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BCI promove consciencialização sobre a protecção infantil

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A Escola Primária Estrela do Oriente, em Maputo, beneficiou, na terça-feira (24) de uma palestra,
promovida pelo Banco Comercial e de Investimentos (BCI), com o apoio do Conselho Municipal de
Maputo (CMM) e do Gabinete de Atendimento da Mulher e Criança do Comando da PRM da Cidade
de Maputo. O evento, direccionado a alunos da escola e na presença de professores, teve como
objectivo consciencializar as crianças sobre a importância de se manterem vigilantes e não se
deixarem aliciar por adultos mal-intencionados.

A autora Lurdes Faife, que é também parceira do BCI no programa “Ler para Crescer”, reiterou a
necessidade de as crianças estarem atentas e informadas sobre questões de segurança. “É
fundamental que saibam como agir perante situações de risco. Devem também sentir-se seguros
para compartilhar, seja o que for, com os mais adultos”, afirmou Lurdes durante a palestra.
A directora das Mediatecas do BCI, Carla Mamade, destacou que a iniciativa visa proteger as crianças
e faz parte de um projecto mais amplo, que inclui a divulgação do livro “As Três Amigas e o Semáforo
do Toque”, da própria autora. Esse livro educacional aborda a violência contra crianças e visa
aumentar a conscientização sobre a importância de sua protecção. Carla Mamade reforçou o
compromisso do BCI em continuar a apoiar causas relevantes para o bem-estar das comunidades.
A sessão contou com a intervenção de Mariza Nhachungue, Chefe de Secção do Sector da Criança no
Gabinete de Atendimento à Família e Menores Vítimas de Violência, que interagiu com os alunos,
fornecendo orientações sobre como agir diante de uma ameaça. Nhachungue lembrou ainda os
direitos e deveres das crianças, enfatizando a importância de um ambiente seguro e saudável para o
seu desenvolvimento.

Este evento marca o início de um conjunto de palestras que serão realizadas em diversas escolas da
cidade, reforçando a mensagem de prevenção da violência contra os menores.

MDM defende maior aposta na agricultura e no processamento de madeira em Moçambique

Quelimane, 27 set (Jornal Txopela) – O Movimento Democrático de Moçambique (MDM) prosseguiu hoje a sua campanha eleitoral no bairro Sangariveira, em Quelimane, com um discurso focado no desenvolvimento agrícola e no aproveitamento de recursos naturais, particularmente o processamento de madeira no país.

 

Júlio Raul, delegado distrital do partido, disse que a intenção do MDM de reduzir a dependência de Moçambique em relação à importação de produtos alimentares é essencial para garantir a autossuficiência alimentar e diminuir a necessidade de importar alimentos de outros países.

 

O responsável afirmou ainda que o MDM tem como prioridade apostar na capacitação técnica e na formação de engenheiros, para promover o desenvolvimento sustentável do país.

No que diz respeito aos recursos florestais, o MDM defendeu que o processamento de madeira deve ser feito internamente, para garantir que Moçambique colha os frutos das suas próprias riquezas.

Partidos Políticos da Oposição: Esfomeados e Marionetes da Frelimo no Processo Eleitoral, escreve James Njiji

Por: James Njiji

 

O processo eleitoral de 11 de Outubro de 2024 em Moçambique está alta e gravemente viciado. Desde o recenseamento até an actual  fase de campanha, temos presenciado inúmeras violações da Constituição da República e da própria Lei Eleitoral, promovidas pela Comissão Nacional de Eleições (CNE) e o Conselho Constitucional. As irregularidades são de tal forma gritantes, mas, estranhamente, aqueles que deveriam ser os primeiros a se insurgir— os partidos da oposição — parecem paralisados, reduzidos a marionetes, completamente submissos à hegemonia da do Regime da Frelimo.

 

A passividade dos partidos da oposição é, no mínimo, assustadora e alarmante. Em vez de actuarem como defensores dos princípios democráticos, parece mais interessados em garantir suas fatias mínimas de poder e financiamento para o tacho. Ao observá-los, surge a imagem de entidades desnorteadas, esfomeadas, que aceitam as migalhas que o regime da Frelimo deixa cair, são incapazes de adoptar uma postura firme e combater as ilegalidades que estão a minar o futuro deste País.

