Reportagem: Gildo dos Santos
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A convivência forçada entre vendedores de carvão vegetal e de bebidas tradicionais, vulgarmente conhecidas por “cabanga”, está a gerar descontentamento no Mercado Central de Namarroi, na província da Zambézia.
A situação, que segundo os comerciantes já se arrasta há bastante tempo, é apontada como um dos principais entraves ao bom funcionamento das actividades no local. Os vendedores queixam-se ainda de cobranças frequentes por parte das autoridades, sem que, no entanto, haja melhorias visíveis nas condições do mercado.
Para além da disputa de espaço entre produtos de natureza distinta — alimentar e combustível —, a falta de higiene surge como outra grande preocupação. Os comerciantes dizem enfrentar diariamente um ambiente insalubre, o que afecta tanto as vendas como a saúde de quem ali trabalha e consome.
Os vendedores relatam dificuldades acrescidas para garantir o sustento das suas famílias, numa altura em que o custo de vida continua elevado. A situação é igualmente sentida por clientes que frequentam o local para consumir bebidas, os quais também manifestam desconforto com as condições existentes.
Perante o cenário, foram lançados apelos às autoridades responsáveis pela gestão do mercado para que encontrem uma solução urgente que organize o espaço e melhore as condições de higiene.
Contactada pela nossa reportagem, a liderança do Mercado Central confirmou ter conhecimento da situação, assegurando que estão em curso diligências com vista à sua resolução.
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