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José Pacheco toma posse como novo Director-Geral do SISE

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José António Pacheco toma posse na tarde de hoje como novo Director-Geral do Serviço de Informações e Segurança do Estado (SISE), na sequência da sua nomeação pelo Presidente da República, Daniel Chapo.

Figura conhecida na arena política moçambicana, Pacheco traz consigo experiência governativa, tendo ocupado cargos como Ministro do Interior, dos Negócios Estrangeiros e da Agricultura, entre outros cargos de relevo.

Empresa portuguesa acusada de usurpação de terras em Manica e Zambézia

A organização ambiental portuguesa Quercus acusou uma empresa portuguesa, o Grupo Navigator, de levar a cabo projetos florestais responsáveis ​​pela usurpação de terras, água e meios de subsistência de famílias camponesas nas províncias de Manica e Zambézia, no centro de Moçambique.

De acordo com a Quercus, citada pela agência alemã DW África, espera-se que um novo carregamento de madeira de eucalipto de Moçambique, com cerca de 100 mil metros cúbicos, chegue à fábrica de celulose do Grupo Navigator em Aveiro, norte de Portugal, possivelmente ainda este ano.

A organização afirma estar preocupada com o facto de o Grupo Navigator, líder mundial na produção de celulose de eucalipto, ter “convertido terras num sistema de exploração intensiva para novas plantações de eucalipto nas províncias de Manica e Zambézia”.

“O problema é ter concessões com dimensões que chegam a 356 mil hectares”, alerta a reportagem da Quercus. “Os ecossistemas vão ser alterados e isso tem sempre grandes impactos sobre o que lá existia, não só sobre as plantas, mas também sobre toda a vida selvagem e a redução da área agrícola para as populações que lá vivem”.

Segundo a organização, a gestão ativa dos territórios, em termos económicos, sociais e ambientais, deve ser feita com a participação dos atores locais, “por isso, temos de evitar alguns dos erros cometidos em Portugal na área das plantações de eucalipto, para que Moçambique possa ser uma potência também nesta área”.

 

 

Gueta Chapo na 7ª cimeira das Primeiras-damas em Dubai

A Primeira-Dama da República, Gueta Chapo, inicia esta terça-feira  numa visita de três dias a Dubai, Emirados Árabes Unidos, onde entre varias outras actividades, irá participar na 7.ª edição da Cimeira da Iniciativa das Primeiras-Damas, promovida pela Fundação Merck.

Um comunicado emitido pela Presidência da República indica que a cimeira em alusão, se trata de um importante fórum internacional que reúne Primeiras-Damas, líderes de organizações políticas e especialistas técnicos de várias partes do mundo, com enfoque particular nos continentes africano e asiático.

A Cimeira visa fomentar o diálogo e partilha de experiências sobre temas críticos para a saúde pública e desenvolvimento social.

Sob o lema “Juntos Fazemos a Diferença”, a conferência incluirá sessões plenárias e técnicas centradas em áreas-chave como a capacitação em saúde, o combate ao estigma associado à infertilidade, a promoção da educação de raparigas, a prevenção do casamento infantil e o avanço da igualdade de género.

A participação de Gueta Chapo neste evento reflecte o compromisso contínuo de Moçambique com a promoção da saúde e do bem-estar das populações, bem como com a protecção dos direitos das mulheres, adolescentes e raparigas.

 

 

 

 

Universidade Licungo promove debate sobre o futuro do desporto na Zambézia

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O desporto passa para o centro das atenções na tarde desta terça-feira, com a realização do projecto de extensão universitária “Noites Desportivas”, promovido pela Faculdade de Educação da Universidade Licungo. Com o tema “Um olhar sobre o estágio do desporto na Zambézia”, o evento decorre no Campus de Coalane e insere-se nas celebrações dos 50 anos da independência nacional.

A iniciativa visa reflectir sobre os desafios e perspectivas do desporto na província, numa altura em que se intensificam os apelos para a revitalização das infraestruturas

Pio Matos culpa o governo central pelo mau estado das estradas da província

Desde a instalação da governação descentralizada, o governador da provincial da Zambézia, Pio Matos tem vindo a ser uma das figuras mais relutantes ao modelo adoptado, mormente a, primeiro, a criação da figura de Secretario de Estado, e agora, quanto a descentralização propriamente dita.

Desta feita, o descontentamento de Pio Matos deve-se ao estado das vias de acesso da província.

