Em Quelimane, oito funcionários do Instituto Politécnico Islâmico de Moçambique (IPIMO) estão em um cenário de profunda insatisfação, enfrentando a dura realidade de não receberem seus salários há mais de cinco meses. A situação tem gerado frustração entre os colaboradores, que buscam uma solução urgente para o problema.
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Alguns, além da pendência salarial, relataram ter recebido a rescisão de contrato, apesar de não terem recebido a devida remuneração, o que amplifica ainda mais a crise e gera um clima de incerteza e insegurança entre eles.
Os funcionários exigem um posicionamento claro da direção sobre o pagamento dos salários atrasados e a questão das rescisões. Segundo fontes internas, a falta de comunicação por parte da administração do instituto tem sido um fator agravante, deixando os trabalhadores sem explicações claras sobre o motivo da demora nos pagamentos.
Até o momento, a direção do Instituto IPIMO não se manifestou publicamente sobre a reivindicação dos funcionários, o que tem gerado um aumento na tensão e nas cobranças por respostas.
A falta de uma solução imediata pode ter consequências negativas não apenas para os trabalhadores, mas também para a imagem do Instituto IPIMO, uma vez que a situação financeira e o bem-estar dos seus colaboradores são fundamentais para o bom funcionamento da instituição. Os funcionários aguardam uma manifestação oficial por parte da direção, na esperança de que a situação seja resolvida com urgência.
Texto: Lídia José
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