Num contexto em que o debate sobre igualdade de género ganha nova centralidade no país, o Banco Comercial e de Investimentos (BCI) reafirma o seu engajamento na promoção do empoderamento feminino. O sinal mais recente foi dado esta quinta-feira, 12 de Junho, no Centro BCI Private, na capital do país, durante a cerimónia de encerramento da 2.ª edição do programa “Be Like a Woman” — uma iniciativa desenvolvida pela Ernst & Young (EY) Moçambique, em parceria com a rede New Faces New Voices.
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O programa, que já se consolida como uma plataforma de referência na capacitação de mulheres líderes e empreendedoras moçambicanas, procura, segundo seus promotores, dotar as participantes de instrumentos técnicos e comportamentais essenciais para o fortalecimento do seu percurso pessoal e profissional, num universo corporativo ainda dominado por barreiras de género.
Durante a cerimónia, foram distinguidas várias mulheres que se destacaram em domínios como liderança, finanças, ética, comunicação e inteligência artificial — sinalizando uma aposta em áreas estratégicas para o futuro da economia digital e da boa governação empresarial. Para além dos certificados de mérito, as participantes beneficiaram de masterclasses com peritos internacionais, sessões de mentoria e acesso privilegiado a recursos estratégicos.
O Presidente da Comissão Executiva do BCI, Francisco Costa, foi peremptório ao sublinhar o efeito multiplicador do empoderamento feminino. “Ao impulsionar uma mulher, inspiramos muitas outras e ajudamos a consolidar um novo paradigma na cultura corporativa”, afirmou. O gestor foi mais longe, lançando um apelo à criação de redes sólidas de mulheres líderes, defendendo que o networking é um instrumento poderoso para a construção de uma sociedade mais inclusiva e resiliente.
Numa economia marcada por assimetrias e onde o acesso feminino aos espaços de decisão ainda conhece limitações estruturais, iniciativas como o Be Like a Woman representam, na visão de vários analistas, um passo necessário, mas insuficiente, para reverter décadas de sub-representação. Ainda assim, o apoio de instituições financeiras de peso, como o BCI, confere robustez a estes movimentos e aumenta a visibilidade do tema nas agendas públicas e privadas.
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