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Parceria de $20 biliões com Qatar: promessa de desenvolvimento ou risco de nova dívida para Moçambique?

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Moçambique e a Al Mansour Holding, conglomerado sediado no Qatar, anunciaram esta terça-feira (26) um acordo de cooperação avaliado em 20 biliões de dólares norte-americanos, num gesto apresentado como histórico e transformador para a economia nacional. O compromisso foi revelado por Daniel Chapo, Presidente da República, após um encontro com Sheikh Mansour Bin Jabor Bin Jassim Al Thani, membro da família governante do Qatar e representante do grupo empresarial.

Segundo Chapo, o entendimento abrange sectores considerados prioritários — agricultura, pescas, pecuária, petróleo e gás, energias renováveis, estradas, caminhos-de-ferro, logística, bem como habitação social, escolas e unidades hospitalares. Uma aposta declarada na juventude e na criação de empregos foi também destacada como eixo central da parceria.

Contudo, para lá do tom entusiástico, subsistem interrogações fundamentais. Não estão ainda claros os mecanismos financeiros que sustentam este acordo: trata-se de investimento directo, de empréstimos, ou de uma combinação de ambos? O histórico recente de Moçambique, marcado por projectos de grande porte que acabaram por se traduzir em pesados encargos para o Estado, alimenta preocupações sobre a real natureza deste compromisso.

Especialistas alertam que, sem transparência e salvaguardas adequadas, o país corre o risco de transformar uma oportunidade em nova fonte de endividamento. A ausência de detalhes sobre cronogramas, garantias e responsabilidades levanta receios de que o anúncio seja mais político do que técnico, sobretudo numa altura em que o povo moçambicano encontra-se dividido sob a pressão da azáfama da criação de mais um partido político.

O valor anunciado — 20 biliões de dólares — coloca esta promessa entre as maiores já feitas ao país. Mas, até que os contornos concretos sejam conhecidos, a euforia deverá ser temperada com prudência. A história recente recomenda cautela: não é a primeira vez que Moçambique assina acordos milionários que depois se diluem entre atrasos, incumprimentos e custos acrescidos para o erário público.

Roubo de gado com recurso a veneno levanta alarme sobre segurança alimentar em Mocuba

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A tranquilidade das famílias criadoras de suínos em Mocuba, na Zambézia, está a ser abalada por uma prática criminosa que ameaça não apenas a economia local, mas também a saúde pública: ladrões estão a recorrer a veneno para abater animais e introduzir a carne, de forma clandestina, nos mercados do distrito.

O alerta foi lançado, esta segunda-feira, pela chefe do Departamento de Saúde Pública em Mocuba, Ana Pinto Moreira, que chamou a atenção para os riscos que o consumo desta carne representa para a vida humana.

Segundo apurou o sector, o fenómeno tem origem no povoado de Orua, onde desconhecidos envenenam porcos para facilitar o roubo. Posteriormente, a carne é transportada de madrugada e colocada à venda nos principais mercados locais.

Para além do perigo de intoxicação e morte de consumidores, a situação agrava a insegurança alimentar e coloca em risco o sustento de famílias que dependem da criação de suínos como fonte de rendimento.

As autoridades de saúde apelam à população para redobrar a vigilância e reportar práticas suspeitas, ao mesmo tempo que pedem maior intervenção policial para travar esta cadeia criminosa que ameaça Mocuba.

Absa Bank Moçambique eleito “Melhor Lugar para Trabalhar” pelo terceiro ano consecutivo

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O Absa Bank Moçambique foi distinguido, pelo terceiro ano consecutivo, como o “Melhor Lugar para Trabalhar em Moçambique”, no âmbito dos Global Banking and Finance Awards 2025, atribuídos pela revista internacional Global Banking and Finance Review, sediada no Reino Unido.

O prémio reconhece a estratégia do banco na promoção de um ambiente laboral de excelência, orientado para o bem-estar, inclusão e valorização dos seus colaboradores.