 

Ora vejamos, a CNE, que deveria ser um órgão independente por excelência, age com parcialidade, escamoteando  a Lei para favorecer o partido no poder. Do início, o processo de recenseamento esteve cheio de irregularidades, e as decisões tomadas pela CNE em conluio com o Conselho Constitucional, continuam a ferir os princípios de uma eleição que deveria ser “Livre, Justa e Transparente. Uma das mas insultuosas decisões dos dois órgão foi de ignorar todo o conhecimento científico, jurídico adquirido no a quando da formação académica dos seus integrantes, entraram em contra mão da Lei para sem nenhuma base legal excluir a CAD da corrida eleitoral. Neste momento de campanha os partidos da oposição enfrentam obstáculos sistemáticos, que consubstanciam intolerância política e atitudes anti democrático orquestrados por membros e apoiantes do Regime, porém  a Frelimo navega tranquilamente, utilizando todos os recursos do Estado para garantir sua perpetuação no poder. Como pode se ver em 27 dias de o General Ossufo Momade apenas passou por apenas 4 província visitando apenas os distritos principais, no entanto Daniel Chapo já percorreu todo país chegando a percorrer quase todos  distritos de uma Província em um só dias. E ainda mais, em todo comícios com palco e som modernos e de alta qualidade que demostrai de uma musculatura financeira que o mesmo regime não tem quando é para pagar salários dos enfermeiros, médicos, professores, polícias, militares, bem como quando se trata em comprar carteira para as escolas, medicamentos, livros escolares, reabilitação e ou construção de estradas…

 

Os partidos de oposição estão cientes das violações graves e vergonhosa da Lei, mas, inexplicavelmente, continuam a participar do jogo sujo, como se fossem reféns ou parte do sistema. Onde está a ousadia de paralisar o processo até que a lei seja escrupulosamente cumprida? Por que não seguem o exemplo de outras categorias profissionais que fazem greves quando suas condições são inaceitáveis?

 

A submissão dos partidos de oposição as humilhações do regime é vergonhosa. Diante de tantas violações, por que eles não se insurgem? Com estas atitudes está evidente que a fome, medo, a corrupção e a falta de visão estratégica nos partidos da oposição, são fatores que, sem dúvida, contribuem para essa postura inerte. Ao invés de unirem forças para exigir eleições verdadeiramente livres, justas e transparentes, cada um luta para dividir em prol da sua barriga ao ponto de se contentam com as sobras, como se já tivessem aceitado a derrota antes mesmo da Eleição.

 

Essa falta de acção é uma traição aos milhões de eleitores que tem esperança e depositam sua confiança neles. Se médicos, professores, juízes e enfermeiros… conseguem paralisar suas actividades quando não têm condições de trabalho, por que os partidos da oposição não fazem o mesmo? Estamos perante uma Oposição Sem Convicção.

 

A falta de convicção da oposição vai além da inércia estratégica; é uma questão de valores. Onde está o compromisso com os princípios democráticos? Onde está a coragem de desafiar um sistema corrupto que falha em entregar justiça e equidade ao povo? Para muitos desses partidos, o processo eleitoral se tornou uma formalidade, onde o objetivo não é alcançar o poder para mudar rumo trágico em que o país se encontra, mas sim garantir sua sobrevivência política e financeira por meio de uma participação simbólica que termina com a Frelimo a decidir quantos mandatos a atribuir a quem e aonde, como vimos nas eleições autárquicas de 2023 onde levaram tudo e apenas devolveram 5 dos 65.

 

Essa falta de convicção compromete o futuro da nação, isto é, o futuros das crianças nas escolas, dos pacientes nos hospitais, dos jovens desempregados, dos idosos que apenas recebem 600MT por mês, dos enfermeiros, dos médicos, dos polícias…

 

O que os partidos da oposição não entendem é que, Eleições não são apenas um evento de calendário político; são um acto de soberania popular (POVO), o momento em que o povo expressa sua vontade. Ao se recusarem a enfrentar as fraudes e manipulações, os partidos de oposição estão, na verdade, abrindo mão de sua missão mais sagrada: representar os interesses dos mais de 30 milhões de cidadãos.

