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Entre versos e emoções: a poesia de Sheila Miquidade no BCI

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‘Recortes de Mim Desse Tal Amor’ é o título do livro poético de estreia, da autora moçambicana Sheila Miquidade, lançada, na Terça-feira (11), no auditório do BCI, em Maputo.

Composta por 47 poemas, a obra revela uma escrita lírica e confessional, onde a autora explora, com sensibilidade, temas universais como o amor, a efemeridade da vida, entre outros.

O evento teve lugar na mesma semana em que o BCI apoiou o lançamento de mais uma obra, desta vez de carácter científico, sublinhando, assim, o compromisso contínuo da instituição com a promoção da leitura e o incentivo à cultura como veículos de divulgação do conhecimento, e agentes de transformação social. Como considera o Presidente da Comissão Executiva do BCI, Francisco Costa, a cultura é um pilar fundamental na missão do Banco. “Acreditamos que a cultura tem um poder que nos inspira a reflectir e a construir um futuro mais inclusivo e consciente”, sublinha, destacando a importância de o BCI apoiar projectos relevantes, com potencial de agregar valor.

Na cerimónia, uma actuação artística apresentou trechos do livro, transportando o público para um espaço de comunhão e introspecção. Durante o diálogo com os presentes, a professora e ensaísta Sara Jona Laisse referiu que esta obra “nos desperta para o prazer e o deleite”, tendo deduzido que “Sheila escreve numa perspectiva de arte que cura a vida, em que há uma busca pela vida a partir da arte”.

Intervindo, Sheila Miquidade afirmou que a sua obra vai para além de uma experiência pessoal, explicando que a arte provém da “capacidade da ficção de criar, de desejar… e a amplitude da obra vai por aí, daquilo que é real, daquilo que nós também projectamos, que eu projectei, aquilo que são as minhas lentes sobre o mundo”.

Parte das vendas do livro será destinada à Associação ‘Tenderness And Love’, uma organização que apoia os direitos humanos e o desenvolvimento comunitário em Moçambique.

 

INCM recua e autoriza retomada das emissões em Nampula, mas impõe restrições à Rádio Encontro

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Quelimane, 14 de Fevereiro de 2025 (Jornal Txopela) – Depois de uma suspensão controversa que gerou forte indignação pública, o Instituto Nacional de Comunicações de Moçambique (INCM) decidiu autorizar a retomada das emissões de três rádios em Nampula. Contudo, impôs restrições à Rádio Encontro, exigindo a redução da potência do seu emissor, ainda que a estação continue a operar na frequência 101.9 MHz.

A decisão foi tomada após uma reunião de oito horas, na qual o INCM alegou que a diminuição da potência seria necessária para resolver interferências no sistema aeronáutico. “Chegamos à conclusão de que a rádio pode ser reactivada, embora a sua potência tenha sido reduzida para solucionar a interferência que estava afectando o sistema aeronáutico”, afirmou o Padre Serafim, vice-director da Rádio Encontro. Ele garantiu maior atenção aos aspectos técnicos, destacando a importância da rádio para os fiéis: “Muitos que estão enfermos contam com a rádio para participar das missas.”

Além da Rádio Encontro, a Rádio Vida (88.8 MHz) e a Rádio HAQ (104.4 MHz) também foram afectadas pelo desligamento temporário. Curiosamente, o único emissor que não foi ordenado a suspender as suas actividades foi a Rádio Moçambique, facto que levantou suspeitas de motivações políticas. O episódio ocorre pouco tempo após um sacerdote ter criticado abertamente a governação da Frelimo, classificando Moçambique como “um país doente”.

O INCM manteve silêncio sobre os motivos exactos das suspensões e restrições, afirmando que divulgará um comunicado oficial após a assinatura de um acordo com as rádios envolvidas.

Greve no Conselho Municipal de Quelimane por salários atrasados

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Quelimane, 14 de Fevereiro de 2025 (Jornal Txopela)– Colaboradores do Conselho Municipal de Quelimane encontram-se amotinados nas instalações da instituição desde as primeiras horas desta manhã, em protesto contra o atraso no pagamento dos seus salários, que já se prolonga há meses.

Os manifestantes exigem uma resposta imediata por parte das autoridades municipais e ameaçam intensificar a paralisação caso não sejam atendidos. “Estamos cansados de promessas vazias. Não temos como sustentar as nossas famílias”, desabafou um dos colaboradores.

A greve está a provocar perturbações nos serviços administrativos e operacionais do Conselho Municipal.  A situação está a ser acompanhada pelas forças policiais, que se encontram no local para monitorar os ânimos e evitar possíveis confrontos.

A notícia encontra-se em actualização.