Segundo Hanifa Hassangy, Directora de Capital Humano do Absa Moçambique, a distinção “reforça o compromisso da organização com as Pessoas, criando condições que vão além do convencional, valorizando o respeito, a inclusão e a realização pessoal e profissional”.

Entre as políticas destacadas estão benefícios laborais acima do previsto na lei, como dias adicionais de férias, seguro de saúde, apoio psicológico e programas de bem-estar social. O banco aposta ainda em modelos de trabalho híbrido, conciliando flexibilidade com produtividade.

A instituição tem igualmente investido em formação contínua, capacitação técnica e programas de liderança, preparando as equipas para responder aos desafios do sector financeiro e às transformações digitais.

O recurso a ferramentas tecnológicas e à inovação digital tem reforçado a comunicação interna e promovido maior colaboração e coesão entre os colaboradores.

Para o Absa Bank, este reconhecimento valida a sua estratégia de gestão de pessoas e reafirma a ambição de continuar a construir um ambiente onde cada trabalhador se sinta valorizado, ouvido e motivado a contribuir para o crescimento sustentável de Moçambique.

Chiquinho Conde descarta Dominguez dos Mambas, mas o “etterno capitão” responde em campo

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Chiquinho Conde disse “não” a Dominguez. Alegou motivos comportamentais para afastar o eterno capitão da selecção nacional, numa decisão que gerou polémica e desconfiança. Mas, enquanto os “Mambas” se preparam sem a sua maior referência, Dominguez respondeu da forma que sabe: com futebol.

Dominguez, o eterno capitão dos “Mambas”, continua a dar lições dentro das quatro linhas. Aos 40 anos, voltou a ser protagonista maior no Moçambola, desta vez na goleada da União Desportiva do Songo diante da Associação Black Bulls, por 4-0, em jogo da 11.ª jornada.
No relvado do Songo, a magia falou mais alto: duas assistências de classe e um golo de levantar estádios confirmaram que a idade, para Dominguez, parece apenas um detalhe. Chester assinou um “hat-trick” (35′, 42′ e 82′), mas foi o “maestro” quem deu alma e cadência ao triunfo que mantém a UDS isolada no comando da tabela, agora com 23 pontos, mais seis que os “touros”, vice-líderes com 17.

Contudo, a festa da bola no Songo ecoa em tom agridoce no seio da opinião pública. É que, ironicamente, enquanto Dominguez continua a encantar no campeonato, o seleccionador nacional, Chiquinho Conde, decidiu deixá-lo fora da convocatória para a dupla jornada de apuramento ao Mundial de 2026. Motivos comportamentais, justificou o técnico. Uma explicação que não cola, sobretudo depois de uma exibição como esta, onde o capitão mostrou ser mais exemplo do que problema.

A jornada trouxe ainda outros destaques. Em Lichinga, o Ferroviário local travou a invencibilidade do Chingale de Tete, vencendo por 1-0 com golo madrugador de Brezzy, aos 8′. Em Vilankulo, no regresso após o acidente em Zavala, a equipa local não conseguiu sorrir, caindo diante do Costa do Sol por 1-0, com Bura a decidir aos 83′. Já em Chimoio e Nacala, os empates sem golos (Textáfrica-Ferroviário da Beira e Desportivo-Baía de Pemba) deixaram um travo de frustração a adeptos que pediam mais emoção.

No fim, fica a pergunta que muitos fazem em surdina, mas que os factos transformam em grito aberto: se Dominguez ainda é capaz de ser maestro em jogos grandes, como justificar a sua ausência nos “Mambas”?

 

, o eterno capitão dos “Mambas”, continua a dar lições dentro das quatro linhas. Aos 40 anos, voltou a ser protagonista maior no Moçambola, desta vez na goleada da União Desportiva do Songo diante da Associação Black Bulls, por 4-0, em jogo da 11.ª jornada.
No relvado do Songo, a magia falou mais alto: duas assistências de classe e um golo de levantar estádios confirmaram que a idade, para Dominguez, parece apenas um detalhe. Chester assinou um “hat-trick” (35′, 42′ e 82′), mas foi o “maestro” quem deu alma e cadência ao triunfo que mantém a UDS isolada no comando da tabela, agora com 23 pontos, mais seis que os “touros”, vice-líderes com 17.