 

O momento actual oferecia uma janela de oportunidade única para que a oposição se unisse e demandasse mudanças no País removendo a Frelimo do puder. Imagina se Ossufo Momade, Lutero Simango, Venâncio Mondlane, Manuel De Araújo, Manecas Daniel, Salomão Muchanga, Fátima Mimbire, Quitéria Guiringana, … estivesse na mesma equipa o que seria com a Frelimo? Chamo a cada um a tirar suas conclusões!

 

Entretanto, a falta de cooperação, coordenação, a rivalidade interna e partidária e a subordinação a interesses pessoais e partidários fizeram com que essa oportunidade fosse desperdiçada. Ao invés de se posicionarem como uma força unida com uma frente  contra a manipulação eleitoral, ma governação que perdura mais de 4 décadas, os partidos de oposição preferiram actuar de forma fragmentada, cada um tentando garantir seu pequeno espaço, enquanto o país caminha para mais uma eleição hiper fraudulenta.

 

Com a crescente insatisfação popular e o reconhecimento internacional de que as eleições em Moçambique carecem de integridade, os partidos deviam se  pressionar de forma robusta, rústica, exigir o cumprimento da Lei eleitoral. Afinal o que Está em Jogo?

As eleições Gerais de 2024 correm o risco de ser mais uma farsa, um espetáculo orquestrado para dar ares de legitimidade à perpetuação da Frelimo no poder. Sem uma reacção  forte da oposição, estaremos condenados a mais um ciclo de fraude e injustiça Eleitoral a semelhança de 2023. As violações da Lei são claras e evidentes, e os partidos da oposição, ao não se insurgirem contra isso, através de uma greve ou boicote total das eleições tornam-se cúmplices desse processo fraudulento.

 

Se não houver uma ruptura com essa postura submissa, não haverá esperança de um futuro democrático para Moçambique. Chegou a hora dos partidos de oposição mostrarem coragem e determinação. Caso contrário, serão lembrados não como defensores da liberdade, mas como marionetes esfomeadas que ajudaram a perpetuar a opressão entre irmãos perpetuada pelo regime anti democrático da Frelimo.

 

Por eleições livres justas e transparentes

 

CNE viola Lei Eleitoral ao deliberar pela manutenção de urnas usadas no processo das eleições autárquicas

– Deliberação frustra parte dos consensos políticos alcançados no contexto da revisão da lei eleproblematizaa risco potencial de fraude durante o processo de votação!

A Comissão Nacional de Eleições (CNE) deliberou, através da Resolução n.º 76/CNE/2024, de 12 de Setembro, pela utilização, durante as eleições gerais do próximo dia 9 de Outubro, das urnas do processo de eleições autárquicas de Outubro de 2023. Sucede que a deliberação deste órgão contraria uma particular disposição do recentemente aprovado pacote eleitoral. É que, nos termos da nova lei eleitoral, para estas eleições, devem ser utilizadas urnas transparentes com ranhura que permita a introdução de um único boletim de voto por eleitoral.

O órgão de gestão eleitoral apresenta como justificação para deliberar naquele sentido: (i) as limitações orçamentárias para aquisição de novas urnas; (ii) o apertado intervalo temporal entre a entrada em vigor do pacote eleitoral versus o tempo necessário para realizar as démarches de concurso público para a aquisição do material pretendido; e (iii) o facto de já terem sido requeridas 14.775 urnas para somar às 64.106 do processo eleitoral passado.

O texto aponta a Resolução da CNE como ilegal e apela a intervenção, tanto do Conselho Constitucional (CC), como do Ministério Público (MP), no sentido de obrigar a CNE a se conformar com a lei. O texto questiona sobre a quem beneficia a utilização das urnas do processo eleitoral passado e problematiza os constrangimentos decorrentes da aprovação tardia da lei eleitoral à boca do processo eleitoral. Além disso, o texto conclui que, caso seja mantida a Resolução da CNE, há risco de se registar focos de enchimento de urnas, que se pretendia evitar com a revisão da lei.