DStv e GOtv prometem emoção com os Play-Offs da liga dos campeões 2024/25

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“Não gostamos de jogar contra o City. Mas se tivermos de o fazer, faremos como noutras ocasiões”, declarou o treinador do Real Madrid, Carlo Ancelotti, na antevéspera de mais um confronto épico entre o Real Madrid e o Manchester City. Este será o quarto ano consecutivo em que ambas as equipas se encontram em fases eliminatórias, o que tem gerado uma espécie de “derby internacional”.

O técnico do City, Pep Guardiola, reconheceu o desafio: “Madrid ou Bayern, ambos foram muito difíceis. Espero que possamos chegar ao primeiro jogo, aqui em casa, e ao próximo em Madrid da melhor forma possível.”

Os jogos terão lugar nos dias 11 e 12 de Fevereiro e prometem ser um espetáculo para os amantes do futebol. Todos os confrontos serão transmitidos em directo no pacote Grande Mais da DStv, com alguns jogos seleccionados a serem emitidos também na GOtv. Ambas as plataformas reforçam o seu estatuto como as principais casas de futebol em Moçambique, oferecendo uma cobertura inigualável das competições internacionais.

Outros Confrontos de Destaque

Além do embate entre City e Real Madrid, os Play-Offs trazem duelos emocionantes:

  • Bayern de Munique vs Celtic: Em Glasgow, o Celtic Park será palco de um grande desafio para os bávaros. O treinador Brendan Rodgers está entusiasmado: “É brilhante. Ganhámos para chegar à fase de play-off.”
  • Brest vs Paris Saint-Germain: Um clássico francês que promete alta intensidade.
  • Juventus vs PSV Eindhoven: O gigante italiano enfrentará o campeão holandês.
  • Sporting CP vs Borussia Dortmund: A equipa portuguesa, com o moçambicano Geny Catamo, tentará surpreender o vice-campeão da época passada.
  • AC Milan vs Feyenoord: Um teste complicado para os italianos.
  • Atalanta vs Club Brugge: Duas equipas em ascensão procuram o lugar ao sol.
  • Benfica vs Mónaco: O clube lisboeta tentará superar os monegascos e avançar na competição.

Campanha “É Só Subir”

Para os entusiastas que ainda não garantiram o acesso aos jogos, a DStv e a GOtv estão a promover a campanha “É Só Subir”, que permite aos assinantes subirem de pacote e desfrutarem de uma temporada inteira de futebol.

Com uma cobertura extensa e exclusiva da Liga dos Campeões, as duas plataformas reforçam o seu compromisso com o entretenimento desportivo, proporcionando aos moçambicanos um acesso privilegiado ao que de melhor o futebol europeu tem para oferecer.

Moza Banco destaca o papel presente da inteligência artificial no desenvolvimento financeiro

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No decurso da World Financial Innovation Series, realizada nos dias 4 e 5 de fevereiro, na capital queniana, o Administrador Financeiro do Moza Banco, Devan Manmoandas, assumiu uma posição firme e visionária sobre o papel da inteligência artificial (I.A.) no sector financeiro, afirmando que “a I.A. não é mais o futuro, mas o presente”.

O evento, que reuniu líderes mundiais do sector financeiro e inovadores tecnológicos, teve como tema central o poder dos dados e o seu impacto na transformação das instituições financeiras. Manmoandas, em seu discurso, sublinhou que a adopção estratégica da I.A. redefine a eficiência operacional, particularmente na tomada de decisões em tempo real, capacitando as organizações para um desempenho mais ágil e eficaz.

“O mercado africano, jovem e em constante digitalização, tem um papel crucial a desempenhar ao liderar soluções e modelos sustentáveis, utilizando a I.A. e os dados como alavancas para a inclusão e o progresso económico”, frisou o representante do Moza Banco.

Durante a sua intervenção, Manmoandas destacou o impacto positivo que a I.A. pode ter não apenas no sector financeiro, mas também em áreas como a agricultura e a economia informal. Segundo ele, a I.A. pode proporcionar acesso a serviços financeiros e assistência especializada até mesmo nas comunidades mais remotas, fomentando o desenvolvimento rural e reduzindo desigualdades.

Voltamos !

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Voltamos. E não voltamos por acaso. Emergimos do silêncio, mas sem nunca termos perdido o olhar atento sobre o que se passava. Voltamos com a mesma coragem, com o mesmo compromisso com a verdade, e, acima de tudo, com a mesma determinação de sempre.

O jornalismo que praticamos não é neutro na essência, porque a verdade nunca é neutra. Voltamos a ser a voz que incomoda, o espelho que reflete a realidade sem filtros, o grito de alerta que muitos gostariam de calar. Voltamos para continuar a contribuir para a evolução intelectual da sociedade, porque acreditamos que um povo bem informado é um povo que sabe exigir os seus direitos.

