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Alianças sociais na Ponta Vermelha: Primeira-Dama reforça parcerias para empoderamento feminino e nutrição escolar

Encontros destacam cooperação com organizações nacionais e internacionais

Reportagem: Redação

O Gabinete da Primeira-Dama de Moçambique, liderado por Gueta Selemane Chapo, foi palco de uma agenda de encontros voltados para o reforço de iniciativas sociais, com destaque para parcerias ligadas ao empoderamento feminino e à segurança alimentar nas escolas.

Entre as audiências realizadas esteve o encontro com Ivone Soares, presidente da União para o Desenvolvimento Estudantil (UNDI). Na ocasião, foi anunciada a participação da Primeira-Dama como patrona da “Gala Mulher Nota 20”, evento que pretende reconhecer o mérito e o contributo das mulheres em diferentes áreas da sociedade.

Segundo Ivone Soares, a iniciativa visa fortalecer uma agenda comum de promoção da igualdade de género.

A gala, que assinala 30 anos da UNDI, pretende premiar mulheres em vários distritos do país e promover o debate sobre temas como casamentos prematuros e feminicídio.

Outro ponto da agenda foi o encontro com representantes da Fundação Tzu Chi, organização internacional que apresentou propostas de cooperação no domínio da nutrição escolar.

Durante a audiência, Denise Tsai, representante da fundação, apresentou um plano que prevê a expansão de programas de refeições quentes para estudantes, sobretudo em zonas rurais.

A proposta inclui ainda criação de hortas escolares e programas de formação vocacional, destinados principalmente a mulheres que vivem sozinhas e pessoas com deficiência, com o objectivo de estimular pequenos negócios sustentáveis nas comunidades.

As iniciativas fazem parte de um esforço mais amplo do Gabinete da Primeira-Dama para mobilizar parcerias nacionais e internacionais em áreas consideradas prioritárias para o desenvolvimento social no país.

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Chapo reforça relações com Portugal e destaca linha de crédito de 500 milhões de euros

Presidente moçambicano participou na investidura do novo chefe de Estado português

Reportagem: Redação

O Presidente da República de Moçambique, Daniel Chapo, regressou de Lisboa, em Portugal, após participar na cerimónia de investidura do novo Presidente português, António José Seguro.

Durante a visita, o chefe de Estado moçambicano reiterou a importância das relações históricas e de cooperação entre os dois países, sublinhando a necessidade de transformar a parceria política em maior dinamização económica e investimento.

No balanço da deslocação, Daniel Chapo destacou a linha de crédito de 500 milhões de euros, anunciada em dezembro do ano passado, destinada a financiar projectos de desenvolvimento em Moçambique.

Segundo o Presidente, equipas técnicas dos dois países continuam a trabalhar para operacionalizar o mecanismo, garantindo que o processo decorre de forma positiva.

Chapo acrescentou que, caso a execução e os pagamentos ocorram sem constrangimentos, o valor da linha de crédito poderá ser ampliado nos próximos anos.

O chefe de Estado considerou que este instrumento financeiro poderá contribuir para impulsionar projectos nos sectores público e privado, numa fase em que Moçambique procura atrair mais investimento estrangeiro para dinamizar a economia nacional.

Durante os encontros realizados em Lisboa, Daniel Chapo revelou ainda que o novo Presidente de Portugal, António José Seguro, bem como o Primeiro-Ministro português, Luís Montenegro, manifestaram interesse em realizar visitas oficiais a Moçambique num futuro próximo.

Segundo o Presidente moçambicano, estas visitas poderão contribuir para aprofundar a cooperação bilateral e reforçar as relações diplomáticas e económicas entre os dois países.

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“Coração apertado”: Primeira-Dama alerta para desafios da oncologia pediátrica no Hospital Central de Maputo

Gueta Chapo defende descentralização dos serviços para reduzir pressão sobre o HCM

Reportagem: Redação

A Primeira-Dama de Moçambique, Gueta Selemane Chapo, visitou o Hospital Central de Maputo e anunciou um plano de ação voltado para o reforço da oncologia pediátrica, num momento em que a maior unidade sanitária do país enfrenta forte pressão no atendimento a crianças com cancro vindas de várias províncias.

Durante a visita realizada a 11 de março, a Primeira-Dama destacou que o hospital continua a ser o principal centro nacional para tratamento oncológico infantil, situação que contribui para a saturação dos serviços.

Uma das propostas apresentadas pela Primeira-Dama passa pela regionalização dos serviços de oncologia pediátrica, permitindo que hospitais das regiões Centro e Norte também possam prestar atendimento especializado.