Autoridades de saúde em Sofala declaram surto de sarampo

As autoridades de saúde da província de Sofala, no centro de Moçambique, declararam um surto de sarampo na localidade de Nensa, no distrito de Morrumbala, após registo de 33 casos da doença, anunciou fonte oficial.

“Temos um cumulativo de 33 casos, salientando que todos são ambulatórios, não teve nenhum caso grave, internado e nem óbito”, disse Julieta Fernando, diretora de saúde do distrito de Marromeu, citada esta quinta-feira pela comunicação social.

Segundo a responsável, o primeiro caso de sarampo foi registado num recém-nascido, em 05 de setembro, na localidade de Nensa, o que levou a que as autoridades fizessem o rastreio da doença.

“Estamos a fazer a prevenção e a vacinação também. Temos brigadas móveis, estamos a fazer o bloqueio ao nível da localidade de Nensa”, disse a diretora de saúde, referindo medidas para travar a propagação da doença.

Moçambique anunciou, em 13 de setembro, o início da vacinação contra o sarampo na província de Cabo Delgado, na zona norte, onde previa imunizar 1,7 milhões de pessoas após o registo de 341 casos do surto e 18 mortes.

A Lusa noticiou em 10 de agosto de 2023 que Moçambique vacinou contra o sarampo, em menos de uma semana, cinco milhões de crianças, dos 9 meses até aos 4 anos, para evitar um surto da doença em cinco províncias, acima do inicialmente estimado, anunciaram as autoridades.

Na altura, a campanha decorreu de 31 de julho a 04 de agosto, em todos os distritos das províncias de Manica, Sofala, Tete e Zambézia, bem como em nove distritos da província de Niassa.

Directora de Marketing da MultiChoice Moçambique é distinguida com o prémio Melhor Profissional de Comunicação

Jónia Ismael Chilusse Presado, Directora de
Marketing, Comunicação e Relações Públicas da MultiChoice Moçambique, foi distinguida com o prémio
Melhor Profissional de Comunicação 2024 pelo Fórum de Comunicação, Marketing e Relações Públicas
(COMARP) e ainda com o Prémio de Desempenho Notável e Contribuição Excepcional às Áreas de
Marketing, Comunicação e RP. O evento teve lugar na semana passada, 20 de Setembro, em Maputo. A
distinção visa reconhecer os profissionais da área que mais se destacaram durante o ano.
Além do prémio melhor profissional de Comunicação, foram também distinguidas individualidades e
empresas que se destacaram nas áreas de Marketing, Comunicação e Relações Públicas. De acordo com
a COMARP Awards, os galardoados representam o melhor que o nosso sector tem a oferecer, com
projectos e campanhas inovadoras que impactaram o mercado e contribuíram para o crescimento
sustentável das suas organizações.
“Estou agradecida por ter encontrado o meu propósito e por ver que o meu trabalho faz uma diferença
na vida das pessoas. O prémio significa que o meu trabalho está a ter reconhecimento a nível pessoal e
profissional”, explicou Jónia Ismael Chilusse Presado, Directora de Marketing, Comunicações e Relações
Públicas da MultiChoice Moçambique.

Mozambique COMARP Awards é uma das maiores e mais prestigiadas nomeações que objectiva para
reconhecer, celebrar e premiar a excelência aos profissionais, empresas ou equipas que tenham
contribuído para o desenvolvimento das suas organizações, projectos ou negócios nas áreas de
Comunicação, Marketing e Relações Públicas.

