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Milange retoma obras da Rua Lurdes Mutola e sanitários do Centro de Saúde de Brandão

Projectos avaliados em mais de 36 milhões de meticais marcam retoma de infraestruturas municipais

Reportagem: Redação

O Conselho Municipal da Vila de Milange, na província da Zambézia, procedeu na última quinta-feira (12) à consignação das obras de reabilitação da Rua Lurdes Mutola e de construção de sanitários no Centro de Saúde de Brandão, marcando o reinício de dois projectos considerados importantes para a melhoria das infraestruturas locais.

A cerimónia foi dirigida pelo edil de Milange, Felisberto Mvua, num momento que simboliza a retoma de obras que estiveram anteriormente suspensas devido a um processo judicial.

O projecto de reabilitação da Rua Lurdes Mutola está orçado em cerca de 29,1 milhões de meticais. A execução foi adjudicada a um empreiteiro de capitais chineses que já realizou outros trabalhos de infraestruturas na vila.

Entre as obras anteriormente executadas pela empresa constam intervenções nas ruas Joaquim Chissano e Hospital Distrital, igualmente localizadas em Milange.

Paralelamente, será construída a infra-estrutura sanitária do Centro de Saúde de Brandão, um projecto avaliado em cerca de 7,1 milhões de meticais.

A obra foi adjudicada à empresa PROCONSTRÓI Sociedade Unipessoal Limitada.

Para garantir o acompanhamento técnico dos trabalhos, o município contratou a empresa CONSULTEC, que será responsável pela fiscalização da execução das obras.

As autoridades municipais esperam que os projectos contribuam para melhorar as condições de mobilidade urbana e os serviços de saúde prestados à população da vila de Milange.

Veja a reportagem no link abaixo:

FRELIMO apoia família que perdeu casa em incêndio no bairro Floresta, em Quelimane

Donativo inclui material de construção, alimentos e utensílios domésticos para ajudar na reconstrução da residência

Reportagem: Redação

O partido FRELIMO, no distrito de Quelimane, província da Zambézia, prestou apoio a uma família que perdeu a casa na sequência de um incêndio de grandes proporções registado recentemente no bairro Floresta, nos arredores da cidade.

A residência, pertencente a Menguta Saide, foi consumida pelas chamas ao longo da semana passada, deixando a família sem grande parte dos seus bens.

Após a divulgação do caso e das imagens do incidente, representantes do partido deslocaram-se ao local para avaliar o grau de destruição e as necessidades imediatas da família afectada.

Dias depois da visita de avaliação, a delegação do partido regressou ao bairro para entregar um conjunto de donativos destinados a apoiar a reconstrução da residência.

Segundo o secretário do comité distrital da FRELIMO em Quelimane, Nelson Inocêncio Chagunda, o apoio inclui material de construção diverso, utensílios domésticos e produtos alimentares, entre outros bens essenciais.

A iniciativa visa ajudar a família a recuperar parte das perdas provocadas pelo incêndio e criar condições para a reconstrução da habitação.

Na ocasião, a proprietária da casa destruída manifestou agradecimento pelo apoio recebido, afirmando que o gesto representa uma importante ajuda para que a família possa recomeçar.

De acordo com informações avançadas durante a entrega dos donativos, a Electricidade de Moçambique deverá assegurar o restabelecimento da energia eléctrica na residência depois de concluído o processo de reconstrução da casa.

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Chuvas intensas provocam inundações em bairros da cidade de Inhambane

Augusto Machava apela à retirada urgente de famílias das zonas de risco

Reportagem: Redação

As chuvas intensas que se fazem sentir desde o último fim-de-semana na província de Inhambane estão a provocar inundações urbanas em vários bairros da cidade, afectando residências, áreas agrícolas e algumas instituições de ensino.

Perante o cenário, o primeiro secretário da FRELIMO na cidade de Inhambane, Augusto Machava, apelou aos moradores dos bairros Marrambone, Muele 1 e Liberdade para abandonarem as zonas de risco e procurarem locais mais seguros.

As precipitações, que têm caído de forma persistente, já provocaram diversos estragos em diferentes pontos da cidade.

Várias famílias enfrentam a realidade de casas inundadas, enquanto áreas agrícolas registam perdas significativas de culturas, situação que compromete a produção de muitos camponeses.

