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Na manhã de hoje, o Ministro da Saúde, Ussene Isse, realizou uma visita ao Hospital Provincial da Matola, depois de várias denúncias de mau atendimento por parte dos funcionários daquela unidade de saúde. A insatisfação dos pacientes não se restringe a essa unidade, mas estende-se a diversos hospitais do país, onde os doentes enfrentam longas horas de espera, mesmo na presença de técnicos de saúde. Em especial, as mulheres grávidas têm sido as mais afetadas pela precariedade no atendimento nas unidades sanitárias.
Durante o encontro com os profissionais de saúde do hospital, o ministro destacou a importância de priorizar o atendimento, melhorar a comunicação com os utentes e adoptar práticas mais humanizadas, como forma de reduzir os altos índices de reclamações. “Apelo para que haja mais comunicação, porque o diálogo com a população é fundamental”, afirmou Isse.
Na visita à maternidade do hospital, o ministro sugeriu que, para melhorar a assistência às parturientes, é essencial que um membro da família acompanhe o processo de parto. “Ter um familiar presente será crucial para garantir um atendimento mais próximo e seguro para as mulheres. Cada parturiente deve ser acompanhada por um membro da família durante todo o processo de parto”, recomendou.
Além das dificuldades com o atendimento, outro problema recorrente nos hospitais do país é a escassez de medicamentos nas farmácias públicas, o que tem levado muitos pacientes a recorrerem às farmácias privadas, onde os medicamentos estão disponíveis, mas a preços exorbitantes. A situação tem gerado uma crescente insatisfação entre os cidadãos que enfrentam dificuldades para acessar os cuidados de saúde essenciais.
Ainda no hospital, o ministro mencionou a sobrecarga que o Hospital Central de Maputo tem enfrentado devido à crescente demanda de pacientes provenientes de hospitais periféricos da Matola, José Macamo e Mavalane. “Precisamos encontrar soluções conjuntas para enfrentar essa situação. Não vou mais aceitar que os doentes sejam transferidos, pois isso acaba complicando ainda mais a situação do Hospital Central de Maputo”, declarou Isse.
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