Reportagem: Redação
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A cidade de Quelimane enfrenta uma crise de combustível que, nos últimos dias, se agravou significativamente, provocando longas filas nas poucas bombas de abastecimento ainda operacionais e afectando diversos sectores de actividade.
Desde as primeiras horas da madrugada, extensas filas de viaturas formam-se nas principais artérias da cidade, num cenário marcado por congestionamento e incerteza quanto à disponibilidade do produto. Entre os veículos, destacam-se motorizadas e txopelas, meios fundamentais para o transporte urbano, cujos operadores relatam perdas financeiras devido à paralisação forçada das suas actividades.
A situação está igualmente a afectar famílias que dependem do transporte diário para deslocações escolares e profissionais, aumentando os constrangimentos no quotidiano dos munícipes.
Nas bombas de combustível, o ambiente é de tensão e desgaste, com utentes a permanecerem durante várias horas à espera de abastecimento, sem garantias de sucesso.
Para além do impacto na mobilidade, o sector comercial começa também a ressentir-se da crise, sobretudo no que diz respeito ao transporte e distribuição de bens, incluindo produtos frescos. Comerciantes alertam para a possibilidade de subida de preços nos mercados locais, caso a situação persista.
Até ao momento, não há informações oficiais sobre a normalização do fornecimento de combustível, mantendo-se a incerteza quanto à evolução da situação na capital provincial da Zambézia.
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