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Absa Bank aposta na banca corporativa para dinamizar a economia nacional

O Absa Bank Moçambique reforça a sua posição como agente estratégico no desenvolvimento económico do país, ao apresentar um novo posicionamento da sua Banca Corporativa e de Investimentos (CIB). Com soluções financeiras adaptadas às dinâmicas empresariais, o banco reafirma o compromisso com o crescimento sustentável e com o fortalecimento do tecido económico nacional.

Sob o lema “Juntos moldamos o futuro e impulsionamos o crescimento sustentável do seu negócio”, o Absa procura oferecer um serviço mais próximo e personalizado às grandes empresas. A nova abordagem reconhece o papel crucial do sector privado na dinamização da economia, particularmente em áreas estruturantes como energia, infra-estruturas, agricultura, comércio e recursos naturais.

A Banca Corporativa e de Investimentos do Absa disponibiliza um leque diversificado de serviços, que vão além das operações bancárias tradicionais. Entre os principais destaques estão:

  • Financiamento estruturado e personalizado, ajustado às necessidades específicas de cada sector e empresa;
  • Gestão de riscos e mercados financeiros, oferecendo mecanismos de mitigação da volatilidade cambial e das taxas de juro;
  • Consultoria estratégica para impulsionar o crescimento empresarial, promovendo um ecossistema de negócios mais sólido e competitivo.

Para Patrícia Darsam, Directora da Banca Corporativa e de Investimentos do Absa, a estratégia passa por aproximar o banco das necessidades reais das empresas. “O nosso compromisso é estar ao lado dos nossos clientes em cada etapa do seu percurso. Moçambique é um país com um enorme potencial económico, e cada empresa tem uma história de crescimento por escrever. Queremos ser parceiros estratégicos nesta jornada, oferecendo soluções inovadoras e ajustadas ao contexto do mercado”, afirmou.

O novo posicionamento surge num momento em que o país atravessa uma fase de crescimento impulsionada por investimentos em sectores-chave. O Absa Bank tem vindo a consolidar a sua presença nestas áreas, disponibilizando soluções financeiras robustas que respondem aos desafios do mercado.

O reconhecimento do trabalho desenvolvido pelo banco foi recentemente reforçado com a distinção atribuída pela Global Finance, que elegeu o Grupo Absa como um dos vencedores dos prémios World’s Best Investment Bank Awards 2025. Este prémio reforça a credibilidade da instituição a nível internacional e consolida o seu papel como referência no sector financeiro em Moçambique.

Com esta nova abordagem da Banca Corporativa e de Investimentos, o Absa Moçambique reafirma-se como um parceiro estratégico para empresas que procuram soluções financeiras sólidas e alinhadas com uma visão de desenvolvimento sustentável. O banco compromete-se a continuar a apoiar o crescimento do sector privado, contribuindo para a construção de uma economia mais resiliente e competitiva.

Mozal e Kulungwana galardoam fazedores das artes e cultura

Autores e promotores das mais variadas expressões artísticas no país foram recentemente distinguidos na Gala da 4ª Edição dos Prémios Mozal Artes e Cultura (PMAC), uma iniciativa da Kulungwana – Associação para o Desenvolvimento Cultural, com o patrocínio da Mozal.

Nesta edição, os galardoados foram Maria Chale (Artes Visuais), Mário Macilau (Fotografia), Jared Moda (Cinema e Audiovisuais), Sumalgy Nuro (Dança), Alberto Correia (Design de Moda e Vestuário) e Xixel Langa (Música). O reconhecimento visa homenagear o contributo da classe artística no fortalecimento da cultura e identidade moçambicanas, num contexto marcado por desafios económicos e sociais.

“Inspirados pela sabedoria popular e guiados pelos nossos valores, temos mantido o compromisso de promover o desenvolvimento cultural ao longo dos 25 anos da Mozal em Moçambique. Investimos continuamente na preservação, valorização e inovação cultural, em parceria com a Kulungwana e o Governo de Moçambique. A cultura é um pilar essencial para o desenvolvimento sustentável, e por isso apostamos na juventude, onde reside o futuro da nossa identidade. A cultura é como uma chama: se não for alimentada, apaga-se. Não podemos permitir que a nossa identidade desapareça”, afirmou Samuel Samo Gudo, Presidente do Conselho de Administração da Mozal.

