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QUATRO CIDADÃOS BANGLADESHI DETIDOS NA ZAMBÉZIA POR ENTRADA ILEGAL E USO DE DOCUMENTOS FALSOS

Reportagem: Nelson Máximo

Quatro cidadãos de nacionalidade bengali encontram-se retidos na Primeira Esquadra da Polícia da República de Moçambique, na cidade de Quelimane, por alegada entrada clandestina no país e uso de documentos falsos.

Os indivíduos terão sido detidos no âmbito das ações de fiscalização de rotina da Direção Provincial de Migração, realizadas ao longo da fronteira, no distrito de Morrumbala, quando seguiam com destino à cidade de Mocuba.

Segundo as autoridades, os documentos apresentados pelos suspeitos continham carimbos falsificados atribuídos à Direção Provincial de Migração da província de Nampula.

No mesmo contexto, foi igualmente detido um cidadão moçambicano, acusado de atuar como guia e facilitador da entrada e permanência ilegal dos estrangeiros em território nacional.

Um dos cidadãos estrangeiros detidos afirmou, em declaração à imprensa, que o seu destino final era a província da Zambézia.

As autoridades migratórias reforçam o apelo às comunidades para que evitem qualquer tipo de colaboração ou facilitação de entrada e permanência ilegal de cidadãos estrangeiros no país, sublinhando que tais práticas constituem crime.

Veja a reportagem no link abaixo:

NETA VANDALIZA BANCAS INSTALADAS EM CASA DA AVÓ NO BAIRRO TORRONE VELHO, EM QUELIMANE

Reportagem: Marcelino Voabil

Um conflito familiar por disputa de espaço terminou em vandalização de estabelecimentos comerciais instalados numa residência no bairro Torrone Velho, na cidade de Quelimane.

O caso envolve uma mulher de mais de 30 anos que, alegadamente, terá organizado um grupo de indivíduos para destruir duas bancas de venda de produtos diversos, instaladas no quintal da casa da sua avó. A autora da ação reivindica que o espaço pertence à sua família e exige também participação nos rendimentos gerados pela actividade comercial.

A situação terá origem após a instalação das bancas por um dos familiares no referido espaço, utilizado para fins comerciais. No entanto, a neta contesta a ocupação, alegando direitos sobre a área.

Por sua vez, um dos familiares envolvidos no conflito refuta as alegações, defendendo que o terreno foi cedido apenas para habitação temporária, sem qualquer transferência de propriedade.

A proprietária do imóvel, avó da jovem, mostrou-se profundamente indignada com o sucedido, lamentando a destruição dos bens e o comportamento da neta, com quem afirma ter mantido uma relação próxima ao longo da vida.

O caso gerou também reação de moradores do bairro Torrone Velho, que consideram a atitude injustificada e lamentam a escalada do conflito familiar.

As autoridades poderão ser chamadas a intervir para clarificar a situação e restabelecer a ordem no local.

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CRISE DE COMBUSTÍVEL EM QUELIMANE PROVOCA LONGAS FILAS E AFECTA ACTIVIDADES ECONÓMICAS

Reportagem: Redação

A cidade de Quelimane enfrenta uma crise de combustível que, nos últimos dias, se agravou significativamente, provocando longas filas nas poucas bombas de abastecimento ainda operacionais e afectando diversos sectores de actividade.

Desde as primeiras horas da madrugada, extensas filas de viaturas formam-se nas principais artérias da cidade, num cenário marcado por congestionamento e incerteza quanto à disponibilidade do produto. Entre os veículos, destacam-se motorizadas e txopelas, meios fundamentais para o transporte urbano, cujos operadores relatam perdas financeiras devido à paralisação forçada das suas actividades.

A situação está igualmente a afectar famílias que dependem do transporte diário para deslocações escolares e profissionais, aumentando os constrangimentos no quotidiano dos munícipes.

Nas bombas de combustível, o ambiente é de tensão e desgaste, com utentes a permanecerem durante várias horas à espera de abastecimento, sem garantias de sucesso.

Para além do impacto na mobilidade, o sector comercial começa também a ressentir-se da crise, sobretudo no que diz respeito ao transporte e distribuição de bens, incluindo produtos frescos. Comerciantes alertam para a possibilidade de subida de preços nos mercados locais, caso a situação persista.

Até ao momento, não há informações oficiais sobre a normalização do fornecimento de combustível, mantendo-se a incerteza quanto à evolução da situação na capital provincial da Zambézia.

VENDEDORES DE PEIXE SECO DENUNCIAM REMOÇÃO COMPULSIVA NO BAIRRO ICÍDUA EM QUELIMANE

Reportagem: Marcelino Voabil

Imagem: Paulino Ripua

Vendedores de peixe seco instalados numa área informal junto ao acesso ao bairro Icídua, na cidade de Quelimane, manifestam descontentamento com a actuação da Polícia Municipal da Autarquia de Quelimane, na província da Zambézia, na sequência de uma alegada remoção compulsiva dos seus pontos de venda.

Segundo os comerciantes, a intervenção das autoridades municipais resultou na retirada das suas bancas, anteriormente instaladas de forma improvisada na denominada “zona de ninguém”, ao longo da via de acesso ao bairro Icídua.

