Primeira-Dama visitou vítimas das cheias em Gwaza Muthini e Bobole, garantindo apoio contínuo a mulheres e crianças
Reportagem: Juenta
Imagens: Presidência
A Primeira-Dama da República, Gueta Selemane Chapo, visitou esta segunda-feira os centros de acolhimento no distrito de Marracuene, província de Maputo. Durante o contacto direto com as famílias alojadas na Escola Secundária Gwaza Muthuni e em Bobole, a Primeira-Dama reafirmou o compromisso do seu gabinete e dos parceiros em assegurar que nenhuma família afetada pelas recentes intempéries fique sem assistência básica.
O cenário em Marracuene é de recuperação, mas a urgência ainda dita o ritmo das operações. A chegada de Gueta Selemane Chapo trouxe mais do que bens materiais; trouxe o conforto da presença institucional. No centro de Gwaza Muthuni, a Primeira-Dama ouviu as preocupações das famílias que perderam bens e habitações devido à subida das águas.
“Estamos aqui para dizer que não estão sozinhos. O nosso compromisso, junto dos nossos parceiros, é garantir que a assistência humanitária chegue de forma contínua e digna a cada um de vós”, disse Gueta Selemane Chapo.
A logística de apoio prioriza os grupos mais vulneráveis. Sob orientação da Primeira-Dama, a distribuição de kits de primeira necessidade — que incluem produtos alimentares, de higiene e abrigo — está a ser feita com atenção especial a mulheres e crianças, que constituem a maioria nos centros de acolhimento.
Gueta Chapo destacou que esta corrente de auxílio é alimentada pela solidariedade de parceiros institucionais e de cidadãos anónimos. A governante visitou ainda Bobole, onde monitorou a qualidade das infraestruturas temporárias e a prontidão das equipas de saúde no terreno.
“Este apoio é fruto da união de todos os moçambicanos e parceiros. É importante que a proximidade com as comunidades seja constante, para que possamos responder em tempo real às necessidades que vão surgindo”, afirmou a Primeira-Dama.
A visita terminou com um apelo à resiliência e ao cumprimento das normas de segurança, enquanto o Governo e as organizações humanitárias trabalham na estratégia de pós-emergência para o retorno seguro das famílias às suas zonas de origem ou reassentamento.
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