O edil Manuel de Araújo confirmou que já encaminhou o processo aos órgãos da administração da justiça e, num tom que mistura pragmatismo e resignação, recordou que “actos de corrupção existem em qualquer instituição”, acrescentando que o essencial é “a atitude tomada perante este tipo de situação”.
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Mas os nomes envolvidos no dossiê levantam questões incómodas. Entre os suspeitos figuram o chefe do gabinete do presidente, a vereadora das Finanças, o antigo director municipal das Finanças, o chefe da Contabilidade e a chefe de Despesas. Juntos, formam um núcleo que, no papel, deveria garantir a integridade e transparência das finanças municipais.
O caso chegou à luz pública através da série TxopelaLeaks, do Jornal Txopela, que nos últimos meses se tem afirmado como um canal persistente de denúncias contra o que considera ser “o sistema instalado” na autarquia de Quelimane. As revelações, obtidas a partir de documentos internos e fontes próximas dos processos administrativos, indicam que a falsificação dos cheques não foi um acto isolado, mas sim parte de um padrão de práticas ilícitas que drena recursos e alimenta redes de influência.
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