Para a presente edição dos PMAC, foram nomeados 16 candidatos, após um rigoroso processo de triagem e selecção conduzido por um painel de jurados qualificados. Os vencedores de cada categoria receberam um prémio monetário de 120 mil meticais, num reconhecimento do seu impacto no cenário artístico nacional.

A Ministra da Educação e Cultura, Samaria Tovela, destacou a importância da iniciativa: “Estes prémios não apenas celebram a excelência artística, mas também reforçam o papel transformador da cultura como alicerce da nação. Os PMAC têm sido um palco onde jovens talentosos, com as suas mãos, vozes e criatividade, moldam um Moçambique multicultural e dinâmico.”

Uma ausência notável nesta edição foi a categoria de Teatro, que não integrou a competição devido à falta de propostas que atendessem aos critérios exigidos pelo regulamento.

Com quatro edições realizadas, os Prémios Mozal Artes e Cultura já distinguiram 26 artistas, consolidando-se como um dos principais incentivos ao desenvolvimento cultural em Moçambique. Além de reconhecer talentos, a iniciativa tem impulsionado a profissionalização do sector, promovendo padrões de excelência e competitividade no meio artístico nacional.

First Capital Bank lidera crescimento no sector financeiro em Moçambique

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O First Capital Bank foi distinguido na XXVI Edição da pesquisa “As 100 Maiores Empresas de Moçambique”, conduzida pela KPMG, ao alcançar o primeiro lugar no ranking do sector de Actividades Financeiras na categoria de Maior Variação de Volume de Negócios.

Com um crescimento de 68,80% no volume de negócios, uma taxa de rentabilidade sobre esse volume de 42,27% e uma rentabilidade dos capitais próprios de 37,98%, o First Capital Bank consolidou-se como uma das instituições financeiras de maior dinamismo no país.

Para João Rodrigues, CEO do First Capital Bank Moçambique, este reconhecimento é o reflexo da aposta em estratégias eficazes e do compromisso com a eficiência e inovação no sector bancário.

“Estamos orgulhosos com este resultado, que evidencia o trabalho de uma equipa comprometida, a solidez da nossa abordagem e, sobretudo, a confiança depositada pelos nossos clientes e parceiros.”

A pesquisa “As 100 Maiores Empresas de Moçambique”, realizada anualmente, avalia o desempenho económico-financeiro das principais empresas do país, destacando as que demonstram crescimento sustentado e contribuem para o desenvolvimento económico nacional. A iniciativa da KPMG reforça a transparência e a competitividade no ambiente empresarial moçambicano, promovendo a excelência e boas práticas de gestão corporativa.

O desempenho do First Capital Bank nesta edição reafirma a sua posição de destaque no sector bancário e o seu compromisso em continuar a inovar e a oferecer soluções financeiras que impulsionem a economia do país.

Murrupula inaugura Centro de Apoio a Vítimas de Violência Doméstica

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O distrito de Murrupula, na província de Nampula, assinala um avanço significativo na protecção e assistência a mulheres e crianças vítimas de violência doméstica, com a inauguração do novo Centro de Atendimento Integrado (CAI). A cerimónia oficial terá lugar a 2 de Abril de 2025, no recinto do Hospital Distrital de Murrupula, a partir das 9h00.

Este centro é fruto de uma parceria entre o Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social (SDSMAS) e a World Vision Moçambique (WV-Moç), no âmbito do projecto Toda a Rapariga é Capaz. O CAI surge como um ponto fundamental para o atendimento integrado, proporcionando um espaço seguro e confidencial para mulheres e crianças vítimas de violência baseada no género. O centro disponibilizará serviços essenciais, incluindo assistência médica, apoio jurídico, acompanhamento social e encaminhamento para o Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC).

A cerimónia de inauguração contará com a presença de diversas individualidades, entre elas a Administradora do Distrito de Murrupula, a Directora do SDSMAS, representantes do Gabinete da Esposa do Governador, do Serviço Provincial de Assuntos Sociais e da Direcção Provincial do Género, Criança e Acção Social, bem como membros do Comité de Adolescentes do projecto Toda a Rapariga é Capaz e líderes religiosos locais.