Os vendedores afirmam que a operação foi realizada sem aviso prévio adequado e sem a indicação de um espaço alternativo para a continuidade das suas actividades comerciais, o que tem gerado preocupação e instabilidade entre os afectados.

Os mesmos alegam ainda que o espaço poderá estar a ser destinado à instalação de vendedores provenientes do mercado do Aeroporto, que exercem a actividade de comercialização de madeira serrada, situação que, segundo dizem, agravou o descontentamento.

Contactado pela nossa reportagem, o Conselho Municipal de Quelimane, através do porta-voz da Polícia Municipal, Melo Henriques, prestou esclarecimentos sobre a medida, justificando a actuação da edilidade no âmbito do processo de organização e reordenamento dos espaços de venda informal na cidade.

A situação continua a gerar debate entre os vendedores afectados, que aguardam uma solução por parte das autoridades municipais, no sentido de garantir a continuidade das suas actividades em condições adequadas e ordenadas.

 

ACADEMIA SÓ PROTEÇÃO DENUNCIA USO INDEVIDO DE ATLETAS POR CLUBES EM QUELIMANE

Reportagem: Marcelino Voabil

A Academia Só Proteção, na cidade de Quelimane, província da Zambézia, denuncia a utilização de atletas da instituição por alguns clubes desportivos sem a devida autorização da direção, situação que está a gerar preocupação no seio da academia.

O patrono da academia, Zema Passades, vulgarmente conhecido nos meios desportivos como “Mr. Zema”, afirma que a situação envolve atletas formados pela instituição que estariam a ser chamados para representar outros clubes sem qualquer comunicação ou consentimento formal da direção.

Segundo o responsável, a academia está a avaliar medidas para travar a situação, não descartando o recurso às vias legais caso o problema persista, de forma a salvaguardar os direitos da instituição e dos seus atletas.

Zema Passades assegura ainda que a Academia Só Proteção reúne condições para competir em provas oficiais, destacando que a equipa tem vindo a registar resultados positivos nas fases preparatórias do campeonato provincial em curso.

O dirigente desportivo apela igualmente a outros clubes para que invistam na formação de atletas desde as categorias de base, especialmente a nível dos escalões juvenis, como forma de garantir maior sustentabilidade e desenvolvimento do desporto no país.

Veja a reportagem no link abaixo:

CÓLERA EM MANICA PROVOCA DUAS MORTES E MAIS DE 170 RECUPERADOS DESDE JANEIRO

Reportagem: Taibo Ajape

Desde o dia 26 de janeiro, a província de Manica registou um total de 184 casos de cólera, dos quais resultaram duas mortes, cinco internamentos ainda activos e 177 recuperações, segundo dados das autoridades de saúde.

Os casos foram inicialmente notificados no distrito de Guro, tendo posteriormente alastrado para Macossa, Barué, Vanduzi, Chimoio e Gondola, numa progressão que mobilizou as equipas de resposta rápida do sector da saúde.

Face à situação, o Ministério da Saúde apela à população para o reforço das medidas de higiene individual e colectiva, com destaque para o consumo de água tratada, lavagem frequente das mãos e correcto manuseamento de alimentos, como forma de travar a propagação da doença.

As autoridades sanitárias indicam que estão em curso várias acções no terreno, incluindo campanhas de sensibilização comunitária, monitoria epidemiológica e reforço da capacidade de atendimento nas unidades de saúde.

Entretanto, dados recentes apontam para uma redução significativa do número de novos casos em alguns distritos afectados, sendo que, há cerca de vinte dias, pelo menos três destas regiões deixaram de registar infecções com a mesma intensidade, sinalizando uma possível estabilização do surto.

FALTA DE CLIENTELA PREOCUPA PROPRIETÁRIOS DE SERRAÇÕES EM QUELIMANE

Reportagem: Marcelino Voabil

Proprietários de várias serrações de madeira, recentemente instaladas no antigo espaço de venda de peixe seco, na chamada “zona de ninguém”, na cidade de Quelimane, dizem estar a acumular prejuízos significativos devido à fraca clientela e à escassez de material para processamento, desde a sua transferência do local onde anteriormente exerciam as suas atividades.

Os operadores afirmam que a mudança, orientada pela edilidade, ainda não produziu os resultados esperados, uma vez que o novo espaço regista baixo movimento comercial. Como alternativa, apelam aos colegas que continuam a operar no antigo local para aderirem à mudança, de modo a concentrar a clientela e dinamizar o negócio.

Alguns vendedores que já aceitaram a relocalização reconhecem os esforços do Conselho Municipal de Quelimane na organização dos espaços de comércio, defendendo que a adesão total dos operadores poderá contribuir para melhorar o fluxo de compradores e evitar a dispersão da procura.

Entretanto, persistem resistências por parte de um grupo de comerciantes que ainda não aceitou a mudança. Sobre o assunto, o porta-voz da Polícia Municipal de Quelimane, Melo Henriques, afirmou que a decisão da edilidade é irreversível, explicando que a medida visa garantir melhor ordenamento urbano e organização das atividades comerciais na cidade.

O espaço em causa continua também a ser motivo de contestação por parte de vendedores de peixe seco, que alegam ter sido retirados de forma compulsiva das suas bancas. Segundo estes, foram os próprios que procederam ao aterro do local, anteriormente utilizado para práticas de fecalismo a céu aberto por residentes dos bairros circunvizinhos.

MORADORES DE WALASSE C CLAMAM POR ÁGUA POTÁVEL E ENERGIA ELÉCTRICA EM NAMARROI

Reportagem: Gildo dos Santos

Os moradores do bairro Walasse C, no distrito de Namarroi, na província da Zambézia, manifestam preocupação com a falta de água potável e a inexistência de expansão da rede eléctrica na zona, situação que, segundo afirmam, se arrasta há vários anos.

O clamor foi apresentado durante a visita do Primeiro Secretário do partido FRELIMO em Namarroi, Artur José Abel, àquele círculo, no âmbito da sua agenda de trabalho.

Na ocasião, o dirigente explicou que a deslocação visava harmonizar as actividades do partido, bem como avaliar a situação política no seio dos membros e simpatizantes.

Entretanto, aproveitando a presença do responsável político, os residentes asseguraram que o ambiente político é estável, mas destacaram as dificuldades no acesso a serviços básicos, com destaque para a escassez de água potável e a falta de energia eléctrica.

Segundo os moradores, a abertura de furos de água e a expansão da rede eléctrica são necessidades urgentes para melhorar as condições de vida da comunidade.

Em resposta, Artur José Abel reconheceu as preocupações apresentadas e apelou à calma, garantindo que o governo está atento às necessidades da população e trabalha para assegurar maior equidade no acesso aos serviços básicos.

Os residentes consideram que visitas desta natureza são importantes, por reforçarem a confiança entre governantes e governados, além de permitirem o alinhamento de preocupações e prioridades no seio da comunidade.

 

ACADÉMICOS EM MANICA LOUVAM EXTINÇÃO DE SERVIÇOS DE REPRESENTAÇÃO DO ESTADO NAS PROVÍNCIAS

Reportagem: Taibo Ajape

Académicos na província de Manica manifestam-se favoráveis à decisão do Presidente da República, Daniel Chapo, de extinguir alguns serviços de representação do Estado nas províncias, medida que consideram importante para a racionalização da despesa pública.

Apesar de reconhecerem que a decisão surge tardiamente, os académicos entendem que a iniciativa poderá permitir uma poupança anual superior a mil milhões de meticais, recursos que poderão ser canalizados para sectores prioritários, com impacto directo na vida da população.

A medida foi anunciada durante a cerimónia de tomada de posse do Chefe de Estado, ocasião em que foi igualmente avançada a extinção da figura do Secretário de Estado ao nível provincial. Com esta reestruturação, o Governo prevê poupar cerca de mil duzentos e cinquenta milhões de meticais por ano.

De acordo com o Presidente da República, os fundos resultantes desta poupança poderão ser aplicados na construção de infraestruturas sociais, contribuindo para o desenvolvimento do país.

Entretanto, através de um comunicado, o Gabinete do Presidente da República submeteu à Assembleia da República uma proposta para apreciação urgente da medida.

Em Manica, os académicos consideram que a extinção destes serviços é pertinente, uma vez que muitas das suas funções se sobrepunham às dos órgãos provinciais, criando redundâncias administrativas.

Acrescentam ainda que, em vários casos, os cidadãos enfrentavam dificuldades na tramitação de processos, devido à existência de instituições com competências semelhantes, o que gerava dúvidas sobre onde submeter documentos.

Importa referir que a proposta já se encontra na Assembleia da República, aguardando apreciação e eventual aprovação.

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JOVEM EMPREENDEDOR GERA MAIS DE 20 EMPREGOS NA VILA DE GONDOLA

Reportagem: Taibo Ajape

Mais de vinte pessoas encontram hoje sustento na área da carpintaria, graças à iniciativa de um jovem empreendedor na vila de Gondola, província de Manica.

A história é marcada pela persistência e superação. Após várias tentativas frustradas de conseguir emprego em diferentes empresas, o jovem decidiu apostar no autoemprego, criando o seu próprio negócio.

O projecto começou de forma modesta, com uma pequena serração de madeira e um número reduzido de colaboradores. Com o passar do tempo, a actividade foi crescendo, tanto em dimensão como em impacto, tornando-se actualmente uma referência local no sector.

Hoje, o empreendimento emprega cerca de vinte e quatro trabalhadores, contribuindo de forma significativa para a redução do desemprego na comunidade e para o dinamismo da economia local.

Os trabalhadores manifestam orgulho por integrarem a iniciativa, destacando o ambiente de trabalho e a oportunidade de garantir o sustento das suas famílias.

Entre os colaboradores, alguns estão envolvidos no corte de madeira nas zonas de exploração, enquanto outros desempenham funções directamente na serração, assegurando o processamento e preparação do material.

O caso é visto como um exemplo claro de como o empreendedorismo pode transformar desafios em oportunidades, promovendo inclusão económica e desenvolvimento local.

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