É que, segundo o governador da província da Zambézia, quase todas as vias terciárias da província estado em avançado estado de degradação, facto que prejudica sobremaneira a circulação de pessoas e bens e constitui um entrave ao processo de desenvolvimento socioeconómico desta parcela do pais.

Durante a ultima visita efectuada por Pio Matos ao distrito de Namarroi, aquele dirigente sentiu ´na pele´ o martírio que é andar de carro na estrada que liga o distrito de Ile ao distrito de Namarroi.

Num extensão de aproximadamente 65 quilómetros, uma distancia que antes era percorrida em cerca de uma hora de tempo, agora leva tres a quatro horas para chegar a Namarroi de carro, com o agravante de que a viatura deve ter traccao as quatro rodas.

Falando a jornalistas, Pio Matos disse que a solução para o problema passa pela necessidade de o governo central descentralizar a gestão das vias de acesso, atribuindo a gestão das estradas terciárias aos conselhos executivos. ´o que nós gostaríamos é que o governo central descentralizasse as estradas para o conselho executivo provincial tomar conta das estradas terciárias, para, junto das nossas lideranças comunitárias, junto do nosso povo, encontrarmos solucoes locais, para resolvermos o problema de manutenção das estradas´- disse.

Dados oficiais indicam que a provincia da Zambézia possui uma rede viária de aproximadamente possui mais de 5 mil quilómetros de estradas, sendo 4.490 km classificadas e 664 km não classificadas, mas grande parte enfrenta problemas de transitabilidade devido à degradação. Cerca de 80% são estradas de terra, e em algumas áreas a ligação entre distritos é difícil ou mesmo impossível.

 

 

Violência em Kiev: 14 Mortos e 44 Feridos após ataques Russos

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Pelo menos 14 pessoas morreram e 44 ficaram feridas na sequência de bombardeamentos russos sobre a cidade de Kiev, capital da Ucrânia, durante a madrugada desta terça-feira, 17 de Junho. Entre os mortos, encontra-se um cidadão norte-americano de 62 anos, que foi atingido numa residência no distrito de Solomianskyi, confirmou o autarca local, Vitali Klitschko.

De acordo com o ministro ucraniano do Interior, Ilhor Klymenko, os ataques atingiram edifícios residenciais, infraestruturas críticas e instituições educativas, provocando destruição generalizada, escreve o G1.

Em Mueda: Chapo exorta ao diálogo como pilar da Paz

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O Presidente da República, Daniel Chapo, defendeu esta segunda-feira no distrito de Mueda, em Cabo Delgado que o futuro de Moçambique deve assentar no diálogo, na escuta mútua e na inclusão. Falando durante a cerimónia central do 65.º aniversário do Massacre de Mueda, o chefe de Estado sublinhou que “nunca devemos partir da violência para o diálogo, mas sim do diálogo, em primeiro lugar”.

No local do massacre Chapo afirmou que a melhor forma de honrar o sacrifício dos heróis da luta de libertação é construir uma nação unida e pacífica, sob o lema “Honrar o Passado, Construir o Futuro”.

 

Instituto de petróleo cancela concurso para aquisição de dados geofísicos

O Instituto Nacional de Petróleo (INP), instituição tutelada pelo Ministério dos Recursos Minerais e Energia, anunciou recentemente, na sua página oficial, o cancelamento do 3º concurso para a aquisição de dados geológicos e geofísicos.

A comunicação foi feita igualmente às empresas de prestação de serviços que haviam manifestado interesse no 3º Concurso Limitado para Aquisição de Dados Sísmicos e Potenciais, lançado a 08 de Novembro de 2024, com a justificativa da necessidade de revisão e aprimoramento dos termos de referência.

O concurso em alusão, surgiu na sequência da necessidade de cobertura em dados relevantes para as áreas que foram adjudicadas à luz do 6º Concurso de concessão de áreas e da aquisição de dados que serão posteriormente usados na contínua avaliação de potencial petrolífero e próximos concursos de concessão de áreas.

Detalhando os motivos do cancelamento, o INP refere que a decisão visa assegurar uma maior eficiência e alinhamento estratégico do concurso, tendo em vista “ampliar o escopo do concurso, de modo a incluir áreas que, embora não contempladas inicialmente, revelaram-se de interesse estratégico para a expansão da cobertura de dados potenciais.

Outro motivo tem a ver com a necessidade de “reforçar a divulgação e promoção do concurso, com vista a atrair um grupo mais diversificado de investidores nacionais e internacionais e clarificar os termos relacionados aos benefícios para as comunidades locais.”