Durante o evento, será formalizada a parceria através da assinatura de um Memorando de Entendimento (MdE) entre o SDSMAS e a WV-Moç, estabelecendo os termos e condições da cooperação para a operacionalização e sustentabilidade do CAI nos distritos de Murrupula, Nacarôa e Monapo.

O Centro de Atendimento Integrado Toda a Rapariga é Capaz simboliza um compromisso sólido no reforço da rede de apoio às vítimas de violência doméstica em Murrupula. A colaboração entre o governo distrital e a WV-Moç pretende contribuir para a prevenção, resposta e mitigação da violência baseada no género, garantindo maior protecção dos direitos das mulheres e crianças na província de Nampula.

MRM estende licença de maternidade para seis meses

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A Montepuez Ruby Mining (MRM) decidiu romper com a norma vigente e alargar a licença de maternidade para seis meses (180 dias), o dobro do período estipulado pela lei moçambicana. A medida, inédita no sector mineiro do país, visa garantir um melhor equilíbrio entre a vida profissional e a maternidade, proporcionando às suas funcionárias tempo suficiente para recuperar fisicamente e estabelecer um vínculo mais forte com os seus recém-nascidos.

A decisão surge numa altura em que a discussão sobre os direitos das mulheres no sector extractivo ganha cada vez mais espaço. Com uma indústria tradicionalmente dominada por homens, a MRM parece querer sinalizar uma nova abordagem, mais inclusiva e socialmente responsável. “Esta decisão reforça o compromisso da MRM em criar um ambiente de trabalho que valorize e respeite as necessidades das suas funcionárias”, lê-se no comunicado emitido pela empresa.

Além do alargamento da licença, a nova política da MRM inclui outras disposições que protegem a saúde e o bem-estar das trabalhadoras grávidas e das novas mães. A partir do terceiro mês de gestação, e até um ano após o regresso ao trabalho, as funcionárias ficam isentas de turnos nocturnos, horas extraordinárias e deslocações prolongadas.

Outra inovação introduzida pela empresa é a criação de uma sala especial na clínica da mina, destinada à extracção e armazenamento de leite materno. A ideia é permitir que as mães possam manter a amamentação mesmo após o regresso ao trabalho, seguindo as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), que defendem a amamentação exclusiva nos primeiros seis meses de vida.

No que toca à remuneração, a empresa garante que os primeiros três meses da licença serão cobertos pelo Instituto Nacional de Segurança Social (INSS), conforme estabelece a lei, enquanto os três meses adicionais serão financiados integralmente pela MRM.

A medida também inclui um aspecto inovador: para garantir a continuidade das operações, as funcionárias em licença serão temporariamente substituídas por estagiárias. A estratégia visa não apenas assegurar a produtividade, mas também proporcionar uma oportunidade única para jovens profissionais ganharem experiência no sector mineiro.

A extensão da licença de maternidade na MRM poderá colocar pressão sobre outras empresas do sector extractivo para reverem as suas políticas de inclusão e bem-estar dos trabalhadores. Resta saber se esta decisão será suficiente para desafiar a inércia existente na indústria ou se não passará de um gesto isolado num mercado historicamente adverso à presença feminina.

Governo e especialistas internacionais debatem gestão integrada de informação geo-espacial para o desenvolvimento sustentável

A Agência Nacional de Desenvolvimento Geo-Espacial (ADE, IP) promoveu, na quinta-feira (27), um Encontro de Consulta de Liderança de Alto Nível. A iniciativa insere-se no Fórum Regional sobre o Reforço dos Mecanismos de Gestão da Informação Geo-Espacial e a Aceleração da Implementação dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), evento que decorreu em Maputo ao longo da semana.

Na abertura, o Secretário de Estado dos Transportes, Chinguane Mabote, classificou a iniciativa como “de extrema relevância para o desenvolvimento global e, em particular, para Moçambique, dada a sua vastidão territorial e diversidade ecológica e socioeconómica”. Defendeu que as tecnologias geo-espaciais são “ferramentas poderosas para enfrentar desafios estruturais e impulsionar o crescimento inclusivo”.