Em alguns bairros, a água invadiu residências, obrigando moradores a abandonarem temporariamente as suas casas e procurar abrigo em residências de familiares ou vizinhos.

Perante a gravidade da situação, Augusto Machava deslocou-se às áreas afectadas para avaliar no terreno os impactos das chuvas e dialogar com as comunidades.

Durante a visita, o dirigente reconheceu que os danos são consideráveis e apelou à prevenção para evitar perdas humanas.

Além das residências e áreas agrícolas, o sector da educação começa igualmente a sentir os efeitos das chuvas.

Em algumas escolas, o processo de ensino e aprendizagem encontra-se condicionado, sobretudo nestas primeiras semanas do ano lectivo, devido à continuidade das precipitações.

Apesar das dificuldades, Augusto Machava assegurou que a FRELIMO continuará a mobilizar esforços para apoiar as famílias afectadas e contribuir para a criação de melhores condições de segurança e assistência às comunidades atingidas.

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Ministro suspende concursos milionários da mobilidade em Maputo

João Jorge Matlombe ordena revisão de quatro contratos estratégicos

Reportagem: Redação

O ministro dos Transportes e Logística, João Jorge Matlombe, determinou a suspensão imediata de quatro concursos públicos lançados pela Agência Metropolitana de Transportes de Maputo (AMT), todos relacionados com serviços de consultoria para projectos de mobilidade urbana na capital.

A decisão foi oficializada esta quarta-feira, através de um comunicado do ministério, amparada pelas competências previstas no Decreto n.º 18/2025, de 4 de Julho.

Entre os concursos suspensos destacam-se:

  • Programa de jovens profissionais no sector da mobilidade – adjudicado ao consórcio JV UNEED.IT S.r.l., A.R.S. Progetti S.P.A., Panteia B.V. e ARS4Pro, no valor de 1,32 milhões de euros.
  • Assistência técnica para implementação de projectos de mobilidade – adjudicado à JV Project Planning & Management Ltd e Urban Mass Transit Company Ltd, avaliado em 2,44 milhões de dólares.
  • Elaboração do Plano Director da Mobilidade Activa – atribuído à consultora francesa SYSTRA – Société à Directoire et Conseil de Surveillance, no valor de 437,5 mil dólares.
  • Desenvolvimento da estratégia de comunicação para engajamento cidadão – ganho pela Ernst & Young – Sociedade de Contabilistas e Auditores Certificados, orçado em 9,2 milhões de meticais.

Segundo o ministério, a suspensão deve-se ao facto de os termos de financiamento destes concursos não terem sido previamente aprovados pela tutela sectorial, como exige a legislação vigente.

O comunicado sublinha que é competência do ministro validar actos e estratégias de financiamento de projectos de transportes públicos, antes de qualquer adjudicação.

Em paralelo, foi anunciada a abertura de trabalhos internos de análise, com o objetivo de apurar eventuais irregularidades nos procedimentos dos concursos suspensos.

A decisão ocorre num momento em que Maputo enfrenta desafios crescentes de mobilidade urbana, com debate sobre reformas estruturais no transporte público, incluindo coordenação entre operadores, planeamento urbano e financiamento de infra-estruturas.

Especialistas alertam que a suspensão poderá atrasar iniciativas estratégicas essenciais para reorganizar a mobilidade na capital, mas reforçam a necessidade de cumprir rigorosamente os processos legais e de financiamento.

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Chapo exalta obra de Tomaz Salomão e recomenda leitura à juventude moçambicana

Presidente destaca importância histórica e pedagógica do livro “Moçambique, Meu País: O que Vi, Vivi e Senti”

Reportagem: Redação

O Presidente da República de Moçambique, Daniel Chapo, enalteceu o contributo do economista Tomaz Augusto Salomão durante a apresentação do seu livro “Moçambique, Meu País: O que Vi, Vivi e Senti”, realizada na cidade de Maputo.

Segundo Chapo, a obra deve ser amplamente lida pela juventude moçambicana, por retratar momentos decisivos da história recente do país, desde a independência até eventos como a Tragédia de Mbuzini, ocorrida a 19 de Outubro de 1986.

