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PGR de Moçambique: é preciso ter lata e pouca vergonha na cara

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 Quando um Procurador Geral da República, um dos pilares de um Estado de Direito, fala na Assembleia da República e transmite informações gravíssimas com um desplante total e flagrante, está tudo dito e redito…sobre o estado a que chegou a Nação, a moçambicana.

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  Para nos situarmos, respigo as principais palavras dessa indecente quão patética figura, o sr. Dr. Américo Letela que admitiu dificuldades para identificar e neutralizar os mandantes dos crimes de raptos no país, tendo denunciado o envolvimento de membros da polícia e de magistrados no crime.

  E rematou da forma mais vergonhosa para o cargo que exerce: “Continuamos a registar situações de algumas pessoas com responsabilidade na prevenção e combate deste crime, como por exemplo alguns agentes da Polícia da República de Moçambique, que se envolvem na preparação, facilitação e execução de raptos, bem como magistrados que, motivados por esquemas de corrupção, garantem a impunidade ou favorecem os infractores, por via das suas decisões“.

  Esta lata de dizer o que é óbvio é, também, de quem não tem vergonha na cara que deveria, e sem papas na língua, ter dito qualquer coisa como isto: vou empenhar-me no combate a esta organização mafiosa que não pode controlar e estar presente na sociedade moçambicana.

  Américo Letela das duas uma: ou faz parte desse gang de foras da lei ou está apoderado por ele, por essa franja de criminosos que já manda e controla o Estado sem que ninguém a investigue, a identifique e prenda os seus membros para erradicar da sociedade moçambicana um dos seus, entre muitos, cancros que arrasam e danificam a sua coluna dorsal. Sem isso nunca Moçambique se poderá fazer ao caminho do desenvolvimento para, e de uma vez por todas, dar dignidade humana ao seu povo.

  Um Estado que está na mão de um grupo desse tipo, assim como no da corrupção que continua a cavalgar todo e qualquer departamento do mesmo Estado, prejudicando a vida da Nação e de todos, não é Estado não é nada…é um amontoado de pessoas, de povo, que segue errante, descontrolado, sem esperança e sem horizonte de vida. Aliás, segredam-me que são figuraças do regime que fomentam e estão na crista de toda essa mancha de criminalidade.

  Este Procurador-Geral da República, a de Moçambique, em qualquer parte do Mundo seria investigado e, depois, despedido. Para além de ser aparelhista, ou seja, do partido do Governo, fazendo-lhe as vontadinhas, não tem categoria profissional e pessoal para estar nesse cargo. Não presta, cumpre calendário. Nada mais… António Barreiros, Jornalista


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