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Guinness World Records: 70 anos a provar que nada é impossível

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O Guinness World Records celebra sete décadas de existência, e com ele celebram-se também as histórias de milhões de pessoas que ousaram transformar sonhos improváveis em feitos reconhecidos mundialmente. Desde a primeira edição, lançada em 27 de agosto de 1955, o livro tornou-se muito mais do que um compêndio de curiosidades: é um tributo à capacidade humana de ultrapassar limites.

Para assinalar a data, a organização divulgou uma lista de 70 recordes ainda por conquistar — desde a corrida de sacos mais rápida até à ousadia de escalar o Evereste de bicicleta. Desafios aparentemente banais ou impossíveis, mas que carregam em si a mensagem central do Guinness: qualquer pessoa, em qualquer parte do mundo, pode inscrever o seu nome na história.

Craig Glenday, editor-chefe do GWR, resume este espírito ao afirmar: “Temos sido curadores globais das mais extraordinárias realizações humanas. Assistimos a momentos que provam que a perseverança, a criatividade e a coragem não têm fronteiras”.

O Guinness nasceu de uma pergunta sem resposta num pub irlandês, mas rapidamente se transformou numa das marcas editoriais mais icónicas do planeta, com mais de 155 milhões de exemplares vendidos. Ao longo destas décadas, registou recordes que vão do mais épico ao mais inusitado: do Grand Danois Zeus, o cão mais alto do mundo, à incrível coleção de mais de 5.000 objetos das Spice Girls reunida por Elizabeth West.

O que une todos estes exemplos é o mesmo fio condutor: a vontade de deixar marca. Num mundo cada vez mais acelerado e competitivo, o Guinness World Records continua a ser um espaço democrático de reconhecimento — onde tanto a genialidade atlética como a imaginação excêntrica encontram palco.

Aos 70 anos, a mensagem é clara: os limites existem apenas para serem ultrapassados. O próximo recorde está à espera de ser quebrado — e pode estar nas mãos de qualquer um de nós.

Da Matola “C” para o mundo: a médica moçambicana que transforma sonhos em ciência

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Amélia Honwana, jovem investigadora do Centro de Investigação em Saúde de Manhiça (CISM), é um exemplo vivo de determinação e coragem. Natural da Matola “C”, Amélia construiu o seu percurso académico e profissional com foco, sacrifícios e uma visão clara: usar a ciência como instrumento de transformação social.

Formada em Medicina na Rússia, Amélia enfrentou o desafio de adaptar-se a um país estrangeiro, a uma língua diferente e a um sistema de saúde distante da realidade moçambicana. Ao regressar, buscou contacto direto com a realidade local, realizando um estágio não remunerado no Hospital Central de Maputo e, posteriormente, integrando-se na linha da frente durante a pandemia da COVID-19 no Centro de Saúde da Polana Caniço.

Em setembro de 2021, ingressou no CISM, primeiro em Mopeia, no projecto Bohemia, e depois na Manhiça, na área da tuberculose. Apesar das dificuldades de conciliar funções clínicas intensas com a coordenação de estudos de investigação, Amélia encontrou inspiração em outras mulheres na ciência, fortalecendo a sua convicção de que o género não deve limitar a ambição ou liderança em investigação.

Recentemente, Amélia conquistou a prestigiada bolsa Chevening, oferecida pelo governo britânico, e vai frequentar a Liverpool School of Tropical Medicine. A jovem investigadora atribui o sucesso à preparação antecipada, à disciplina e à capacidade de comunicar o impacto concreto do seu trabalho. “Não basta dizer ‘eu fiz’. É preciso mostrar quantas pessoas foram beneficiadas e o que mudou na comunidade”, afirmou.

Aos 29 anos — a mesma idade do CISM — Amélia planeia regressar a Moçambique mais capacitada, pronta para liderar ensaios clínicos e influenciar políticas de saúde. A sua mensagem às mulheres moçambicanas é clara: “Podemos e devemos ocupar espaços na ciência. Eu sou prova de que é possível.”

O percurso de Amélia Honwana simboliza uma nova geração de mulheres moçambicanas que, através da investigação científica, transformam sonhos pessoais em contribuições concretas para o desenvolvimento do país.

