Presidente Daniel Chapo reconhece avanços, mas alerta para números preocupantes de agressões contra mulheres e raparigas
Reportagem: Redação
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O Dia Internacional da Mulher, assinalado a 8 de Março, foi marcado em Moçambique por um forte apelo ao combate à violência doméstica e à desigualdade de género.
Em mensagem dirigida à nação, o Presidente da República, Daniel Chapo, celebrou as conquistas alcançadas pelas mulheres ao longo dos anos, mas reconheceu que o país ainda enfrenta números preocupantes de casos de violência contra mulheres e raparigas.
Segundo o Chefe do Estado, a data deve servir não apenas para celebrar os avanços, mas também para promover uma reflexão profunda sobre os desafios que persistem na luta pela igualdade de género.
Violência baseada no género preocupa autoridades
Sob o lema “Direitos, Justiça e Acção para Todas as Mulheres e Raparigas”, o Governo reconhece a existência de um cenário que exige maior atenção das instituições públicas e da sociedade.
De acordo com a Presidência da República, tem-se registado um aumento de casos reportados de Violência Baseada no Género (VBG) no país.
Para Daniel Chapo, a violência contra mulheres não constitui apenas um problema social ou de segurança pública, mas representa também um obstáculo ao desenvolvimento económico e social, tendo em conta o papel fundamental que as mulheres desempenham na economia e na vida comunitária.
O estadista apelou ainda aos parceiros, filhos, colegas de trabalho e à sociedade em geral para promoverem uma convivência baseada no respeito, na igualdade e na dignidade humana, princípios consagrados na Constituição da República.
Actividades do Mês da Mulher prolongam-se até Abril
A celebração do Dia Internacional da Mulher marca também o início do chamado Mês da Mulher Moçambicana, período dedicado à promoção dos direitos das mulheres e à realização de actividades de sensibilização em diferentes pontos do país.
As iniciativas deverão decorrer até 7 de Abril, data que homenageia a mulher moçambicana e reforça o compromisso nacional com a igualdade de direitos e oportunidades.
Entretanto, organizações da sociedade civil defendem que as declarações e compromissos políticos devem ser acompanhados de medidas concretas de protecção e apoio às mulheres, sobretudo nas comunidades mais vulneráveis.
Veja a reportagem no link abaixo:
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