Segundo Gueta Chapo, esta medida poderá reduzir o fluxo de famílias que se deslocam para Maputo em busca de tratamento e aliviar a pressão sobre os recursos do Hospital Central de Maputo.

Outro desafio identificado é o abandono prematuro do tratamento. Muitas mães, sem rede de apoio na capital, acabam por regressar às suas províncias antes de os filhos concluírem as terapias, que frequentemente exigem acompanhamento prolongado.

Para enfrentar esta realidade, o Gabinete da Primeira-Dama anunciou a criação de um espaço de acolhimento para mães e acompanhantes nas proximidades do hospital.

Reconhecendo as limitações do orçamento público e os elevados custos de tratamento no exterior, Gueta Chapo prometeu intensificar a mobilização de parceiros internacionais e do setor privado para apoiar o sistema de saúde.

Entre as medidas imediatas, a Primeira-Dama anunciou ainda a doação mensal de fraldas para a Unidade de Cuidados Intensivos pediátricos, utilizando excedentes de ajuda humanitária destinados às vítimas das recentes cheias.

A iniciativa pretende aliviar algumas necessidades básicas do hospital enquanto decorrem esforços para reforçar as condições de atendimento às crianças com doenças oncológicas no país.

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Iraque pede à FIFA adiamento do play-off do Mundial devido à guerra

Seleção iraquiana enfrenta dificuldades logísticas por conta do conflito regional

Reportagem: Redação

O seleccionador da Seleção Nacional de Futebol do Iraque, Graham Arnold, solicitou à FIFA o adiamento do play-off intercontinental de acesso à Copa do Mundo FIFA 2026, devido aos constrangimentos provocados pela escalada do conflito na região.

A equipa iraquiana tem um jogo decisivo marcado para 31 de março, em Monterrey, México, contra o vencedor do confronto entre Suriname e Bolívia. No entanto, o fechamento do espaço aéreo iraquiano até 1 de abril impossibilita a deslocação de vários jogadores.

Além disso, Arnold encontra-se retido nos Emirados Árabes Unidos, enquanto muitos atletas enfrentam dificuldades para obter vistos devido ao encerramento de embaixadas estrangeiras. Um estágio de preparação, programado para Houston, Estados Unidos, já foi cancelado em consequência destas limitações.

Segundo o treinador, recorrer apenas a jogadores que atuam no estrangeiro não seria viável, pois a seleção precisa da sua melhor equipa para disputar o que é considerado o jogo mais importante do país em quatro décadas.

Enquanto aguarda a decisão da FIFA, a Federação Iraquiana de Futebol continua a trabalhar para garantir condições mínimas de preparação da equipa, num cenário em que o conflito regional ameaça comprometer o sonho do país de participar no Mundial de 2026.

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FMF e LMF renovam acordo para organização do Moçambola

Compromisso reforça desenvolvimento do futebol profissional em Moçambique

Reportagem: Redação

A Federação Moçambicana de Futebol (FMF) e a Liga Moçambicana de Futebol (LMF) renovaram o acordo de cedência dos direitos de organização do Moçambola, o principal campeonato nacional de futebol. O entendimento é válido para as épocas desportivas 2025/2026 e 2026/2027, com o objetivo de fortalecer a organização e o desenvolvimento do futebol profissional no país.

O acordo foi formalizado pelos presidentes das duas instituições: Feizal Ismael Sidat, representando a FMF, e Alberto Simango Júnior, pela Liga Moçambicana de Futebol.

Com a renovação, a FMF cede à LMF os direitos de gestão operacional do Moçambola, cabendo à Liga planificar a competição, organizar os jogos, coordenar a logística e promover o campeonato, sempre seguindo os regulamentos e orientações da Federação.

Apesar da cedência, a FMF mantém o papel de supervisão institucional, garantindo que o campeonato decorra conforme as normas nacionais e internacionais da modalidade.

Com este acordo, FMF e LMF reforçam o compromisso de trabalhar de forma conjunta para melhorar a qualidade competitiva do Moçambola, criando melhores condições para clubes, atletas e adeptos. A parceria pretende ainda contribuir para um futuro sustentável e profissionalizado do futebol moçambicano.

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Educação em Namarroi: 281 candidatos disputam 20 vagas

Concorrência acirrada marca processo seletivo para o setor da educação

Reportagem: Gildo dos Santos

O sector da Educação de Namarroi deu início ao processo de seleção de candidatos para o preenchimento de 20 vagas disponíveis. Do total de 303 candidaturas recebidas, 281 candidatos foram apurados para a fase de entrevistas, realizadas na sala do Centro de Recursos Educativos.

O presidente do corpo de jurados, José Rafael Santana, assegurou que o processo decorreu sem sobressaltos, destacando que as entrevistas têm como objetivo avaliar competências técnicas e conhecimentos pedagógicos dos concorrentes.