Bruno Langa escreve história e coloca Moçambique a brilhar na Liga dos Campeões

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O futebol moçambicano viveu ontem uma noite histórica. Bruno Langa tornou-se o quarto jogador do país a chegar à fase de grupos da Liga dos Campeões da UEFA, juntando-se a nomes como Simão Mathe (Panathinaikos), Reinildo Mandava (Atlético de Madrid) e Geny Catamo (Sporting). Um feito que confirma que Moçambique já tem talento capaz de brilhar nos palcos mais exigentes da Europa.

O extremo moçambicano entrou em campo em momentos de pressão, aos 62 minutos, logo após o Pafos FC ter sofrido o golo do Estrela Vermelha de Belgrado, marcado por Mirko Ivanić. Com energia e criatividade, Langa transformou o ataque cipriota, acelerando jogadas, quebrando linhas e obrigando a defesa sérvia a cometer erros. O seu empenho foi crucial para que a equipa recuperasse a confiança e buscasse o empate que garantiria a classificação histórica.

O desfecho chegou aos 89 minutos, quando Jajá igualou o marcador e selou o agregado de 3-2, confirmando o Pafos FC na fase de grupos da “Champions”. Para o futebol moçambicano, é mais do que um resultado: é uma afirmação de qualidade e determinação, um marco que inspira jovens talentos do país a sonharem grande.

O percurso do Pafos até aqui não foi fácil. No caminho, derrotou equipas experientes na competição, como o Maccabi Tel Aviv, de Israel, e o Dínamo de Kiev, da Ucrânia. Cada vitória foi construída com estratégia, coragem e trabalho coletivo, elementos que Langa incorporou com distinção, mostrando que é um atleta pronto para deixar a sua marca em qualquer desafio europeu.

Agora, Bruno Langa não apenas escreve o seu nome na história do Pafos FC, mas também coloca Moçambique no mapa da elite do futebol europeu. É o momento de celebrar, mas também de olhar para o futuro: o continente europeu está atento, e o talento moçambicano, mais do que nunca, brilha com intensidade.

Trump aposta na pena de morte para homicídios em Washington: reação e controvérsia

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a intensificar a sua ofensiva contra o crime na capital do país, desta vez com uma medida extrema: exigir a pena de morte para todos os casos de homicídio. O anúncio foi feito na terça-feira, durante uma reunião na Casa Branca, e reacendeu um debate já aceso sobre os limites da ação executiva e a eficácia das políticas de segurança.

“Vamos pedir a pena de morte. É uma prevenção muito forte”, afirmou Trump, reiterando o tom duro que tem marcado a sua abordagem à criminalidade. A medida, no entanto, esbarra nas leis locais: a maior parte dos homicídios em Washington é julgada pelo Tribunal Superior do Distrito, onde a sentença máxima é a prisão perpétua. Só em casos levados ao tribunal federal é que a pena capital pode ser aplicada.

Especialistas em justiça criminal alertam que não há evidências robustas de que a pena de morte funcione como fator de dissuasão do crime. Dados do Centro de Informação sobre a Pena de Morte indicam que sua aplicação não demonstrou impacto significativo na redução de homicídios.

A ação de Trump acontece num contexto de forte militarização da segurança na capital. No início deste mês, centenas de soldados foram enviados a Washington e, recentemente, algumas unidades da Guarda Nacional começaram a patrulhar a cidade armadas. Há ainda a possibilidade de expandir o destacamento para outras cidades governadas por democratas, como Baltimore, Chicago e Nova Iorque.

A estratégia provocou críticas imediatas de opositores e líderes locais. Em resposta, Trump rejeitou as acusações de autoritarismo. “A frase é que sou um ditador, mas acabo com o crime. Por isso, muita gente diz que, se é esse o caso, preferia ter um ditador. Mas eu não sou um ditador. Só sei como acabar com o crime”, disse o presidente, reforçando a sua narrativa de ação direta e implacável.