Refira-se que, recentemente, o INP anunciou reformas legislativas, tendo como objectivo central a criação de um ambiente mais favorável ao investimento e a promoção de uma participação mais activa de cidadãos e entidades nacionais ao longo de toda a cadeia de valor da indústria petrolífera.

A visão do instituto, é consolidar os ganhos do Estado, assegurar benefícios concretos para as comunidades, reforçar as atribuições do Instituto Nacional de Petróleo e fortalecer o papel da Empresa Nacional de Hidrocarbonetos.

Segundo o Presidente do Conselho de Administração do INP, Nazário Bangalane, a complexidade e volatilidade da indústria petrolífera, aliadas às constantes reconfigurações geopolíticas e comerciais, bem como os crescentes desafios internos de desenvolvimento socio-económico tornam imperativa a adopção de medidas ajustadas à nova realidade do sector, forçando a revisão do actual quadro legal.

“A legislação que rege o sector petrolífero deve, de facto, evoluir para se tornar mais atractiva, transparente, previsível e estável, de modo a responder às exigências do mercado global e, ao mesmo tempo, salvaguardar os interesses do povo moçambicano” , sublinhou Bangalane.

Assim, a legislação a ser aprovada deverá também promover um ambiente favorável à competitividade, fomentar a participação de investidores nacionais e estrangeiros, assegurar uma distribuição justa dos benefícios, garantir a protecção ambiental, em consonância com a agenda global de transição energética, e contribuir para um desenvolvimento socio-económico inclusivo e sustentável.

 

Retomadas obras de asfaltagem em três avenidas na cidade de Quelimane

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O conselho autárquico da cidade de Quelimane relançou esta segunda-feira as obras de asfaltagem nas avenidas Josina Machel, Mao Tsé-Tung e Max Love (Av. Maputo), com destaque para esta última, onde decorreu a cerimónia oficial dirigida pelo edil Manuel de Araújo.

O autarca revelou que o contrato com empreitada anterior foi interrompida por incumprimento contratual, apesar do adiantamento financeiro feito. “Dói-nos ter que entregar obras a empresas estrangeiras, mas infelizmente, quando adjudicamos a empresas nacionais, somos sabotados”, lamentou.

Com um prazo de execução de cinco meses, as obras deverão estar concluídas até ao final de Outubro. A cerimónia contou com a presença de líderes comunitários, técnicos, membros da Assembleia Municipal e da população local.

Benvinda Levi dirige dia de Moçambique na EXPO OSAKA 2025

A Primeira-ministra, Benvinda Levi, encontra-se no Japão para uma visita de seis dias. Ao longo da sua estadia naquele pais asiático, Benvinda Levi vai dirigir, esta segunda-feira em Kyoto, no Japão, a cerimónia de abertura do Dia de Moçambique na EXPO OSAKA 2025 e do Fórum de negócios Moçambique-Japão.

Antes, ontem domingo, a Primeira Ministra visitou locais históricos e culturais da cidade de Kyoto, no quadro da participação de Moçambique na Expo Osaka 2025. igualmente, a responsável reuniu-se com a comunidade moçambicana residente no Japão.

A EXPO 2025 decorre com o tema “Projectando a Sociedade do Futuro para Nossas Vidas”, sendo que Moçambique adoptou o tema “Educação e Trabalho utilizando Inteligência Artificial e Robótica”, subordinado ao subtema “Empoderando Vidas”.

Com a escolha do tema, Moçambique procura, estimular o uso da inteligência artificial e da robótica, no contexto do desenvolvimento sustentável, com foco na educação e no trabalho e, com a abordagem, projectar o país para este tipo de soluções no período pós-cumprimento dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável – 2030 (ODS).
Moçambique exibe as suas potencialidades, que ilustram a riqueza nacional, desde a terra arável, recursos minerais, energia, pesca, potencial agrícola, turismo, cultura, projectos sociais, entre outros. Da mesma forma, exibe técnicas e soluções utilizadas para solucionar problemas locais.

No Pavilhão de Moçambique, estão dispostas 14 iniciativas específicas em inteligência artificial e robótica. Dentre as iniciativas, destacam-se casos de sucesso e projectos de inovação tecnológica.

Assim, estão a representar Moçambique, várias entidades, entre instituições públicas e privadas, académicos, artistas e estudantes.