Nos últimos anos, segundo Mabote, Moçambique tem registado avanços significativos no uso de dados geo-espaciais, que vão desde o monitoramento ambiental à ocupação do solo e à gestão do risco de desastres naturais. “A capacidade de colectar, analisar e aplicar dados geo-espaciais é crucial para salvar vidas, proteger infra-estruturas críticas e melhorar a resiliência das comunidades”, frisou. No entanto, alertou para desafios ainda existentes, tais como “a necessidade de fortalecer capacidades técnicas, garantir a interoperabilidade e acessibilidade dos dados, promover a integração de sistemas e assegurar investimentos sustentáveis em infra-estruturas tecnológicas”.

O evento contou com organização de instituições de renome internacional, incluindo o Centro Global de Conhecimento e Inovação das Nações Unidas (UN-GGKIC), a Aliança de Dados dos ODS, o Comité de Especialistas sobre a Gestão Global de Informação Geográfica do Secretariado das Nações Unidas (UN-GGIM), o Comité Regional de África e o seu Secretariado na Comissão Económica para África (ECA), em parceria com a ADE-IP.

Para Odete Semião, Directora-Geral da ADE, “a utilização eficaz da informação geo-espacial permite aprimorar a tomada de decisões, optimizar recursos e impulsionar acções fundamentais na redução da pobreza, igualdade de género, acesso à educação de qualidade e protecção do país”. Contudo, reconheceu que “persistem desafios, como o fortalecimento da infra-estrutura de dados, a colaboração entre sectores e o acesso educativo à informação”.

A dirigente espera que “este momento de colaboração entre países, organizações internacionais e especialistas seja fundamental para partilhar conhecimento e construir uma abordagem robusta e eficaz para a gestão de dados geo-espaciais, baseada num entendimento mútuo e no respeito às diferentes realidades da região”.

A Coordenadora Residente da ONU para Moçambique, Catherine Sozi, defendeu que o país “tem vindo a consolidar avanços na tecnologia geo-espacial”, mas sublinhou que ainda há muito por fazer. A ONU, garantiu, está disponível para prestar suporte ao Governo e às comunidades. “Trata-se de uma ajuda essencial para melhorar o planeamento do futuro, desde a localização das habitações e zonas agrícolas até à mitigação de impactos de ciclones e outros fenómenos naturais”, explicou.

O encontro reuniu representantes do Governo, agências internacionais, quadros superiores e especialistas para discutir avanços, desafios e oportunidades na gestão da informação geo-espacial. O objectivo principal foi alinhar esforços para fortalecer os mecanismos de gestão integrada de informação e a infra-estrutura digital pública.

Lançada no BCI a obra literária ‘Ntsuve, Apoteose à Vida’

O Auditório do BCI, em Maputo, foi palco, na quarta-feira (26), do lançamento de Ntsuve, Apoteose à Vida, o mais recente livro de poesia de Tlare Matlare, pseudónimo de Xavier Ubisse. Escritor, poeta, pintor e colaborador do BCI, Ubisse apresenta, nesta obra, um único texto em versos, cuja estrutura singular convida o leitor a uma imersão profunda na experiência literária.

Durante a cerimónia, o Administrador do BCI, Rogério Lam, sublinhou a importância do momento, afirmando que o lançamento da obra não era apenas um evento literário, mas também uma celebração da trajectória do autor, cuja expressão atravessa palavras, cores e formas com a intensidade e a simplicidade que só a arte permite. Destacou ainda o compromisso do BCI com o apoio à cultura e com a promoção de uma identidade organizacional baseada na ética, integridade e na valorização das relações com clientes e parceiros.

O autor, em tom de reconhecimento e gratidão, saudou o BCI, familiares e amigos, frisando que Ntsuve é um convite a revisitar memórias, celebrar encontros e homenagear aqueles que acreditam na força das palavras. “Ntsuve tornar-se-á livro quando o forem ler, quando o forem degustar… mais do que isso, só no próximo livro”, disse Ubisse.

