O Município de Quelimane deu um passo estratégico na promoção da segurança alimentar e agricultura urbana com a reactivação do seu campo de demonstração agrícola, localizado no bairro de Gogone, Posto Administrativo n.º 5. O espaço, com cerca de três hectares, encontra-se actualmente a produzir uma variedade de hortícolas, como alface, tomate, beterraba, cebola, couve-chinesa e pimenta.
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A iniciativa, impulsionada pela Vereação de Actividades Económicas, Mercados e Feiras, visa, entre outros objectivos, melhorar a nutrição das comunidades vizinhas, garantir o acesso a produtos frescos a preços simbólicos e promover práticas sustentáveis de produção alimentar ao nível doméstico.
Durante uma visita técnica realizada nesta quarta-feira ao local, o vereador José Carvalho destacou a importância do campo como modelo de referência para os moradores do bairro de Gogone e dos restantes postos administrativos. “Queremos que este campo seja um modelo para os residentes do bairro e que sirva como exemplo para outros postos administrativos,” afirmou.
A acção insere-se numa estratégia mais ampla do Município para revitalizar práticas agrícolas urbanas, contribuindo não só para o combate à insegurança alimentar, mas também para o dinamismo económico local. Neste sentido, o vereador orientou a equipa técnica no sentido de diversificar as culturas exploradas no campo, com a introdução de papaieiras, cana-de-açúcar e bananeiras, aproveitando a extensão e o potencial fértil da área.
Por sua vez, o director do Departamento de Agricultura do Município, Avertino Sande, anunciou que o projecto será progressivamente replicado nos sete postos administrativos urbanos da cidade. “A nossa meta é transformar Quelimane numa cidade resiliente, com capacidade para produzir os seus próprios alimentos e estimular uma cultura agrícola urbana forte e participativa”, declarou.
A reactivação do campo de demonstração em Gogone reforça o compromisso do Conselho Municipal em alinhar as políticas locais com os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável, sobretudo no que diz respeito à erradicação da fome, promoção de saúde e bem-estar, e fomento de comunidades sustentáveis.
A médio prazo, espera-se que o impacto do projecto se traduza não apenas na melhoria dos hábitos alimentares da população, mas também na geração de rendimentos alternativos para famílias que decidam replicar o modelo em hortas comunitárias e domésticas.
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