Contudo, a festa da bola no Songo ecoa em tom agridoce no seio da opinião pública. É que, ironicamente, enquanto Dominguez continua a encantar no campeonato, o seleccionador nacional, Chiquinho Conde, decidiu deixá-lo fora da convocatória para a dupla jornada de apuramento ao Mundial de 2026. Motivos comportamentais, justificou o técnico. Uma explicação que não cola, sobretudo depois de uma exibição como esta, onde o capitão mostrou ser mais exemplo do que problema.

A jornada trouxe ainda outros destaques. Em Lichinga, o Ferroviário local travou a invencibilidade do Chingale de Tete, vencendo por 1-0 com golo madrugador de Brezzy, aos 8′. Em Vilankulo, no regresso após o acidente em Zavala, a equipa local não conseguiu sorrir, caindo diante do Costa do Sol por 1-0, com Bura a decidir aos 83′. Já em Chimoio e Nacala, os empates sem golos (Textáfrica-Ferroviário da Beira e Desportivo-Baía de Pemba) deixaram um travo de frustração a adeptos que pediam mais emoção.

No fim, fica a pergunta que muitos fazem em surdina, mas que os factos transformam em grito aberto: se Dominguez ainda é capaz de ser maestro em jogos grandes, como justificar a sua ausência nos “Mambas”?

Seis anos após fusão, Tmcel acumula créditos irrecuperáveis e risco fiscal

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O Centro de Integridade Pública (CIP) alerta que a Tmcel, operadora detida em 90% pelo Estado através do IGEPE, enfrenta uma crise financeira cada vez mais profunda, agravada pela elevada exposição a créditos considerados “irrecuperáveis”.

Segundo a análise ao Relatório e Contas de 2024, mais de 80% do saldo registado na conta “Clientes” foi classificado como incobrável, situação que compromete a sustentabilidade da empresa e representa um risco fiscal significativo para o Estado.

Criada em Dezembro de 2018, a partir da fusão entre a Telecomunicações de Moçambique (TDM) e a Moçambique Celular (mcel), a Tmcel tinha como missão consolidar uma operadora nacional mais forte e competitiva. No entanto, seis anos após a sua constituição, os números mostram uma realidade oposta: entre 2019 e 2024, as imparidades de clientes dispararam de 1.383,6 milhões de meticais para 4.205,7 milhões de meticais, o que representa um agravamento médio anual de 470,3 milhões.

De acordo com o CIP, este crescimento não se deve apenas à fraca capacidade de cobrança, mas também à continuidade da prestação de serviços a clientes inadimplentes, sem mecanismos de restrição ou responsabilização eficazes.

A instituição alerta ainda que a constituição recorrente de imparidades corrói os resultados líquidos da Tmcel, reduz a sua capacidade de honrar compromissos financeiros e limita severamente o investimento, colocando em causa a viabilidade da empresa no médio prazo.

Perante este cenário, o CIP defende a necessidade urgente de a Tmcel adoptar mecanismos de cobrança mais rigorosos, incluindo a via legal e restrições operacionais, de forma a travar o crescimento da carteira de créditos incobráveis e salvaguardar a sua sustentabilidade.

O ataque que matou jornalistas e a confiança na versão israelita

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O hospital Nasser, em Khan Yunis, voltou a transformar-se em palco da tragédia. Dois mísseis caíram sobre o edifício, matando pelo menos 20 pessoas. Entre elas, cinco jornalistas. Repórteres da Reuters, da Associated Press, da Al Jazeera e de outros meios internacionais perderam a vida justamente no espaço que deveria ser refúgio: um hospital.