Na apresentação da obra, o escritor e poeta Mélio Tinga traçou um paralelo entre a experiência literária proporcionada por Ntsuve e um fenômeno cerebral singular. Baseando-se num estudo publicado pela revista Frontiers in Aging Neuroscience sobre a actividade do cérebro nos momentos finais antes da morte, Tinga comparou a obra à capacidade da mente de revisitar memórias e experiências intensas. Sublinhou que Ntsuve conduz o leitor por um percurso de imersão semelhante a um filme sobre a vida, repleto de imagens e sensações que ressoam na mente e na alma.

O apresentador também enfatizou a musicalidade da obra, distribuída ao longo de 216 páginas, com um ritmo que se revela tanto na palavra quanto na composição visual dos versos. Comparou o efeito da escrita à ressonância de um eco, evocando a sensação de um espaço vazio, fechado e silencioso, onde cada vocábulo ganha vida própria. “O texto avança como uma autêntica música, uma melodia que se desenrola através das páginas, guiando-nos por um oceano de emoções e reflexões”, acrescentou.

O lançamento de Ntsuve, Apoteose à Vida reforça o compromisso do BCI com a promoção da cultura e com a valorização dos talentos internos, criando espaço para a expressão artística e intelectual dos seus colaboradores. A obra proporciona aos leitores uma experiência singular, entrelaçando poesia, memória e reflexão sobre a existência humana.

João Figueiredo cessa funções no Moza Banco

Depois de uma carreira de 45 anos no sector bancário, marcada por uma gestão inovadora e um compromisso firme com a sustentabilidade, João Figueiredo vai deixar a presidência do Conselho de Administração do Moza Banco, S.A. A decisão, tomada a seu pedido, será formalizada na Assembleia Geral Anual, agendada para 29 de Abril de 2025.

Líder transformador, João Figueiredo inscreveu o seu nome na história do Moza Banco. Durante o seu mandato como CEO (2016-2021) e subsequente presidência, guiou a instituição através de um período desafiador, não apenas assegurando a sua estabilidade, mas também expandindo a sua presença no mercado. Sob sua liderança, o Moza Banco lançou produtos financeiros inovadores e implementou programas de inclusão económica, com destaque para o “Moza Women”, uma iniciativa voltada para a promoção da igualdade de género no sector financeiro moçambicano.

A sustentabilidade ambiental foi outra das suas bandeiras. Durante a sua gestão, o Moza Banco reforçou políticas de responsabilidade social, valendo-lhe reconhecimento pela redução da pegada de carbono e pelo incentivo a práticas empresariais sustentáveis.

“Nesta hora em que João Figueiredo embarca num novo rumo da sua vida, numa merecida aposentadoria, a família Moza Banco expressa a sua mais profunda gratidão pela sua dedicação, sabedoria e liderança. O seu legado continuará a inspirar futuras gerações de banqueiros, empreendedores e líderes comunitários”, refere a instituição em comunicado.

A nomeação de um novo Presidente do Conselho de Administração será anunciada em breve.

Vodacom e TotalEnergies estreitam parcerias

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A Vodacom e a TotalEnergies assinam hoje, na cidade de Maputo, um memorando de entendimento visando a aceitação de pagamentos via M-Pesa nas estações de serviço da TotalEnergies em todo o território nacional, permitindo que os clientes de ambas as instituições utilizem este meio de pagamento digital.

Serviço Nacional Penitenciário confirma morte de Nini Satar na B.O

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O Serviço Nacional Penitenciário (SERNAP) confirmou, esta sexta-feira, a morte de Momad Assif Satar, mais conhecido como Nini Satar, nas celas do Estabelecimento Penitenciário de Máxima Segurança da Machava (BO).

De acordo com um comunicado oficial do SERNAP, o malogrado cumpria penas de prisão maior pelo seu envolvimento no assassinato do jornalista Carlos Cardoso (2000) e no escândalo financeiro do extinto Banco Comercial de Moçambique (BCM).

A morte de Nini Satar ocorre num contexto de grande interesse público, dada a sua notoriedade e o histórico de crimes pelos quais foi condenado. O SERNAP garantiu que mais informações serão divulgadas após a conclusão das perícias médicas.