Segundo o júri, foram observadas algumas falhas em questões de género entre os candidatos, realidade que se mantém constante em processos seletivos anteriores.

Além disso, muitos candidatos apresentam certificados antigos, guardados há anos, o que aumenta a competitividade pelo acesso a uma vaga no aparelho do Estado.

“Das 11 vagas da categoria N2, uma já está ocupada por um candidato que se apresentou ao processo. A luta pelo restante é intensa”, afirmou um dos concorrentes.

Outro candidato mostrou confiança na sua classificação, acreditando que o desempenho na entrevista será determinante para o seu apuramento.

A procura por um lugar no aparelho do Estado torna-se cada vez mais difícil, refletindo as mudanças introduzidas pelas recentes reformas administrativas. Muitos dos candidatos ainda aguardam a regularização dos seus certificados e diplomas, essenciais para garantir a ocupação de vagas.

O processo em Namarroi evidencia a necessidade de uma gestão criteriosa das oportunidades e da qualificação dos profissionais, reforçando a importância de critérios transparentes para o fortalecimento do setor educativo na província.

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Migração em Manica detém imigrantes ilegais nos primeiros dois meses do ano

Autoridades repatriaram cidadãos estrangeiros e encaminharam casos de falsificação de documentos ao Ministério Público

Reportagem: Taibo Ajape

A Direção Provincial de Migração na província de Manica anunciou a detenção de vários cidadãos estrangeiros em situação migratória irregular durante os primeiros dois meses do presente ano.

Entre os casos registados estão cidadãos zimbabueanos repatriados, estrangeiros suspeitos de falsificação de documentos e outros encaminhados ao Aeroporto Internacional da Beira, na cidade da Beira, para regresso aos seus países de origem.

A informação foi avançada esta terça-feira durante uma conferência de imprensa convocada pela Direção Provincial de Migração para apresentar o balanço das actividades desenvolvidas no início do ano.

De acordo com os dados apresentados, sete cidadãos de nacionalidade zimbabueana foram repatriados para o Zimbabwe, após terem sido identificados em situação irregular no território moçambicano.

Além disso, cinco cidadãos estrangeiros foram encaminhados ao Aeroporto Internacional da Beira, de onde deverão seguir viagem de regresso aos respectivos países de origem.

Segundo as autoridades migratórias, alguns processos foram também remetidos para outras instituições competentes, para o devido enquadramento legal.

O porta-voz da Migração em Manica, Abílio Mate, explicou que determinados cidadãos estrangeiros foram encaminhados ao Ministério Público por suspeita de envolvimento em falsificação de documentos migratórios.

Os processos encontram-se actualmente em fase de verificação e investigação pelas autoridades competentes.

Na mesma ocasião, Abílio Mate destacou ainda o aumento significativo na emissão de passaportes na província de Manica.

Segundo o responsável, foi registado um crescimento de cerca de 31,7% na emissão do documento durante o período em análise, facto que demonstra uma maior procura pelos serviços migratórios na região.

As autoridades asseguram que continuarão a reforçar as acções de fiscalização e controlo migratório, com vista a garantir o cumprimento da legislação vigente no país.

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Quelimane prepara-se para operar uma das maiores infra-estruturas de saneamento do país

Nova estação de tratamento de águas residuais está com 98% de execução

Reportagem: Redação

A cidade de Quelimane, na província da Zambézia, está prestes a colocar em funcionamento uma das mais relevantes infra-estruturas de saneamento construídas nos últimos anos em Moçambique.

Trata-se da Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) da cidade, um projecto avaliado em cerca de 22,5 milhões de dólares, que actualmente apresenta 98% de execução física.

A partir desta infra-estrutura será operada toda a rede do sistema de saneamento urbano, incluindo rede de esgotos convencionais e de bombagem, rede de esgoto condominal e a própria estação de tratamento das águas residuais.

O projecto prevê a instalação de aproximadamente 60 quilómetros de redes de esgoto, três estações elevatórias e cerca de duas mil ligações domiciliárias.

No total, estima-se que mais de 29 mil famílias venham a beneficiar directamente do sistema, representando um avanço significativo na melhoria das condições de saneamento na cidade.

Além da expansão da rede, o sistema foi concebido para garantir que a água tratada devolvida ao ambiente cumpra os padrões nacionais e internacionais de qualidade, contribuindo para a protecção ambiental e para a saúde pública.

Durante uma visita às infra-estruturas, o presidente do Conselho Municipal de Quelimane, Manuel de Araújo, manifestou satisfação com o avanço do projecto, destacando que os benefícios vão além da melhoria do saneamento urbano.