Enquanto Trump aposta na dureza, a sociedade americana se vê dividida entre apoio a medidas severas de segurança e preocupação com os limites constitucionais e éticos de um poder executivo que se move em territórios pouco explorados pela lei.

Austrália expulsa embaixador iraniano e aponta Teerão como ameaça à segurança interna

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Canberra tomou uma decisão sem precedentes no pós-guerra: expulsou o embaixador do Irão e classificou a Guarda Revolucionária Islâmica como organização terrorista, depois de serviços de inteligência concluírem que Teerão esteve diretamente envolvido em ataques anti-semitas em Sydney e Melbourne.

Segundo o Primeiro-ministro Anthony Albanese, trata-se de “atos de agressão extraordinários e perigosos, orquestrados por uma nação estrangeira, com o objetivo de semear discórdia e enfraquecer a coesão social da Austrália”. O regime iraniano teria usado uma rede de intermediários para mascarar sua participação, segundo revelações da investigação que se estendeu por vários meses.

A Ministra dos Negócios Estrangeiros, Penny Wong, destacou o caráter histórico da decisão: nunca, no período pós-guerra, a Austrália havia expulsado um embaixador. O gesto simboliza não apenas uma resposta à ameaça imediata, mas também uma demonstração de força perante interferências externas em solo australiano.

Analistas apontam que a medida pode abrir um novo capítulo de tensão entre Canberra e Teerão. O Irão já rejeitou as acusações e advertiu que tomará “medidas de retaliação”, enquanto a Austrália suspendeu temporariamente as atividades de sua embaixada em Teerão e trouxe de volta seu representante diplomático.

Especialistas em segurança internacional alertam que o episódio evidencia a crescente capacidade de regimes estrangeiros de interferir em sociedades abertas, e lança um alerta sobre a vulnerabilidade das democracias liberais a ataques híbridos, conduzidos por atores estatais.

Com a investigação ainda em curso, o alerta permanece: a ameaça iraniana não se limita à violência física, mas inclui estratégias de desinformação, infiltração e intimidação, tornando cada decisão de Canberra um teste de firmeza diplomática e de resiliência nacional.

Absa entre os bancos escolhidos para operacionalizar Fundo de Garantia Mutuária

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O Governo de Moçambique lançou esta segunda-feira, em Ricatla, distrito de Marracuene, o Fundo de Garantia Mutuária, uma linha avaliada em 40 milhões de dólares, destinada a mitigar um dos maiores entraves enfrentados pelos pequenos e médios empresários nacionais: a falta de garantias reais para aceder ao crédito bancário.

A iniciativa, apresentada pela ministra da Economia e Finanças, Carla Louveira, deverá beneficiar mais de 15 mil micro, pequenas e médias empresas (MPME) nos próximos cinco anos. Para tal, foram seleccionados vários bancos comerciais, entre os quais o Absa Bank Moçambique, que se posiciona como um dos principais operadores deste mecanismo.

O lançamento do fundo ocorreu durante as celebrações do Dia do Exportador e da abertura da 60.ª edição da Feira Internacional de Maputo (FACIM 2025), num acto dirigido pelo Presidente da República, Daniel Chapo.

Para o Absa, a entrada neste programa representa mais do que uma oportunidade de negócio: é um gesto político e económico. “A participação do Absa neste fundo reforça o nosso compromisso em apoiar o empreendedorismo, a inovação e a inclusão, e impulsionar a economia moçambicana. Este mecanismo será transformador para milhares de pequenas empresas que enfrentavam barreiras no acesso ao crédito”, sublinhou Alberto Pitoro, Director de Risco do banco.

O Fundo de Garantia Mutuária substitui as garantias tradicionais — imóveis, viaturas ou activos de difícil mobilização — por uma cobertura partilhada de risco, permitindo às instituições financeiras conceder crédito a quem antes estava excluído.

Especialistas defendem que a medida poderá ser um divisor de águas para o sector privado moçambicano, historicamente limitado pelo peso das garantias bancárias e pelo conservadorismo do sistema financeiro. Porém, o sucesso dependerá da transparência na gestão do fundo e da real capacidade dos bancos em canalizar o crédito para projectos produtivos, e não apenas para reforço de capital de giro.