O Chefe do Estado destacou que o livro constitui um importante testemunho histórico, contribuindo para a compreensão do percurso político, social e económico de Moçambique nas últimas décadas.

A linguagem acessível da obra permite que os leitores compreendam de forma clara as experiências e reflexões do autor sobre Moçambique, incluindo períodos de instabilidade após a independência, a guerra civil e os efeitos das políticas do apartheid na região.

O Presidente recomendou que a obra seja incorporada nos acervos das escolas e instituições de ensino, destacando o valor pedagógico de conteúdos que abrangem história, economia e ciência política.

Além disso, os quatro volumes do livro abordam valores essenciais como ética, integridade e moral, considerados pelo autor pilares fundamentais para o desenvolvimento do país.

Chapo concluiu enfatizando que, apesar dos desafios enfrentados nos últimos 50 anos de independência, o povo moçambicano mantém a esperança e a determinação de continuar a construir um futuro de progresso e desenvolvimento.

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Inflação sobe para 3,20% em Fevereiro e agrava custo de vida em Moçambique

 

Preços registam aumento em alimentos e energia, pressionando orçamento das famílias

Reportagem: Redação

A inflação anual em Moçambique acelerou para 3,20% em Fevereiro, segundo dados do Índice de Preços no Consumidor, confirmando uma tendência gradual de aumento do custo de vida para as famílias.

De acordo com o relatório, os preços subiram 0,68% apenas no mês de Fevereiro, enquanto a inflação acumulada desde o início do ano atingiu 1,94%.

Em termos homólogos, comparando com Fevereiro de 2025, a variação do índice fixou-se em 3,20%.

O comportamento da divisão de alimentação e bebidas não alcoólicas voltou a assumir um papel determinante na variação mensal da inflação.

Entre os produtos que mais pressionaram os preços destacam-se: Carvão vegetal (+9,8%) – principal fonte de energia doméstica em muitas zonas urbanas. Tomate, carapau, couve e alface – itens amplamente consumidos pelas famílias.

A subida de preços em alimentos frescos, especialmente hortícolas e pescado, está frequentemente associada a factores como custos logísticos, disponibilidade da oferta e sazonalidade agrícola.

Apesar da tendência de aumento, alguns produtos registaram queda de preços, ajudando a moderar parcialmente a variação global do índice. Entre eles: Coco, batata reno, ovos de galinha, cenoura, milho em grão e Cerveja consumida fora de casa.

Em termos anuais, a divisão de restaurantes, hotéis, cafés e estabelecimentos similares registou aumento próximo de 4,95%, reflexo do encarecimento de alimentos, energia e transporte.

Perante o comportamento dos preços, o Banco de Moçambique mantém uma política monetária orientada para a estabilidade macroeconómica, buscando controlar a inflação sem comprometer o crescimento económico.

Especialistas alertam que a evolução do custo de vida ao longo de 2026 dependerá de fatores como os preços internacionais de combustíveis, desempenho da campanha agrícola e condições logísticas de abastecimento interno.

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Comerciantes do Mercado Janeiro acusam vereação de ignorar situação do centro comercial

Lama e más condições afetam negócios e afastam clientes em Quelimane

Reportagem: Redação

Comerciantes do Mercado Janeiro, na cidade de Quelimane, denunciam que a vereação dos mercados e feiras do Conselho Municipal tem ignorado o mau estado em que se encontra aquele centro comercial, prejudicando a atividade diária e a receita dos vendedores.

Segundo o secretariado do mercado, a situação arrasta-se há mais de três anos. Os vendedores afirmam que, sempre que procuram a vereação, recebem apenas promessas e visitas ocasionais, sem que soluções concretas sejam apresentadas.

Os comerciantes afirmam que a lama cobre quase todo o mercado, criando um ambiente constrangedor e afastando clientes. A redução do movimento tem provocado perdas significativas nas receitas diárias dos vendedores.

Outro problema apontado é o pagamento regular de taxas municipais. Apesar de efetuar os pagamentos diariamente, muitos comerciantes desconhecem a finalidade do dinheiro arrecadado.

Os vendedores acusam ainda o vereador responsável pelos mercados e feiras de evitar passar pelo local, apesar de estar ciente das más condições.

