Diante de mais uma escalada de violência no norte de Moçambique, o distrito de Chiúre, em Cabo Delgado, tornou-se palco de uma mobilização emergencial para acolher milhares de pessoas deslocadas. Aproximadamente cinco mil habitantes do posto administrativo de Chiúre-Velho abandonaram suas casas na sexta-feira após uma série de ataques de grupos armados.
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As forças de defesa moçambicanas conseguiram repelir os invasores, e segundo o administrador distrital, Oliveira Amimo, todas as aldeias da região foram afetadas, mas não há registo de vítimas mortais. A presença das autoridades e a articulação com instituições provinciais e nacionais estão sendo cruciais neste momento crítico.
“Já estamos a coordenar com o governo provincial e com o Instituto Nacional de Gestão de Risco de Calamidades. O nosso maior apoio agora é estar presente e garantir que estas pessoas não se sintam abandonadas”, afirmou Amimo.
A vila sede de Chiúre transformou-se em um refúgio improvisado. Apesar das limitações, as comunidades locais e o governo distrital estão a trabalhar para garantir abrigo, segurança e alguma assistência básica aos que fugiram da violência.
Enquanto a população espera por mais apoio logístico e humanitário, a resiliência e solidariedade dos moradores de Chiúre mostram-se fundamentais para enfrentar mais este episódio de instabilidade na província de Cabo Delgado.
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