‘Pequenos Sábio’ expõem “Arte e Comunicação” no BCI

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Está patente, até ao dia 28 de Setembro, no auditório do BCI, em Maputo, a exposição ‘Arte e
Comunicação”, dos alunos da Escola Pequenos Sábios. A mostra é composta por 108 telas e 7
maquetes, através das quais, com recurso a técnicas que variam de pintura/colagem a corte e
carimbagem, os pequenos artistas retratam os meios de comunicação, desde as formas mais remotas
às tecnologias modernas.
Intervindo no evento de abertura, que decorreu na 6ª feira (20), o Director Central Adjunto da
Direcção de Transformação do BCI, Xavier Ubisse, enfatizou que “é sempre uma grande honra para o
BCI poder apoiar e acolher projectos desta Escola que tem, desde 1999, contribuído
significativamente para o desenvolvimento cultural e educacional das nossas crianças e adolescentes
com idades compreendidas entre 2 e 15 anos”. Ubisse elogiou os pequenos sábios pela qualidade das
obras, que prenunciam um futuro artístico promissor.
Segundo Fátima Valimade, Directora da Escola, a mostra resulta do trabalho árduo e da criatividade
das crianças que se dedicaram a explorar e a compreender o fascinante mundo dos meios de
comunicação. “Este projecto não só trouxe conhecimento, mas também fez das aulas momentos
alegres e prazerosos, transformando o acto de ir à escola numa experiência divertida e significativa”,
disse, na cerimónia. E continuou: “A exposição que hoje apresentamos é o reflexo desse
aprendizado, onde a arte e a comunicação se unem para expressar ideias, sentimentos e
descobertas”.
Na ocasião os pequenos sábios brindaram, igualmente, a plateia com canto, dança e muita animação.

BCI recebe o Prémio de Melhor Publicidade Comercial do Ano

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O BCI foi distinguido, na última sexta-feira (20), na cidade de Maputo, com o prémio de Melhor
Publicidade COMERCIAL DO ANO em Moçambique, atribuído pela COMARP Group, durante a Gala de
Premiação “Mozambique COMARP Awards 2024”.
A distinção, que premiou a campanha do BCI “É de todos. É daqui”, esteve inserida na 2ᵃ Edição do
Fórum de Comunicação, Marketing e Relações Públicas, cujo intuito é reconhecer a excelência de
profissionais, empresas ou equipas que contribuíram substancialmente para o desenvolvimento do
sector em Moçambique.
Reagindo à premiação, a Directora Central de Marketing do BCI, Ana Zara Fateally, classificou o
prémio como um incentivo para o BCI, constituindo um estímulo “para que continuemos a trabalhar
com rigor, ética e profissionalismo, que nos caracterizam”.
Recordando o cerne da campanha “É de todos. É daqui”, Ana Zara Fateally reiterou que o BCI é um
banco local que pertence a todos e trabalha diariamente para todos os moçambicanos. “Ao longo
dos anos, o BCI construiu a sua marca assente num posicionamento local. Hoje, orgulha-se da sua
moçambicanidade e o seu compromisso em promover a identidade local e cultural, promovendo a
coesão e um forte sentido de pertença”, disse.
Recentemente o BCI recebeu várias outras distinções que representam o reconhecimento nacional e
internacional do desempenho do BCI no mercado moçambicano, onde, nos últimos anos, tem vindo a
assumir um papel de grande relevância na prestação de serviços bancários.
O acerto da estratégia de actuação do BCI está alicerçado no profundo conhecimento das
necessidades de serviços bancários dos seus clientes, ajustados a cada segmento da população,
através de uma oferta de produtos e serviços diversificada, integrada e em constante
aperfeiçoamento.

Moçambique apreendeu mais de 50 milhões de produtos farmacêuticos em um ano

A Autoridade Nacional Reguladora de Medicamentos (Anarme) de Moçambique apreendeu mais de 50 milhões de diferentes produtos farmacêuticos e encerrou duas empresas importadoras de medicamentos em um ano, disse hoje à Lusa fonte da instituição.

“Entre os produtos apreendidos estão medicamentos, suplementos e outros dispositivos médicos”, disse Cassiano João, porta-voz da Anarme, acrescentando que as apreensões ocorreram entre o último semestre do ano passado e o primeiro semestre deste ano.

Segundo o responsável, a maior parte dos produtos apreendidos eram vendidos em lugares não autorizados, entre os quais mercados e estabelecimentos comerciais, havendo ainda outros que estavam a ser mal conservados e cuja circulação no país era ilegal.

“Há casos de produtos importados ilegalmente, sem conhecimento da Anarme”, disse o porta-voz, referindo que pelo menos duas empresas importadoras foram encerradas devido às “recorrentes infrações”.

“Nós tomamos várias vezes medidas administrativas por forma a desencorajar a prática, só que algumas delas foram recorrentes. Quando há reincidência desses atos ilegais, a lei nos orienta a encerrar, caçar a licença”, explicou Cassiano João.

