana, a corrupção, em todos os lados, e em todo o tecido público e não só.
Lavar, para transformar o que existe, exige uma barrela com lixívia e, ainda, mudanças profundas de mentalidades.
A juventude moçambicana está farta da Frelimo. A juventude pode ser o mote da e para a viragem. A juventude percebe que lhe falta tudo: uma instrução sólida e estruturada; saúde com boa prestação; emprego digno; custo de vida com valores ajustados aos baixos salários; e aposta numa varredura dos milhares de corruptos que são a chaga da pobreza e da miséria, de mais de 80% da população de Moçambique, na ordem dos 33 milhões.
O tempo é de esperança. Lanço um desafio aos moçambicanos: aproveitem e votem para mudarem o vosso caminho, o de um País, onde seja bonito estar e se viva em felicidade. Está nas vossas mãos. Força e coragem. Deixem os medos no baú dos passados. Com Moçambique no coração vos saúdo…

António Barreiros

BCI distinguido com dois prémios pela ‘Global Brands Magazine’

O Banco Comercial e de Investimentos acaba de ser distinguido como “Leading Commercial Bank”
(Banco Comercial Líder de Moçambique) e “Excellence in Corporate Banking” (Excelência no
Segmento Corporate de Moçambique) pela Global Brands Magazine, uma prestigiada empresa de
publicação e pesquisa de marcas, com sede em Londres.
O rigoroso processo de avaliação da Global Brands Magazine enfatizou diversos aspectos que
contribuíram decisivamente para estas distinções. Para a atribuição do prémio “Excellence in
Corporate Banking”, entre várias valências, pesou a excelência dos Centros BCI Corporate,
inteiramente dedicados às Grandes Empresas moçambicanas e multinacionais a operar em
Moçambique, a quem o BCI oferece um acompanhamento personalizado e permanente, através de
gestores dedicados, e da disponibilização de produtos e serviços especializados à medida das suas
necessidades, apoiando a sua criação, expansão e gestão corrente, financiamento dos seus planos de
investimento ou de desenvolvimento, suporte aos seus projectos de internacionalização ou
operações com o exterior, entre outros.
Com vista a assegurar uma maior proximidade aos clientes, o BCI Corporate está presente em
Maputo, Beira, Nampula e Pemba, assegurando-lhes, de igual modo, segurança, confiança e todo o
apoio de que necessitam para um maior nível de investimento na economia moçambicana,
em prol do desenvolvimento socioeconómico sustentável do país.
Para o prémio “Leading Commercial Bank”, a publicação considerou o facto de o BCI ser uma
referência no sistema financeiro moçambicano, liderando actualmente nos principais indicadores,
nomeadamente Activos, Depósitos e Crédito. Com o maior número unidades de negócio e uma vasta
rede de ATM e de POS. O BCI é responsável pela maior rede comercial bancária do país.
Os prémios supracitados foram atribuídos em reconhecimento da dedicação do Banco aos seus
clientes, antecipando consistentemente as suas necessidades e fornecendo produtos e serviços
bancários inovadores, eficientes e transparentes, baseados em elevados padrões éticos e de
integridade.