Lisboa foi ontem palco de mais uma página dourada do futebol moçambicano: a Selecção Nacional Sub-17 ergueu o troféu da segunda edição do Torneio Luso-Cascais, depois de derrotar a Guiné-Bissau por 3-2, num jogo de nervos, suor e talento juvenil.
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Chausson e Jayden voltaram a escrever os seus nomes no marcador, confirmando-se como as figuras maiores desta geração que ousa sonhar mais alto. A dupla, que já havia brilhado na fase de grupos, mostrou frieza e instinto goleador nos momentos de maior pressão.
Na caminhada até à final, os “Mambinhas” assinaram seis pontos, com um saldo de seis golos a favor e apenas um sofrido, números que espelham consistência e maturidade pouco habituais para a idade.
Mais do que um título, a vitória em Lisboa projeta Moçambique no mapa do futebol juvenil internacional e reacende a esperança de que, com investimento sério e continuidade, o talento que desponta nos relvados sub-17 poderá, num futuro breve, alimentar as grandes seleções e devolver ao país o protagonismo que tantas vezes lhe foi prometido, mas raramente consolidado.
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