Hussam al-Masri, cinegrafista da Reuters, foi o primeiro a tombar. Estava a operar uma transmissão em directo a partir de um andar inferior ao telhado quando o primeiro míssil rasgou o ar. Minutos depois, enquanto socorristas e colegas tentavam acudir as vítimas, um segundo projétil atingiu a escadaria externa do hospital, ceifando a vida de Mariam Abu Dagga (freelancer da AP), Mohammed Salama (Al Jazeera), Moaz Abu Taha (independente, colaborador da Reuters) e Ahmed Abu Aziz (colaborador do Middle East Eye).

Israel reconheceu o ataque, mas nega ter visado jornalistas. O exército fala em “trágico acidente” e anuncia uma investigação interna. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu repetiu a fórmula conhecida: “A nossa guerra é contra o Hamas”. Mas a morte destes cinco profissionais vem acrescentar uma camada de desconforto e descrédito ao discurso oficial.

As reacções não tardaram. A Reuters declarou-se devastada. A AP, chocada. A Al Jazeera, enlutada — novamente. O Sindicato dos Jornalistas Palestinianos falou em “guerra aberta contra a imprensa livre”. Dados da associação apontam já para mais de 240 jornalistas mortos desde 7 de Outubro de 2023, quando o Hamas lançou o ataque que vitimou 1.200 pessoas em Israel.

A morte dos repórteres em Khan Yunis soma-se a outras: recorde-se Issam Abdallah, jornalista da Reuters abatido por fogo israelita no sul do Líbano em Outubro do ano passado. Nenhuma investigação chegou a conclusões.

O eco internacional cresce. Londres pede cessar-fogo imediato. Berlim fala em choque. Washington, pela voz de Donald Trump, diz-se “não satisfeito”, sem contudo alterar a equação da guerra. No terreno, a realidade permanece: Gaza continua vedada à imprensa estrangeira e são jornalistas palestinianos, muitas vezes freelancers sem protecção institucional, quem mantém viva a narrativa do conflito.

Com cada ataque, com cada câmara silenciada, a pergunta adensa-se: trata-se de dano colateral ou de uma estratégia deliberada para cegar o mundo?

Quelimane: Bairro Ivagalane ganha nova face com luz elétrica comunitária

O bairro Ivagalane, em Quelimane, começa a viver novas perspectivas de segurança e dignidade graças à instalação de postes de iluminação pública, uma ação conjunta da Associação Victória e do Conselho Autárquico de Quelimane.

Mais do que uma simples intervenção técnica, a iniciativa mobilizou a comunidade local: jovens, mulheres e homens uniram esforços no transporte de materiais e na abertura das covas para a fixação dos postes, gesto que reforça o sentido de pertença e de responsabilidade coletiva.

Segundo o Secretário do Bairro, Nelson Francisco, a iluminação não só permitirá maior circulação de pessoas em segurança durante a noite, como também abrirá espaço para dinamizar pequenas atividades económicas e sociais que dependem de energia e visibilidade.

O projeto é financiado pelo Conselho Autárquico de Quelimane, com o apoio da Bloomberg Philanthropies, enquadrando-se no programa de iniciativas juvenis voltadas para a adaptação às mudanças climáticas. A Associação Victória, uma das beneficiárias, aposta em transformar realidades locais através de soluções que melhoram diretamente a vida dos munícipes.

Nos próximos dias, está prevista a expansão da rede, com o objetivo de cobrir mais áreas do bairro e consolidar Ivagalane como um espaço mais seguro e inclusivo.

Renovação e desafios caracterizam a convocatória dos “Mambas”

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A convocatória final dos “Mambas”, anunciada esta quinta-feira por Chiquinho Conde, traz sinais claros de renovação, mas também expõe feridas ainda abertas no futebol nacional.