Segundo o edil, a entrada em funcionamento da estação deverá reduzir a incidência de doenças de origem hídrica, diminuir práticas de fecalismo a céu aberto e reforçar a resiliência da cidade durante a época chuvosa.

O autarca acrescentou ainda que o sistema poderá desempenhar um papel importante na protecção dos ecossistemas aquáticos da região e na melhoria das condições de vida das famílias.

Durante a visita, Manuel de Araújo lançou um desafio aos moradores do bairro Mapiazua, zona que alberga o projecto piloto de ligações domiciliárias ao sistema de esgotos.

O edil apelou aos residentes para que se tornem “embaixadores” da iniciativa, defendendo que o sucesso do projecto poderá facilitar a mobilização de novos investimentos para a cidade.

Com a conclusão das obras, Quelimane passará a integrar o grupo de cidades moçambicanas com capacidade estruturada de tratamento de águas residuais.

A Estação de Tratamento de Águas Residuais deverá ser operada pela Empresa Municipal de Saneamento de Quelimane, entidade responsável pela gestão e manutenção do sistema.

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Polícia apreende mais de 24 quilogramas de droga em Mocuba

Suspeito foi detido quando transportava estupefacientes numa motorizada

Reportagem: Marcelino Voabil

A Polícia da República de Moçambique (PRM) deteve um indivíduo suspeito de transportar mais de 24 quilogramas de estupefacientes no bairro Derruba, no distrito de Mocuba, província da Zambézia.

Segundo informações avançadas pelas autoridades, o suspeito foi surpreendido quando circulava numa motorizada transportando canábis sativa, vulgarmente conhecida como suruma.

De acordo com a porta-voz da PRM na Zambézia, Belarmina Henriques, a detenção resulta de uma operação policial realizada no terreno, desencadeada após a polícia receber informações sobre a circulação de drogas na região.

Durante a intervenção, o suspeito tentou colocar-se em fuga ao aperceber-se da presença policial, mas acabou por ser alcançado e detido pelas autoridades.

A PRM informou ainda que o caso já foi encaminhado ao Ministério Público, tendo sido legalizada a detenção do suspeito.

Tanto a droga apreendida como a motorizada utilizada no transporte foram apreendidas e encontram-se sob custódia das autoridades, devendo servir como prova material no processo.

A polícia assegura que continuará a intensificar as acções de fiscalização e combate ao tráfico de estupefacientes na província da Zambézia, com vista a travar a circulação de drogas e responsabilizar os envolvidos neste tipo de crime.

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Fundação Vodacom e Moza Banco apoiam Gabinete da Primeira-Dama com donativos para vítimas das cheias

Iniciativa visa reforçar assistência a populações afectadas pelas inundações no país

Reportagem: Redação

O Gabinete da Primeira-Dama de Moçambique, liderado por Gueta Selemane Chapo, recebeu na segunda-feira (9) donativos da Fundação Vodacom Moçambique e do Moza Banco, destinados a apoiar populações afectadas pelas recentes cheias que atingem várias regiões do país.

A iniciativa enquadra-se em acções de responsabilidade social que procuram mitigar os impactos das calamidades naturais, sobretudo entre comunidades mais vulneráveis.

Durante a entrega dos donativos, a directora da Fundação Vodacom, Cristina Azevedo, anunciou a disponibilização de mil kits de dignidade, destinados principalmente a mulheres e raparigas afectadas pelas cheias.

Segundo a responsável, este grupo tende a enfrentar maiores desafios em contextos de emergência, razão pela qual a fundação decidiu direccionar parte significativa do apoio para esta população.

Além dos kits, a organização mobilizou cerca de 20 toneladas de bens essenciais, que deverão ser distribuídos às famílias afectadas.

A ocasião serviu também para alinhar um memorando de entendimento entre a fundação e o Gabinete da Primeira-Dama, documento que deverá ser formalizado brevemente para reforçar a cooperação em iniciativas sociais.

Em audiência separada, o Moza Banco anunciou apoio financeiro destinado a reforçar as acções humanitárias coordenadas pelo Gabinete da Primeira-Dama.

O gesto foi apresentado por Jaime Joaquim, membro da Comissão Executiva da instituição. Embora o valor do donativo não tenha sido divulgado, o banco explicou que o apoio pretende permitir maior flexibilidade na resposta aos desafios provocados pelas calamidades naturais.

As contribuições surgem num contexto em que várias regiões de Moçambique enfrentam impactos das cheias, que têm provocado deslocações de famílias e perdas de bens.

O Gabinete da Primeira-Dama tem intensificado iniciativas de mobilização de parceiros institucionais e empresariais para reforçar a assistência humanitária às comunidades afectadas.

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