O Absa Bank Moçambique assume, assim, um papel de parceiro estratégico no desenho de uma nova arquitectura de financiamento empresarial, num país onde mais de 90% das empresas são de pequena dimensão e enfrentam dificuldades crónicas de acesso ao crédito.

Quelimane ganha transporte público mais barato e abrangente

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A partir de 1 de Setembro de 2025, a cidade de Quelimane entra numa nova era de mobilidade urbana. A Empresa Municipal de Transporte Público de Quelimane (EMTPQ) apresentou uma tabela tarifária revista e alargou as suas rotas, oferecendo ao público preços significativamente mais baixos do que os praticados pelos transportadores privados.

Segundo o director da empresa, António Bernardino António, a medida responde ao aumento da procura e à necessidade de garantir transporte digno e acessível para milhares de cidadãos. “Com esta revisão, reafirmamos o nosso compromisso em servir a população, promovendo inclusão e alívio económico para as famílias”, sublinhou.

No espaço urbano, o custo de uma viagem, do centro até Namuinho, passa a ser de apenas 15 meticais, valor fixo e válido para todas as paragens intermédias.

Nas rotas interurbanas, os preços são igualmente competitivos:

Quelimane–Licuar: entre 15 e 50 meticais

Quelimane–Zalala Praia: entre 15 e 50 meticais

Estes valores contrastam fortemente com os semi-colectivos privados, que chegam a cobrar 100 meticais no mesmo percurso.

A redução das tarifas e a introdução de novas linhas representam mais do que um simples reajuste económico: simbolizam uma aposta no transporte público como direito social. Para estudantes, trabalhadores e famílias com baixos rendimentos, a decisão da EMTPQ é recebida como um verdadeiro alívio no quotidiano.

Com esta iniciativa, Quelimane posiciona-se na vanguarda das cidades moçambicanas que procuram equilibrar desenvolvimento urbano com justiça social, demonstrando que o transporte pode ser não apenas um serviço, mas um instrumento de inclusão.

UniLicungo dá o primeiro passo para mudar o futuro da educação universitária em Moçambique

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A Universidade Licungo (UniLicungo) deu início, no dia 22 de agosto, a um amplo processo de reforma curricular, com o objetivo de modernizar os cursos e adequá-los às exigências atuais do mercado de trabalho. A cerimónia de lançamento decorreu em simultâneo nas cidades de Quelimane e Beira, sob orientação do Magnífico Reitor Boaventura Aleixo, que salientou a importância da atualização pedagógica para o desenvolvimento do país.

O plano de reforma prevê uma revisão profunda dos conteúdos, metodologias de ensino e mecanismos de avaliação, integrando também uma auscultação alargada a diferentes atores: autoridades reguladoras, ordens profissionais, docentes, estudantes e parceiros sociais. A coordenação dos trabalhos será conduzida pela Professora Doutora Paula Bambo, Diretora Académica da UniLicungo, que lidera a comissão responsável por propor um modelo curricular adaptado às realidades locais e globais.

Segundo a direção da instituição, o processo, com uma duração prevista de dois anos, deverá resultar em programas académicos mais flexíveis e orientados para a empregabilidade, reforçando a capacidade da universidade de formar quadros capazes de responder aos desafios estruturais do país.

Desafios estruturais do setor em Moçambique

O lançamento desta reforma ocorre num contexto em que o ensino superior moçambicano enfrenta constrangimentos persistentes. Entre eles destacam-se:

Desfasamento entre a formação académica e as necessidades do mercado de trabalho, frequentemente apontado como um dos principais entraves à empregabilidade dos graduados; insuficiência de infraestruturas e recursos tecnológicos, que limita a implementação de métodos de ensino inovadores e digitais; escassez de docentes altamente qualificados, sobretudo em áreas técnicas e científicas estratégicas; e baixos índices de investigação aplicada, dificultando a transformação do conhecimento em soluções práticas para os desafios económicos e sociais do país.

Neste quadro, a reforma curricular da UniLicungo é vista como uma oportunidade para reposicionar a universidade como centro de excelência, capaz de contribuir para a formação de profissionais alinhados às prioridades nacionais, incluindo a industrialização, a digitalização e a diversificação económica.