Perante a situação, os comerciantes apelam ao Conselho Municipal de Quelimane para intervir com urgência, melhorando o saneamento e as condições do mercado, garantindo um ambiente digno tanto para vendedores quanto para consumidores.

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Taxistas de bicicleta pedem redução de taxas municipais em Quelimane

Operadores alertam para impacto das taxas no rendimento diário

Reportagem: Redação

Os taxistas que operam com bicicletas na cidade de Quelimane solicitaram ao Conselho Municipal de Quelimane a redução das taxas de licenciamento, alegando que os valores atualmente cobrados são elevados e podem afetar a vida social e económica dos operadores.

Segundo os taxistas, a facturação diária tem sido muito baixa nos últimos dias devido à fraca procura pelos serviços. Os operadores explicam que o elevado custo de vida reduziu a capacidade financeira dos clientes, situação agravada pelas chuvas recentes, que limitam a circulação tanto de passageiros quanto dos próprios taxistas.

Outro problema apontado é a falta de divulgação do período promocional de pagamento das taxas no início da campanha de licenciamento. Segundo os operadores, isso contribuiu para a baixa adesão durante a fase inicial.

Com o fim do período promocional, os taxistas enfrentam maiores dificuldades para cumprir com os pagamentos, uma vez que anteriormente não eram obrigados a efetuar este tipo de licenciamento.

Os operadores apelam ao município de Quelimane para reavaliar os valores das taxas, permitindo que possam regularizar a actividade sem comprometer a subsistência diária.

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Moradores do bairro Manhiça denunciam isolamento devido a estradas inundadas

Chuvas transformam vias de acesso em pequenos rios e dificultam vida quotidiana

Reportagem: Redação

Os residentes do bairro Manhiça, na cidade de Quelimane, denunciam estar em situação de isolamento devido à inundação das estradas de acesso provocada pelas chuvas que têm caído na região.

Segundo os moradores, a situação repete-se todos os anos durante a época chuvosa. As vias ficam completamente alagadas, obrigando quem se desloca a atravessar grandes charcos de água, que muitas vezes se assemelham a pequenos rios, para chegar às casas ou ao centro da cidade.

O isolamento afeta também estudantes de escolas primárias e secundárias do bairro, que encontram dificuldades para chegar às salas de aula sem molhar os pés.

Além disso, os utentes do Centro de Saúde da Manhiça relatam dificuldades para aceder aos serviços médicos, já que as águas das chuvas dificultam o percurso até à unidade sanitária.

Os moradores afirmam que enfrentam este problema há vários anos sem solução e apelam às autoridades municipais para a instalação de sistemas de drenagem e o melhoramento das estradas, de forma a pôr fim ao sofrimento durante a época chuvosa.

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Do “Mercado do Lixo” ao Leilão da Vida: O Resgate que a Polícia Não Fez

Jovem resgatada, mas rastros de violência expõem falhas na resposta estatal

Reportagem: Redação

Neide Sérgio João, a jovem desaparecida em Quelimane e mantida sob domínio de criminosos, foi finalmente resgatada com vida. Contudo, o alívio do reencontro não apaga a brutalidade sofrida: a vítima apresenta sinais severos de agressões físicas, num caso que envolve rapto, extorsão e ineficiência das autoridades.

Tudo começou no chamado “Mercado do Lixo”, em Quelimane, por volta das 16 horas, quando Neide desapareceu. O que parecia um simples desaparecimento rapidamente se transformou num pesadelo financeiro e emocional.

De acordo com relatos da família à Zambézia 24h, os sequestradores exigiram resgates que variaram entre 20 mil e 300 mil meticais, demonstrando amadorismo cruel e colocando a vida da jovem à mercê de negociações.

Num cenário em que o Estado parece sempre chegar tarde, foram cidadãos comuns que organizaram buscas e localizaram a menor, mostrando que a sociedade civil teve papel determinante no resgate.

Até ao momento, o Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) não se pronunciou sobre detalhes essenciais do caso, incluindo: A identidade dos suspeitos; O local exato do cativeiro; O número de envolvidos no crime.

O silêncio oficial alimenta a desconfiança pública e levanta questões sobre a eficácia da atuação policial em situações críticas.

Veja a reportagem no link abaixo: