Reportagem: Marcelino Voabil
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Imagem: Paulino Ripua
Vendedores de peixe seco instalados numa área informal junto ao acesso ao bairro Icídua, na cidade de Quelimane, manifestam descontentamento com a actuação da Polícia Municipal da Autarquia de Quelimane, na província da Zambézia, na sequência de uma alegada remoção compulsiva dos seus pontos de venda.
Segundo os comerciantes, a intervenção das autoridades municipais resultou na retirada das suas bancas, anteriormente instaladas de forma improvisada na denominada “zona de ninguém”, ao longo da via de acesso ao bairro Icídua.
Os vendedores afirmam que a operação foi realizada sem aviso prévio adequado e sem a indicação de um espaço alternativo para a continuidade das suas actividades comerciais, o que tem gerado preocupação e instabilidade entre os afectados.
Os mesmos alegam ainda que o espaço poderá estar a ser destinado à instalação de vendedores provenientes do mercado do Aeroporto, que exercem a actividade de comercialização de madeira serrada, situação que, segundo dizem, agravou o descontentamento.
Contactado pela nossa reportagem, o Conselho Municipal de Quelimane, através do porta-voz da Polícia Municipal, Melo Henriques, prestou esclarecimentos sobre a medida, justificando a actuação da edilidade no âmbito do processo de organização e reordenamento dos espaços de venda informal na cidade.
A situação continua a gerar debate entre os vendedores afectados, que aguardam uma solução por parte das autoridades municipais, no sentido de garantir a continuidade das suas actividades em condições adequadas e ordenadas.
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