Durante a cerimónia, o Reitor apelou à mobilização coletiva para o sucesso do processo, sublinhando que “quem quer ir longe vai acompanhado”, numa referência à importância da colaboração entre todos os intervenientes.

Com esta iniciativa, a UniLicungo pretende não apenas atualizar os seus planos de ensino, mas também influenciar positivamente a dinâmica do ensino superior em Moçambique, num setor que carece de reformas estruturais profundas para responder à crescente pressão social e económica.

Imbróglio da energia expõe falhas da Mozal na integração da economia local

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A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) voltou a levantar a voz contra a postura da South32, accionista maioritária da Mozal, no braço-de-ferro sobre a tarifa de energia, acusando a multinacional australiana de agir de forma contrária ao espírito de parceria que sempre proclamou.

Segundo noticiou o semanário Savana, o presidente da CTA, Álvaro Massingue, afirmou que é “inadmissível” que uma companhia que beneficiou amplamente de incentivos fiscais e de estabilidade institucional em Moçambique esteja, agora, a adoptar uma conduta que fragiliza a confiança dos investidores e desestabiliza o tecido empresarial nacional.

Para além do diferendo sobre os preços de energia, Massingue trouxe à tona um problema antigo: a marginalização de empresas nacionais nos contractos da Mozal. “Mesmo antes deste episódio, a CTA já havia alertado a direcção da Mozal para denúncias de preterição de firmas moçambicanas em favor de companhias sul-africanas. Apesar das promessas de revisão, pouco ou nada mudou”, sublinhou.

A CTA defende que qualquer eventual concessão do Governo em matéria de tarifas deve estar amarrada a contrapartidas sólidas, como a obrigatoriedade de reservar pelo menos 40% da produção para empresas instaladas em Moçambique, a fim de impulsionar a transformação local do alumínio em produtos semi-manufaturados e acabados.

O líder empresarial pediu ainda que a South32 reveja com urgência a sua posição, reintegre os fornecedores moçambicanos e alinhe-se aos objectivos de desenvolvimento do país, sob pena de a Mozal perder o estatuto de activo estratégico nacional.

Massingue apelou ao Executivo para que actue “com firmeza, mas mantendo abertura ao diálogo”, garantindo que os interesses estratégicos do país prevaleçam sobre as imposições externas.

FACIM 2025: BCI aposta em canais digitais para aproximar-se dos clientes

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O Banco Comercial e de Investimentos (BCI) marca presença na 60.ª edição da Feira Internacional de Maputo (FACIM) como Alto Patrocinador, reforçando a sua posição de parceiro estratégico do desenvolvimento económico do país.

O stand do BCI, localizado no Pavilhão Gwaza Muthini, foi inaugurado na passada segunda-feira (25), num momento de destaque assinalado pela visita do Presidente da República, Daniel Chapo, gesto que sublinhou a relevância da participação do banco neste certame.

Inspirado no conceito de inovação tecnológica, o espaço foi concebido para promover os canais digitais do BCI e oferecer aos visitantes a possibilidade de conhecer e aderir a uma diversidade de produtos e serviços. Entre as soluções apresentadas destacam-se o eBanking, cartões pré-pagos, abertura de contas, actualização de dados e o Crédito para Funcionários Públicos.

Além disso, o stand integra um espaço exclusivo de networking, concebido para promover a interação entre empresas participantes e visitantes. A equipa técnica e comercial do BCI garante apoio especializado, assegurando aconselhamento personalizado a clientes e potenciais investidores.

Durante toda a feira, os visitantes que aderirem a produtos e serviços do banco poderão receber brindes exclusivos, numa iniciativa que pretende reforçar a proximidade da instituição com o público.

A FACIM, que decorre até domingo, 31 de Agosto, sob o lema “Promovendo a Diversificação Económica rumo ao Desenvolvimento Sustentável e Competitivo de Moçambique”, constitui um palco privilegiado de promoção de parcerias e negócios, reunindo representantes dos principais sectores económicos nacionais e internacionais.