Fecho de espaços aéreos deixa cidadãos moçambicanos temporariamente impedidos de viajar
Reportagem: Redação
Cinco cidadãos moçambicanos ficaram temporariamente retidos no aeroporto de Doha, no Qatar, na sequência dos ataques israelitas e norte-americanos ao Irão, que provocaram o fecho de espaços aéreos em várias regiões do Médio Oriente. Segundo o Embaixador de Moçambique no Qatar, não há registo de moçambicanos diretamente afetados pelos ataques.
Dos 681 moçambicanos residentes no Médio Oriente, quase metade vive e trabalha no Qatar. A situação surgiu após bombardeamentos do Irão em resposta a ofensivas de Israel e Estados Unidos, levando à imposição de restrições de circulação em algumas áreas do país.
A retenção dos cinco viajantes afetou cidadãos que seguiam para diferentes destinos, mas as autoridades locais garantiram medidas de segurança e controlo no aeroporto. A missão diplomática moçambicana tem acompanhado de perto o caso, prestando apoio e assistência a todos os cidadãos em situação de vulnerabilidade.
Até ao momento, o Governo de Moçambique não anunciou um eventual plano de evacuação. O Egipto manifestou disponibilidade para servir como ponto de saída de cidadãos moçambicanos, mas Maputo mantém o acompanhamento da situação sem decisões públicas.
A escalada de tensão no Médio Oriente já provocou cerca de 100 mil deslocados na região e evidencia a importância de vigilância diplomática e apoio consular, garantindo segurança e comunicação contínua para os moçambicanos no exterior em cenários de crise.
Veja a reportagem no link abaixo:
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