Ao longo deste tempo em que estivemos incubados no ventre do silêncio, nunca deixamos de observar, de analisar, de preparar o regresso. O jornalismo não se faz apenas de palavras impressas ou publicadas, mas também da capacidade de sentir os ventos da mudança, de antecipar o que está por vir, de dar voz ao que muitos tentam esconder. Voltamos e encontramos o mesmo espaço que sempre nos pertenceu: o da informação rigorosa, sem amarras, sem compromissos com poderes ou interesses obscuros.

Dizem que “andar devagar não é negar a viagem”. Talvez tenhamos devagado por um tempo, mas nunca nos desviamos do caminho. Voltamos mais fortes, mais críticos e mais comprometidos com a nossa missão.

Temos notícias para si. Boa leitura.

Nos vemos todas as quartas-feiras, por um preço módico de 50 meticais, pagáveis via M-Pesa e Emola.

O Editor
António Alexandre de Almeida

Testar o rio com os dois pés

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Por Zito do Rosario Ossumane

Desde a tenra infância, gravei na memória a sábia advertência de minha mãe, Dona Helena Dulce João do Rosário Braz, enfermeira de préstimos incontáveis: “Nunca teste a profundidade do rio com os dois pés.” Tal máxima encerra um princípio elementar de prudência, recomendação que nos impõe a cautela antes de qualquer arrojo. Mas, ao que tudo indica, tal preceito foi ignorado no Conselho Municipal de Quelimane, que, num ímpeto de desatino, resolveu impor à cidade uma carga fiscal insuportável, num gesto que desafia a lógica e o bom senso.

Nesta semana, através das redes sociais e devidamente reportado neste semanário na sua versão diaria no digital (www.txopela.com), despoletou-se um debate imprescindível acerca da escandalosa majoração dos emolumentos administrativos na edilidade. O povo, com justa razão, interroga-se: Como pode uma singela declaração de bairro, estampada num modesto papel A4, custar mais do que um Bilhete de Identidade, produzido com tecnologia sofisticada?

Outros, mergulhados na perplexidade, lançam uma questão ainda mais inquietante: Para onde fugiremos? O governo sufoca-nos e a oposição também?

No termo do debate, há quem qualifique o aumento em mais de 310% das taxas municipais como um roubo descarado do bolso do cidadão. Outros preferem considerá-lo uma brincadeira de gosto duvidoso. Mas uma certeza prevalece: o povo está indignado. E indignado com razão. Afinal, não há explicação plausível para agravar ainda mais a vida dos munícipes quando a cidade está submersa, afogada em águas pluviais, enquanto a governação municipal patina sem rumo, errante como barco sem leme.

A edilidade de Quelimane, sob o comando de Manuel de Araújo, posiciona-se de maneira desastrosa neste imbróglio. O que se vê é um gesto de ingratidão a uma população que, num passado não distante, se sacrificou na luta por uma governação autárquica diferente, marchando incessantemente por 44 dias e afrontando um regime que lhes usurpava o direito de escolha.

Ora, ouvi atentamente a justificação do edil quando este se dirigiu à imprensa. Disse ele, num tom professoral: “Todos devemos contribuir para a cidade.” Ademais, reconheceu que errou ao não proceder a um aumento paulatino das taxas, como se o problema se resumisse apenas ao modo como se serviu a amarga poção e não à sua própria natureza.

E eu concordo, errou. Mas errou ainda mais ao esquecer que há sectores na cidade que permanecem imaculados de qualquer tributação, como os taxistas, cujo labor, certamente, poderia render dividendos consideráveis à autarquia, caso fossem inseridos na estrutura contributiva.

Aqui não se trata apenas de uma questão numérica, de um cálculo frio que justifique, sob o manto das tecnicidades orçamentais, a desgraça do povo. Trata-se de justiça! A cidade não precisa de justificações anódinas, incapazes de convencer até mesmo o mais desatento dos cidadãos.

O que se espera, o que se exige, é um recuo imediato, um acto de humildade que restaure a confiança entre governantes e governados. O caminho certo não é forjar desculpas esfarrapadas, mas sim revogar esta decisão nefasta e escutar a voz de quem, um dia, depositou confiança no actual elenco municipal.

Os quelimanenses não podem, nem devem, resignar-se diante de uma carga tributária absurda e aviltante. Isto não é um mero erro de gestão. Isto é um atentado à dignidade do povo!

 

Manuel de Araújo impõe taxas sufocantes e desafia a paciência dos munícipes “O preço de viver na cidade”

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A vida em Quelimane acaba de se tornar mais cara e a culpa tem nome: Manuel de Araújo. O presidente do Conselho Municipal decidiu enfrentar de peito aberto a revolta popular, justificando os aumentos brutais das taxas administrativas como um “passo necessário” para que a cidade não dependa de terceiros. Mas os munícipes não compram a desculpa.