Nos últimos meses, as autoridades moçambicanas têm denunciado e detido funcionários da saúde envolvidos em casos de desvio e venda de medicamentos do Sistema Nacional de Saúde.

Neste mês, a polícia moçambicana deteve quatro funcionários do Hospital Provincial de Inhambane, no sul do país, por desvio de medicamentos e material hospitalar.

Na mesma província, em agosto, foi desmantelada uma clínica clandestina e detido também um funcionário do Hospital Provincial, suposto proprietário do local onde funcionava a clínica.

A polícia apreendeu na residência do funcionário, de 52 anos, “quantidades enormes” de medicamentos e materiais cirúrgicos que se suspeita que sejam desviados do Sistema Nacional de Saúde.

As denúncias de desvio de medicamentos e material ocorrem numa altura em que o Sistema Nacional de Saúde moçambicano enfrenta diversos momentos de pressão, provocados por greves de funcionários que alertam para a falta de material médico e uma situação de trabalho caótica, além de reclamarem de cortes salariais com a introdução da nova Tabela Salarial Única (TSU).

O país tem um total de 1.778 unidades de saúde, 107 das quais são postos de saúde, três são hospitais especializados, quatro hospitais centrais, sete são gerais, sete provinciais, 22 rurais e 47 distritais, segundo dados do Ministério da Saúde consultados pela Lusa.

Por LUSA

ACCESS BANK ASSINA MEMORANDO COM A ASSOCIAÇÃO DE MUNICÍPIOS PARA FINANCIAMENTO DE PROJECTOS DE DESENVOLVIMENTO

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O Access Bank Moçambique reafirma o seu compromisso com o desenvolvimento econômico do país ao assinar um Memorando de Entendimento com a Associação Nacional dos Municípios de Moçambique (ANAMM). Este acordo, que terá validade de cinco anos, visa garantir um financiamento sustentável para os municípios, promovendo o apoio a projetos de desenvolvimento local.

 

O memorando destaca a disponibilização de soluções financeiras inovadoras, assegurando que os municípios possam responder de maneira ágil e eficiente às suas necessidades de financiamento. A parceria permitirá também maior segurança nas transações comerciais, tanto a nível nacional quanto internacional, mitigando riscos relacionados ao cumprimento de prazos de pagamento de serviços e mercadorias.

 

Segundo Tarcisio Mahanhe, Diretor da Banca Corporativa do Access Bank, o banco irá disponibilizar uma gama de soluções e serviços de banca digital conectados às plataformas tecnológicas atualmente desenvolvidas pela ANAMM. “Essas inovações visam aumentar a eficiência na gestão dos recursos municipais, fortalecendo seu impacto positivo nas comunidades”, acrescentou.

 

Nos últimos anos, o Access Bank tem se consolidado como um parceiro estratégico no desenvolvimento socioeconômico de Moçambique. Esta colaboração com a ANAMM representa um passo significativo para transformar os municípios em entidades financeiramente autônomas, capacitadas para liderar seu próprio desenvolvimento.

 

João Ferreira, Presidente do Conselho Diretivo da ANAMM, expressou sua gratidão pela parceria, ressaltando as vantagens do acordo. “A diversidade de produtos e serviços que o Access Bank disponibilizará permitirá aos municípios acessar uma variedade de soluções de investimento e apoio à tesouraria, além de abrir oportunidades de crédito para os funcionários municipais”, destacou.

 

A parceria se insere em um plano mais abrangente do Access Bank para contribuir com o progresso de Moçambique. O banco já implementou diversas iniciativas de impacto, como o apoio a Pequenas e Médias Empresas com linhas de crédito acessíveis, programas de capacitação financeira, além de incentivar o empreendedorismo juvenil e apoiar a construção de infraestruturas essenciais, como escolas e centros de saúde em áreas menos favorecidas.

 

Marco Abalroado, Administrador-Delegado do Access Bank Moçambique, reafirmou que essas iniciativas continuarão a ser implementadas, alinhando-se ao compromisso do banco com o desenvolvimento sustentável das comunidades moçambicanas.