O governador do Banco de Moçambique (BdM), Rogério Zandamela, afirmou que a instituição que dirige “não tem medo de ser auditada”, acrescentando que o processo de auditoria é importante para demonstrar a transparência das contas.
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“As contas do banco são auditadas, e isto é muito importante. O banco não é uma ‘black box’ [caixa negra] que ninguém sabe o que lá existe. Isso não existe. As nossas contas são auditadas por um auditor externo e independente. E as contas são publicadas”, explicou.
A reacção surgiu após a bancada da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), partido no poder e com maioria qualificada na Assembleia da República, ter chumbado na semana passada uma proposta da oposição de inclusão do BdM na lista de instituições a serem auditadas pelo Tribunal Administrativo (TA).
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