A indignação explodiu nas ruas e nas redes sociais, e Araújo responde sem rodeios: “Se nós não começarmos a andar com os nossos próprios pés, um dia vamos ficar com uma mão à frente e outra atrás.” O edil culpa o corte de financiamento da USAID pelos Estados Unidos por exemplo e atira para os cidadãos a responsabilidade de sustentar a autarquia.

Os aumentos, que apanharam a população de surpresa, têm justificações vagas. “Houve um estudo técnico, um comparativo com algumas cidades moçambicanas”, afirma Araújo, sem dizer quais cidades foram analisadas ou que critérios foram usados. E enquanto tenta convencer os munícipes de que o aumento é inevitável, evita explicar porque uma simples declaração do bairro custa agora mais do que um Bilhete de Identidade.

De quem é a culpa?

Para além de apontar o dedo ao fim do financiamento externo, Araújo também acusa o governo central de não canalizar os fundos devidos, como o FIA e o FCA, essenciais para manter a cidade a funcionar. “A cidade não pode parar”, justifica-se.

Mas os munícipes, que há anos convivem com ruas esburacadas, bairros sem saneamento e serviços públicos precários, perguntam-se: para onde foi o dinheiro que já era cobrado antes? Se os fundos não chegam, como se explica o crescente orçamento do município?

Povo vai pagar a fatura de um município falido?

O edil reconhece que poderia ter implementado os aumentos gradualmente, mas insiste que a cidade não pode continuar “de mão estendida”. O que ele não responde é: de mãos estendidas para quem?

Se a autarquia não tem dinheiro para manter os serviços essenciais, onde está a transparência sobre a gestão financeira? Se há um buraco nas contas, quem foi que o cavou?

Araújo promete ir aos bairros “explicar” o aumento. Mas os munícipes já sabem bem o que significa: eles pagarão a conta. Resta saber até quando Quelimane aceitará calada esse peso sobre os ombros.

Cláudio Fone Wah entrega cheque para vítimas das inundações em Quelimane  

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A autarquia de Quelimane foi palco de um acto de generosidade por parte do deputado e empresário Cláudio Fone Wah, também conhecido pelo público como “Dinho Puro”. O empresário entregou, nos passos do Conselho Autárquico de Quelimane, um cheque no valor de 230.701,00 meticais para ajudar as vítimas das recentes inundações que afligiram a cidade.

Durante a cerimónia, Cláudio Fone Wah destacou que o montante em causa foi arrecadado durante a sua celebração de aniversário. “Muitos amigos, fãs e conhecidos, tanto de dentro como de fora da cidade, contribuíram para esta campanha de presentes. Em vez de utilizar o valor para festejos, optei por canalizá-lo a quem mais precisa, diante do cenário difícil que a nossa cidade atravessa,” declarou o empresário.

Acrescentou ainda: “Trouxe o cheque ao Conselho Autárquico porque acredito que o edil Manuel de Araújo é a pessoa mais indicada para gerir esta ajuda em favor dos munícipes.”

Por seu turno, o edil de Quelimane, Manuel de Araújo, não escondeu a gratidão pelo gesto altruísta. “Hoje é um dia especial, pois um filho da casa lembrou-se dos seus irmãos em necessidade. Ele tomou a iniciativa de ajudar com o pouco que tem. O mais importante não é o valor monetário, mas sim o espírito de solidariedade que este acto representa,” afirmou o autarca.

Importa referir que, além dos amigos e familiares de Cláudio Fone Wah, a agremiação “Mas Moçambique” também se juntou à iniciativa, o que permitiu alcançar o montante entregue.

Posto administrativo de Nauela recebe Ambulância

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Em cerimónia pública realizada nesta terça-feira, 11 de Fevereiro, o Posto Administrativo de Nauela recebeu uma viatura recondicionada para uso como ambulância, a iniciativa visa facilitar a evacuação de doentes para as unidades hospitalares de maior complexidade e reforçar o acesso a serviços de saúde para as comunidades locais.

A entrega foi feita pelo Secretário Permanente Distrital, Tirano Armando. Na ocasião, Tirano enfatizou a importância do novo meio de transporte, destacando o impacto positivo que terá sobre os centros de saúde de Nauela, Mugema, Mohiua, Cololo e os povoados da localidade de Ecole.

A população de Nauela manifestou grande satisfação com a nova ambulância, salientando o alívio que a mesma trará na evacuação rápida de pacientes. Os residentes também apelaram ao Governo para a criação de um banco de socorros no Centro de Saúde de Nauela, que permitiria uma estabilização inicial mais eficaz antes da transferência dos pacientes.

Maurício Pene, Director do Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social, assegurou que esforços estão em andamento para viabilizar o serviço de banco de socorros naquela unidade sanitária.