Entre as novidades surgem Diogo Calila (Santa Clara, Portugal), Kimiss Zavala (Marítimo, Portugal), Óscar Cherene (UD Songo) e Ângelo Cantolo (Chingale de Tete). Quatro nomes que carregam consigo a expectativa de trazer sangue novo e revitalizar uma equipa que busca não apenas resultados, mas sobretudo identidade no caminho rumo ao Mundial de 2026.

Contudo, a lista deixa também ausências que não passam despercebidas. Dominguez, o eterno capitão, não figura entre os convocados, assim como Edmilson Dove e Gildo Vilankulos, jogadores que, sem clube, se tornaram rostos de uma realidade dura: o talento moçambicano continua a esbarrar na falta de oportunidades sólidas de carreira.

A agenda coloca os “Mambas” diante de duas provas de fogo: Uganda, a 5 de Setembro, em Kampala, e Botswana, a 11 do mesmo mês, no Zimpeto. São partidas que podem não apenas definir o destino de Moçambique na qualificação, mas também testar a coragem de uma geração em transição.

Mais do que nomes numa lista, esta convocatória traduz a encruzilhada do futebol moçambicano: entre o peso da experiência que se vai apagando e a ousadia da juventude que tenta afirmar-se. No relvado, em Setembro, será o tempo de ver se o futuro consegue, enfim, vencer a inércia do passado.

Quelimane recebe cinco novos autocarros para transporte público

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No quadro das comemorações dos 83 anos da elevação de Quelimane à categoria de cidade, o edil Manuel de Araújo procedeu, esta quarta-feira, à entrega de uma frota de cinco autocarros destinados ao transporte público de passageiros.

A cerimónia, realizada após a deposição de uma coroa de flores e os discursos oficiais na Praça dos Heróis da Libertação Nacional, contou com a presença de centenas de munícipes que testemunharam o acto.

Na ocasião, o presidente do município sublinhou que a melhoria da mobilidade urbana continua a ser um dos principais desafios da edilidade, reconhecendo, contudo, que a sua resolução não será imediata.
“Hoje entregamos estes autocarros para facilitar a mobilidade dos nossos munícipes. Apelamos a todos que cuidem deles como se fossem seus próprios bens. Durante muito tempo dependemos de transportes precários, e embora as bicicletas tenham sido uma alternativa importante, queremos, a longo prazo, expandir esta frota de forma a abranger praticamente todas as rotas da cidade”, destacou Araújo.

Os residentes que presenciaram o evento manifestaram satisfação com a introdução dos novos meios de transporte. Entretanto, pediram ao município que complemente esta iniciativa com a reabilitação e expansão das vias de acesso, de modo a tornar a mobilidade mais cómoda e segura na quarta maior cidade do país.

Quelimane: Juíza e escritora Cláudia Chope apresenta duas novas obras literárias

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A juíza de direito e actual presidente do Tribunal Fiscal da Província da Zambézia, Cláudia Chope, lançou na quarta-feira, em Quelimane, duas das suas mais recentes obras literárias. O evento, marcado por um ambiente de partilha e confraternização, contou com a presença do administrador do Distrito de Quelimane, Amostra Sobrinho, e teve a apresentação conduzida pelo jornalista e escritor Alex Filipe.

As obras agora apresentadas, “Cabo Cinco” e “Òfuro, Empoderadas e Imponderadas”, juntam-se a um já vasto repertório da autora, onde se destacam títulos como Mendigos de Uniforme, O Menino da Cidade de Beão, A Menina que Contava Estrelas, Vidas, Paixões e o Oculto, General, O Sugar Daddy Amargo, Sheyla, a Tiktoker, Joaninha dos Bons Sinais, A Cidade Silenciosa e A Princesa de Coisa Nenhuma.

Durante o lançamento, os participantes tiveram oportunidade de dialogar com a escritora, trocar experiências, adquirir exemplares e receber dedicatórias personalizadas.

Cidadãos presentes no acto não esconderam a admiração pelo percurso de Cláudia Chope, sublinhando a sua capacidade singular de conciliar as exigências da magistratura com a dedicação à literatura e à vida familiar.